A IBM apresentou oficialmente o IBM z17, seu novo mainframe desenvolvido especialmente para a era da inteligência artificial (IA). A novidade chega com foco em eficiência energética, sustentabilidade e alto desempenho, marcando um avanço importante na jornada digital de grandes empresas.
Processamento potente com menor consumo de energia
Um dos principais destaques do z17 é o equilíbrio entre potência de processamento e baixo consumo energético. De acordo com a IBM, o novo equipamento consome 5,4 vezes menos energia que seu antecessor, o z16 — um salto considerável rumo à sustentabilidade.
Além disso, o novo processador Telum II e o acelerador Spyre garantem ganhos significativos de performance, permitindo um volume ainda maior de análises e inferências por segundo. O z17 é capaz de processar até 450 bilhões de inferências por dia, superando com folga os 300 bilhões do modelo anterior.
Para atender à crescente demanda por soluções de IA mais versáteis, a IBM apostou em uma arquitetura voltada para a inteligência artificial multimodal. Isso significa que o z17 é capaz de operar com diferentes tipos de modelos — tanto IA preditiva quanto IA generativa — adaptando-se conforme as necessidades de cada cliente.
Segundo Elpida Tzortzatos, IBM Fellow e CTO do z/OS e AI no IBM Z, esse é um passo fundamental para que empresas possam escalar o uso da inteligência artificial com responsabilidade e eficiência. Ela ressalta que a flexibilidade para alternar entre abordagens de IA se tornará cada vez mais estratégica no ambiente corporativo.
Governança de IA e sustentabilidade como prioridade
Outro ponto de atenção da IBM foi a governança da IA. Para isso, o z17 traz ferramentas capazes de rastrear a origem dos dados utilizados, identificar possíveis vieses algorítmicos e garantir a explicabilidade das decisões tomadas pelos sistemas de IA embarcados.
Além disso, a empresa vem investindo no desenvolvimento de modelos menores e mais direcionados, que exigem menos recursos computacionais. Essa abordagem não só torna os sistemas mais rápidos como também contribui diretamente para a redução do impacto ambiental.
Disponibilidade e integração com o Watson X
O z17 estará disponível a partir de 18 de junho de 2025, e fará parte do ecossistema de nuvem híbrida da IBM. O equipamento também terá integração nativa com o Watson X, plataforma de IA generativa da empresa, permitindo fluxos de trabalho mais inteligentes e conectados.
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Uma nova pesquisa global da IBM revela que 78% dos líderes empresariais brasileiros investirão em tecnologia nos próximos 12 meses – o que inclui soluções como IA, automação e nuvem híbrida. A porcentagem é maior do que em outros países, como EUA, Japão, Alemanha e Reino Unido.
Com essa perspectiva significativa para o cenário brasileiro em 2023, os principais fatores externos que estão impulsionando o investimento em tecnologia no País são riscos cibernéticos (32%), mudanças de mercado (29%) e pressões ambientais devido à agenda ESG (26%). Entre os fatores que estão dificultando ou desacelerando os investimentos em tecnologia, a inflação lidera com 30%.
O estudo “Previsões de Investimentos Globais em Tecnologia”, que a IBM encomendou à Morning Consult, traz um panorama dos investimentos em tecnologia para as empresas brasileiras, nos próximos 12 meses e previsões mais longas, de dois a cinco anos. A pesquisa inclui a opinião de 4.000 líderes empresariais globais do Brasil, Estados Unidos, Reino Unido, China, Índia, Alemanha, Japão e Canadá.
Liderança na implementação de 5G e nuvem nos próximos anos
Sobre as tecnologias que as empresas brasileiras pretendem implementar nos próximos dois anos, as principais são 5G (39%), seguida de computação em nuvem (híbrida, pública e privada) e soluções de TI verde (ambas com 36%), soluções de cibersegurança (35%) e Soluções IoT, com 33%.
