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IBM apresenta 5 tendências que vão transformar os negócios no Brasil e na América Latina

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A efervescência tecnológica que as organizações experimentaram nos últimos três anos reinventou a forma com que os líderes olham para o futuro dos negócios. Nesse contexto em que tecnologia, talentos e confiança são as três áreas de foco para o progresso, a IBM divulga hoje cinco tendências que transformarão os negócios no Brasil e na América Latina.

“À medida que arriscam, colocam o talento no centro da estratégia e praticam inovação aberta, as empresas permanecem relevantes em um mercado altamente competitivo e desafiador. As decisões e investimentos que fazem hoje definirão as oportunidades do amanhã. Quando unimos tecnologia, talentos diversos e o ecossistema, o resultado é inovação para as organizações, seus clientes e para a sociedade”, ressalta Marcelo Braga, presidente e líder de Technology da IBM Brasil.

Nesse sentido, o mercado também responde para acompanhar a transformação dos negócios. “Somente em 2022, as empresas no Brasil vão investir 74% de seu orçamento em tecnologias para construir capacidades digitais de longo prazo”, comenta Alejandro Florean, vice-presidente de Consultoria e Soluções Estratégicas, IDC Latin America.

O relatório “5 tendências para 2022 e além”, do IBM Institute for Business Value, revela como a demanda de consumidores, funcionários e investidores, bem como as apostas e preferências de empresas de alto desempenho, estão mudando.

Essas tendências destacam grandes mudanças que vieram para ficar.

  1. ADOÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS: arrisque-se ou congele na sua zona de conforto – Ao invés de desenvolver medidas inovadoras isoladas, líderes devem focar em implementar sistemas integrados que revolucionarão os modelos de negócios. Nesse contexto, correr riscos gera bons resultados. Empresas com uma cultura de tolerância a erros alcançaram um aumento de 10% na receita. Além disso, os que investiram em ecossistemas e inovação aberta tiveram um aumento médio na receita de 40%. Segundo o IDC, o Brasil será o país com maior consumo de novas tecnologias até 2026, o que representa uma taxa composta de crescimento (CAGR) de 16,9% no período 2021-2026.
  2. TALENTO: cuide dos seus ou partirão sem olhar para trás – Nos cinco primeiros meses deste ano houve quase 3 milhões de demissões voluntárias no Brasil. Em escala global, dados do IBV apontam que mais da metade (56%) dos profissionais que mudaram de empresa em 2021 citaram a demanda por maior flexibilidade como principal motivo, enquanto quase um terço afirmou querer trabalhar para uma empresa que esteja mais alinhada a seus valores. As organizações precisam reavaliar seus modelos de negócios e fazer as mudanças necessárias para serem mais atrativas, o que envolve colocar as pessoas em primeiro lugar, priorizar seu bem-estar financeiro, mental e físico, oferecendo flexibilidade e incentivando a autenticidade. As empresas que não atenderem às necessidades de seus funcionários podem sucumbir na guerra por talentos e ficar com posições não preenchidas. O impacto econômico na América Latina até o final de 2022 pode chegar a US$ 35 trilhões devido à lacuna de habilidades técnicas e digitais em todos os setores da indústria.
  3. SUSTENTABILIDADE: credibilidade das empresas em jogo – Os CEOs dizem que a sustentabilidade é uma de suas prioridades para os próximos 2-3 anos e 54% dos consumidores afirmam que estão dispostos a pagar preços mais altos por produtos ambientalmente sustentáveis. Por outro lado, pouco menos da metade dos consumidores diz confiar nas afirmações que as empresas fazem sobre sustentabilidade, e mais de três quartos desse grupo fazem suas próprias pesquisas antes de tomar uma decisão de compra. Isso significa que as empresas devem fornecer informações transparentes e detalhadas sobre o progresso de suas iniciativas se quiserem se conectar com esses consumidores orientados por propósitos.
  4. ECOSSISTEMA: é hora de superar limites e fazer alianças, inclusive com a concorrência – O olhar sobre o ecossistema cresceu exponencialmente nos últimos anos. Mais do que nunca, a inovação aberta impulsiona a colaboração e a cocriação para atender às novas necessidades do consumidor, cada vez mais exigente. Valorizar a inteligência coletiva e romper as fronteiras da própria organização são chave para alcançar esse objetivo, que lhes permitirá responder aos desafios de um contexto de rápidas mudanças e disrupções. A colaboração com parceiros do ecossistema, incluindo a concorrência, será necessária à medida em que as empresas avançam em suas transformações.
  5. CIBERSEGURANÇA – não espere que ataquem sua confiança – Embora as tecnologias baseadas em nuvem, plataformas e ecossistemas aumentem a agilidade e a capacidade de inovar, se não forem bem gerenciados, podem expor as empresas: 70% das organizações têm dificuldade em proteger dados em diversas nuvens e ambientes locais. A chave será combinar as estratégias e tecnologias, bem como uma abordagem Zero Trust, para obter melhores resultados de negócios, além de detectar e conter incidentes de segurança mais rapidamente para proteger seus ativos, clientes e negócios.

