Tarefas especializadas
Um SLM pode ser ajustado para realizar tarefas conversacionais específicas.
A Splunk cita como exemplos um agente de suporte à programação para linguagens, bibliotecas e casos de uso específicos, ou um modelo de visão capaz de interagir com radiologistas e extrair conhecimento útil de imagens médicas.
Arquitetura
SLMs podem derivar de arquiteturas semelhantes às dos LLMs. O regime de treinamento e os algoritmos de aprendizagem também podem ser parecidos.
A diferença pode estar no tamanho da rede e na escala dos blocos de arquitetura. Por exemplo, um SLM pode ter um bloco transformer com menos camadas e atenção completa, enquanto um LLM pode usar conexões esparsas em um módulo transformer maior e com comprimento de contexto mais extenso.
Velocidade de inferência e consumo de recursos
LLMs têm arquiteturas maiores e podem exigir mais tempo e recursos computacionais durante a inferência, ou seja, no momento de responder a um prompt.
Em comparação, SLMs tendem a usar menos tempo e menos recursos para responder. A Splunk também observa que LLMs normalmente são otimizados para responder mais rápido, como uma troca em relação à precisão da inferência, e para rodar em sistemas de computação de alto desempenho.
Já os SLMs costumam ser usados em máquinas de IA padrão com GPUs limitadas.
Viés e lacunas de aprendizagem
Tanto SLMs quanto LLMs estão sujeitos a vieses, dependendo dos dados disponíveis para treinamento.
Se os dados estiverem muito concentrados em determinado resultado, atributo, demografia ou região, o modelo pode refletir essa limitação. Em um exemplo de saúde, informações específicas de uma doença para os grupos e regiões mais afetados podem não se aplicar da mesma forma a outras populações.
Por isso, a governança, a ética em IA e a qualidade dos dados continuam sendo pontos importantes em qualquer estratégia de modelos de linguagem.