Em relação às tecnologias emergentes que os líderes brasileiros acreditam que mudarão os negócios nos próximos 3 a 5 anos, existem as plataformas de nuvem para indústria (31%), seguidas por funcionários digitais, IA generativa, segurança cibernética com infusão de IA e armazenamento computacional, todos com 29%.
“Vemos um compromisso com a tecnologia em diferentes setores do país. Os serviços financeiros, por exemplo, tem dado uma grande contribuição aos investimentos devido à alta competitividade e transformação das operações financeiras, além do recente lançamento do Pix e do Open Finance. Outro setor é o varejo, o e-commerce foi muito impulsionado pela pandemia e grande parte dessa operação é suportada por tecnologias, como a nuvem. Por fim, considero a área de serviços, pois as empresas do setor têm grande potencial para aplicar tecnologia para automatizar processos de negócios usando IA para aumentar a eficiência”, disse o CTO de Technology, Cloud e Cognitive Software da IBM Brasil, Wagner Arnaut.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]Investir em sustentabilidade: um caminho incontornável
Em relação aos fatores externos que impulsionam os investimentos em sustentabilidade, as pressões ambientais lideram no Brasil – e globalmente – com 43%, seguidas por mudanças de mercado (37%), pressões de conformidade legal e regulatória e diretivas c-suite (ambos com 32%).
No Brasil, os líderes mencionaram investimentos específicos em sustentabilidade como “soluções que ajudam a gerenciar ativos, instalações e infraestrutura para impulsionar a transição para energia limpa, gerenciamento eficiente de resíduos e descarbonização” e “soluções que ajudam a impulsionar a eficiência energética em computação e TI”, ambos com 61%.
Por fim, a nível global, investir em edifícios mais sustentáveis e em computação e TI com eficiência energética estão entre os principais investimentos em sustentabilidade planejados para os próximos dois anos.
Metodologia
A pesquisa foi realizada pela Morning Consult entre 15 e 26 de novembro de 2022 entre uma amostra de 4.001 líderes empresariais (tomadores de decisão de estratégia corporativa ou de TI) nos EUA, Reino Unido, Brasil, China, Índia, Alemanha, Japão e Canadá. As entrevistas foram realizadas online. Os resultados da pesquisa completa têm uma margem de erro de mais ou menos 2 pontos percentuais.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Weber Shandwick – Assessoria de imprensa IBM [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Na IBM, nossos consultores são responsáveis por transformar negócios e modernizar a forma como nossos clientes usam a tecnologia. IBM Consulting é um time de talentos apaixonados, inteligentes e criativos que têm um compromisso com a excelência e com a entrega de soluções inovadoras para clientes em todo o mundo.
Neste blog, focamos em cinco razões pelas quais nossos consultores escolheram a IBM como o próximo destino da jornada de suas carreiras.
1. A IBM incentiva o crescimento
A liderança da IBM entende que grandes talentos são apaixonados pelo que fazem e se sentem motivados quando exploram e experimentar coisas novas. Nossos IBMistas têm acesso a incontáveis recursos educacionais para continuar aprendendo sobre nossos negócios e investir tempo em áreas que acham interessantes e querem se tornar experts.
Além disso, IBM Consulting oferece um framework de carreira transparente para sócios, profissionais e executivos, que dá clareza sobre a jornada de evolução na carreira e o que é esperado para crescer e ser promovido. Com uma empresa deste porte, as oportunidades de crescimento são intermináveis.
2. A IBM é mais do que apenas uma empresa de tecnologia
Muitas vezes, quando as pessoas ouvem IBM, elas podem pensar “empresa de tecnologia”, “computadores,” ou “Watson”. Para a maioria, apenas os termos de tecnologia acabam sendo importantes. Embora tenhamos expertise mundial em desenvolvimento e entrega de soluções de tecnologia, nós ajudamos os clientes a se prepararem para uma transformação de negócios. Temos equipes de consultoria em design, RH, responsabilidade corporativa, marketing, a diversidade e inclusão, só para citar algumas.