Transformação e disrupção são processos contínuos. As empresas devem arriscar, aprender com suas falhas e encontrar as combinações de tecnologias, estratégias e pessoas que podem ajudá-las a avançar. Investimentos de hoje podem significar oportunidades e preparação para enfrentar o futuro e, sem dúvida, estar melhor posicionado para aproveitar todas as mudanças positivas que a transformação digital traz. Essas são tendências que vieram para ficar.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Weber Shandwick – Assessoria de imprensa IBM[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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IBM apresenta seu avançado processador quântico de 127 qubits

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A IBM (NYSE: IBM) anunciou seu novo processador ‘Eagle’ de 127 qubits (bits quânticos) durante o IBM Quantum Summit 2021, seu evento anual em que apresenta os destaques de hardware e software quântico, assim como o crescimento do ecossistema quântico. O processador ‘Eagle’ é um grande avanço para aproveitar o enorme potencial de computação dos dispositivos baseados na física quântica. No desenvolvimento de hardware, ele marca o ponto em que os circuitos quânticos não podem ser simulados de maneira confiável e exata num computador clássico. A IBM também antecipou planos para o IBM Quantum System Two, a próxima geração de sistemas quânticos.

A computação quântica aproveita a natureza quântica fundamental da matéria em níveis subatômicos para oferecer a possibilidade de uma potência computacional enormemente aumentada. A unidade computacional fundamental da computação quântica é o circuito quântico, uma combinação de qubits em portas e medidas quânticas. Quanto mais qubits um processador quântico tiver, mais complexos e valiosos serão os circuitos quânticos que ele pode executar.

A IBM recentemente apresentou os roadmaps para a computação quântica, incluindo uma jornada para escalar o hardware quântico a fim de permitir que os circuitos quânticos complexos alcancem a Vantagem Quântica, isto é, o ponto no qual os sistemas quânticos podem superar significativamente seus contrapontos clássicos. ‘Eagle’ é o último passo nessa jornada de escalabilidade.

A IBM mede o progresso no hardware de computação quântica através de três atributos de desempenho: escala, qualidade e velocidade. A escala é medida pelo número de qubits em um processador quântico e determina o quão grande é o circuito quântico que pode ser executado. A qualidade é medida pelo Volume Quântico e descreve com que precisão os circuitos quânticos funcionam em um dispositivo quântico real. A velocidade é medida por CLOPS (Circuit Layer Operations Per Second), uma métrica que a IBM introduziu em novembro de 2021 e que identifica a viabilidade de executar cálculos reais compostos de um grande número de circuitos quânticos.

Processador Eagle de 127 qubits

‘Eagle’ é o primeiro processador quântico IBM desenvolvido e implementado para conter mais de 100 qubits operacionais e conectados. Ele segue o processador ‘Hummingbird’ de 65 qubit da IBM, lançado em 2020, e o processador ‘Falcon’ de 27 qubit, anunciado em 2019. Para alcançar esse avanço, os pesquisadores da IBM desenvolveram inovações pioneiras em seus processadores quânticos existentes, como um desenho de combinação de qubit para reduzir erros e uma arquitetura para diminuir o número de componentes necessários. As novas técnicas usadas em Eagle colocam a fiação de controle em vários níveis físicos dentro do processador enquanto mantém os qubits em uma única camada, permitindo um aumento significativo nos qubits.