3. A IBM tem um compromisso com a diversidade, equidade e inclusão
A IBM tem um histórico rico de liderança em diversidade, equidade e inclusão. Desde sua fundação em 1911, a IBM tem se dedicado a construir uma cultura de inclusão e proporcionar oportunidades para que todos os IBMistas causem um impacto positivo nas comunidades ao redor do mundo. Em 1935, a IBM teve a primeira política de equidade entre homens e mulheres e foi uma das primeiras empresas a incluir a orientação sexual como parte de seu compromisso com a não discriminação em 1984. A IBM celebra a diversidade em todos os níveis e se orgulha de apoiar seus funcionários na luta contra a discriminação e a opressão em todo o planeta.
4. A IBM trabalha com visionários
Os IBMistas em nosso negócio de consultoria têm a oportunidade única de trabalhar com clientes inovadores que compartilham os mesmos objetivos e valores que nós. Trabalhamos com uma grande variedade de clientes – de empresas menores familiares a empresas da Fortune 500, em dezenas de indústrias, como financeira, varejo e consumo, telecomunicações, energia, automobilística, manufatura, mídia e entretenimento, entre muitas outras.
5. A IBM é poderosa
O poder da IBM vem das sinergias em toda a organização. Há mais de um século na vanguarda da tecnologia e da inovação, a IBM ganhou destaque como uma marca amplamente conhecida e valiosa. Se você já escaneou um código de barras ou reservou um voo on-line, provavelmente já usou tecnologia da IBM. A IBM ajudou a humanidade a levar a primeira pessoa à Lua, usando mainframes da IBM 7090, para calcular trajetórias para os voos espaciais Mercury e Apollo (recomendo muito assistir a Hidden Figures para ver isso!) Com a amplitude global de trabalho na IBM, nossa tecnologia e reputação vão muito além das de outras empresas de tecnologia. Isso possibilita e capacita nossos consultores a trabalhar com clientes no mundo todo em qualquer indústria que você possa imaginar.
Saiba mais sobre os empregos de consultoria na IBM
IBM Consulting ajuda as empresas a acelerar suas jornadas de transformação de negócios. Se você estiver interessado em seguir uma carreira com IBM Consulting ou quiser ver as vagas disponíveis agora, visite nosso site de carreiras. Se você não encontrar nenhuma vaga que se alinhe com suas habilidades e interesses, junte-se à nossa Rede de Talentos de Consultoria para receber atualizações sobre oportunidades de carreira que correspondam aos seus interesses e habilidades.[/vc_column_text][us_separator][us_btn label=”Saiba mais sobre treinamentos IBM” link=”url:https%3A%2F%2Fwww.flane.com.pa%2Fpt%2Fibm-training|target:_blank”][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: IBM Brasil[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]A efervescência tecnológica que as organizações experimentaram nos últimos três anos reinventou a forma com que os líderes olham para o futuro dos negócios. Nesse contexto em que tecnologia, talentos e confiança são as três áreas de foco para o progresso, a IBM divulga hoje cinco tendências que transformarão os negócios no Brasil e na América Latina.
“À medida que arriscam, colocam o talento no centro da estratégia e praticam inovação aberta, as empresas permanecem relevantes em um mercado altamente competitivo e desafiador. As decisões e investimentos que fazem hoje definirão as oportunidades do amanhã. Quando unimos tecnologia, talentos diversos e o ecossistema, o resultado é inovação para as organizações, seus clientes e para a sociedade”, ressalta Marcelo Braga, presidente e líder de Technology da IBM Brasil.
Nesse sentido, o mercado também responde para acompanhar a transformação dos negócios. “Somente em 2022, as empresas no Brasil vão investir 74% de seu orçamento em tecnologias para construir capacidades digitais de longo prazo”, comenta Alejandro Florean, vice-presidente de Consultoria e Soluções Estratégicas, IDC Latin America.
O relatório “5 tendências para 2022 e além”, do IBM Institute for Business Value, revela como a demanda de consumidores, funcionários e investidores, bem como as apostas e preferências de empresas de alto desempenho, estão mudando.[/vc_column_text][vc_column_text]Essas tendências destacam grandes mudanças que vieram para ficar.
ADOÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS: arrisque-se ou congele na sua zona de conforto – Ao invés de desenvolver medidas inovadoras isoladas, líderes devem focar em implementar sistemas integrados que revolucionarão os modelos de negócios. Nesse contexto, correr riscos gera bons resultados. Empresas com uma cultura de tolerância a erros alcançaram um aumento de 10% na receita. Além disso, os que investiram em ecossistemas e inovação aberta tiveram um aumento médio na receita de 40%. Segundo o IDC, o Brasil será o país com maior consumo de novas tecnologias até 2026, o que representa uma taxa composta de crescimento (CAGR) de 16,9% no período 2021-2026.
TALENTO: cuide dos seus ou partirão sem olhar para trás – Nos cinco primeiros meses deste ano houve quase 3 milhões de demissões voluntárias no Brasil. Em escala global, dados do IBV apontam que mais da metade (56%)dos profissionais que mudaram de empresa em 2021 citaram a demanda por maior flexibilidade como principal motivo, enquanto quase um terço afirmou querer trabalhar para uma empresa que esteja mais alinhada a seus valores. As organizações precisam reavaliar seus modelos de negócios e fazer as mudanças necessárias para serem mais atrativas, o que envolve colocar as pessoas em primeiro lugar, priorizar seu bem-estar financeiro, mental e físico, oferecendo flexibilidade e incentivando a autenticidade. As empresas que não atenderem às necessidades de seus funcionários podem sucumbir na guerra por talentos e ficar com posições não preenchidas. O impacto econômico na América Latina até o final de 2022 pode chegar a US$ 35 trilhões devido à lacuna de habilidades técnicas e digitais em todos os setores da indústria.
SUSTENTABILIDADE: credibilidade das empresas em jogo – Os CEOs dizem que a sustentabilidade é uma de suas prioridades para os próximos 2-3 anos e 54% dos consumidores afirmam que estão dispostos a pagar preços mais altos por produtos ambientalmente sustentáveis. Por outro lado, pouco menos da metade dos consumidores diz confiar nas afirmações que as empresas fazem sobre sustentabilidade, e mais de três quartos desse grupo fazem suas próprias pesquisas antes de tomar uma decisão de compra. Isso significa que as empresas devem fornecer informações transparentes e detalhadas sobre o progresso de suas iniciativas se quiserem se conectar com esses consumidores orientados por propósitos.
ECOSSISTEMA: é hora de superar limites e fazer alianças, inclusive com a concorrência – O olhar sobre o ecossistema cresceu exponencialmente nos últimos anos. Mais do que nunca, a inovação aberta impulsiona a colaboração e a cocriação para atender às novas necessidades do consumidor, cada vez mais exigente. Valorizar a inteligência coletiva e romper as fronteiras da própria organização são chave para alcançar esse objetivo, que lhes permitirá responder aos desafios de um contexto de rápidas mudanças e disrupções. A colaboração com parceiros do ecossistema, incluindo a concorrência, será necessária à medida em que as empresas avançam em suas transformações.
CIBERSEGURANÇA – não espere que ataquem sua confiança – Embora as tecnologias baseadas em nuvem, plataformas e ecossistemas aumentem a agilidade e a capacidade de inovar, se não forem bem gerenciados, podem expor as empresas: 70% das organizações têm dificuldade em proteger dados em diversas nuvens e ambientes locais. A chave será combinar as estratégias e tecnologias, bem como uma abordagem Zero Trust, para obter melhores resultados de negócios, além de detectar e conter incidentes de segurança mais rapidamente para proteger seus ativos, clientes e negócios.
Transformação e disrupção são processos contínuos. As empresas devem arriscar, aprender com suas falhas e encontrar as combinações de tecnologias, estratégias e pessoas que podem ajudá-las a avançar. Investimentos de hoje podem significar oportunidades e preparação para enfrentar o futuro e, sem dúvida, estar melhor posicionado para aproveitar todas as mudanças positivas que a transformação digital traz. Essas são tendências que vieram para ficar.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Weber Shandwick – Assessoria de imprensa IBM [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]A Fast Lane tem o prazer de anunciar que, a partir deste momento, toda a oferta de treinamento e certificação Red Hat está disponível no mercado latino-americano, como parte de nossa aliança com esta marca.