O aumento de Qubits vai permitir que os usuários explorem problemas em um novo nível de complexidade ao conduzir experimentos e executar aplicativos, como otimizar o aprendizado de máquina ou modelar novas moléculas e materiais para uso em áreas que vão desde a indústria de energia até o processo de descoberta de fármacos. ‘Eagle’ é o primeiro processador quântico da IBM cuja escala torna impossível a simulação confiável em um computador clássico. Na verdade, o número de bits clássicos necessários para representar um estado no processador de 127 qubit excede o total de átomos em mais de 7,5 bilhões de pessoas no mundo.

“A chegada do processador ‘Eagle’ é um grande passo em direção ao dia em que os computadores quânticos poderão superar os computadores clássicos em aplicações úteis”, declarou o Dr. Darío Gil, Vice-presidente Sênior da IBM e Diretor de Research. “A computação quântica tem o poder de transformar quase todos os setores e nos ajudar a enfrentar os maiores problemas de nosso tempo. É por isso que a IBM continua inovando rapidamente no design de hardware e software quânticos, gerando maneiras para que as cargas de trabalho quânticas e clássicas se fortaleçam mutuamente e criem um ecossistema global que é fundamental para o crescimento de uma indústria quântica.”

O primeiro processador ‘Eagle’ está disponível como um dispositivo exploratório na IBM Cloud para um grupo selecionado de membros da IBM Quantum Network.

IBM Quantum System Two

Em 2019, a IBM apresentou o IBM Quantum System One, primeiro sistema de computação quântica integrado do mundo. Desde então, a empresa implementou, nos Estados Unidos, esses sistemas como a fundação de seus serviços IBM Quantum baseados na nuvem, bem como na Fraunhofer-Gesellschaft, a principal instituição de pesquisa científica na Alemanha, na Universidade de Tóquio no Japão e um futuro sistema na Clínica de Cleveland, nos Estados Unidos. Além disso, hoje é anunciada uma nova parceria com a Universidade de Yonsei em Seul, na Coreia do Sul, para implementar o primeiro sistema quântico no país.

À medida que a IBM continua escalando seus processadores, espera-se que eles amadureçam além da infraestrutura do IBM Quantum System One. Por isso, a companhia está entusiasmada em apresentar um conceito para o futuro dos sistemas de computação quântica: IBM Quantum System Two, desenhado para trabalhar com os próximos processadores IBM de 433 qubits e 1.121 qubits.

“O IBM Quantum System Two oferece um olhar pelo futuro centro de dados de computação quântica, em que a modularidade e a flexibilidade da infraestrutura do sistema serão chaves para o escalonamento contínuo”, disse o Dr. Jay Gambetta, IBM Fellow e VP de Quantum Computing. “System Two é baseado no longo legado da IBM na computação quântica e na clássica, trazendo novas inovações em todos os níveis do stack tecnológico”.

O conceito de modularidade é fundamental no IBM Quantum System Two. À medida que a IBM avança em seu roadmap de hardware e constrói processadores com contagens maiores de qubits, é vital que o hardware de controle tenha flexibilidade e recursos necessários para escalar. Esses recursos incluem a eletrônica de controle, que permite aos usuários manipularem os qubits, e o resfriamento criogênico, que mantém os qubits a uma temperatura suficientemente baixa para que suas propriedades quânticas se manifestem.

O desenho do IBM Quantum System Two vai incorporar uma nova geração de eletrônica de controle de qubits escalável, junto com componentes criogênicos e fiação de alta densidade. Além disso, o IBM Quantum System Two introduz uma nova plataforma criogênica, desenhada em conjunto com Bluefors, apresentando um design estrutural novo e inovador para maximizar o espaço para o suporte de hardware requerido pelos processadores maiores enquanto assegura que os engenheiros possam acessar facilmente o hardware e realizar a manutenção.

Além disso, o novo desenho fornece a possibilidade de proporcionar maior espaço de trabalho criogênico compartilhado, o que, em última instância, leva à potencial vinculação de múltiplos processadores quânticos. Espera-se que o protótipo do IBM Quantum System Two esteja em funcionamento em 2023.[/vc_column_text][us_separator show_line=”1″][vc_column_text]Matéria feita por: IBM[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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