A Red Hat é a líder mundial em soluções open source empresariais e oferece serviços de TI em qualquer infraestrutura com mais rapidez e menos custos com nosso amplo portfólio de infraestrutura de nuvem híbrida, serviços de aplicação, desenvolvimento de aplicações nativas em nuvem e soluções de automação.
Entre seus principais aliados estão outros líderes do setor como AWS, Microsoft, Google e IBM entre outros. A confiança vem de saber mais. Confie na Fast Lane & Red Hat para desenvolver suas habilidades e ampliar seu conhecimento. Oferecemos opções de treinamento flexíveis, com conteúdo baseado em casos e tarefas reais e comprovação das habilidades adquiridas por meio de exames de certificação hands-on. Aprimore ao máximo as habilidades da sua equipe e aumente o impacto gerado pelos investimentos tecnológicos da sua organização.
Portfolio de Treinamentos Red Hat oferecidos pela Fast Lane.[/vc_column_text][us_image image=”8492″ link=”url:https%3A%2F%2Fwww.flane.com.pa%2Fpt%2Fredhat|target:_blank” onclick=”custom_link”][us_separator size=”small”][vc_column_text]Agora na Fast Lane você poderá se capacitar em todas essas soluções no idioma e lugar que precisar, com nossa presença em 8 países da região (México, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Peru, Argentina, Chile, Brasil) atendemos todas as demandas de nossos clientes no formato que melhor se adequa às suas necessidades e projetos.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]A efervescência tecnológica que as organizações experimentaram nos últimos três anos reinventou a forma com que os líderes olham para o futuro dos negócios. Nesse contexto em que tecnologia, talentos e confiança são as três áreas de foco para o progresso, a IBM divulga hoje cinco tendências que transformarão os negócios no Brasil e na América Latina.
“À medida que arriscam, colocam o talento no centro da estratégia e praticam inovação aberta, as empresas permanecem relevantes em um mercado altamente competitivo e desafiador. As decisões e investimentos que fazem hoje definirão as oportunidades do amanhã. Quando unimos tecnologia, talentos diversos e o ecossistema, o resultado é inovação para as organizações, seus clientes e para a sociedade”, ressalta Marcelo Braga, presidente e líder de Technology da IBM Brasil.
Nesse sentido, o mercado também responde para acompanhar a transformação dos negócios. “Somente em 2022, as empresas no Brasil vão investir 74% de seu orçamento em tecnologias para construir capacidades digitais de longo prazo”, comenta Alejandro Florean, vice-presidente de Consultoria e Soluções Estratégicas, IDC Latin America.
O relatório “5 tendências para 2022 e além”, do IBM Institute for Business Value, revela como a demanda de consumidores, funcionários e investidores, bem como as apostas e preferências de empresas de alto desempenho, estão mudando.
Essas tendências destacam grandes mudanças que vieram para ficar.
ADOÇÃO DE NOVAS TECNOLOGIAS: arrisque-se ou congele na sua zona de conforto – Ao invés de desenvolver medidas inovadoras isoladas, líderes devem focar em implementar sistemas integrados que revolucionarão os modelos de negócios. Nesse contexto, correr riscos gera bons resultados. Empresas com uma cultura de tolerância a erros alcançaram um aumento de 10% na receita. Além disso, os que investiram em ecossistemas e inovação aberta tiveram um aumento médio na receita de 40%. Segundo o IDC, o Brasil será o país com maior consumo de novas tecnologias até 2026, o que representa uma taxa composta de crescimento (CAGR) de 16,9% no período 2021-2026.
TALENTO: cuide dos seus ou partirão sem olhar para trás – Nos cinco primeiros meses deste ano houve quase 3 milhões de demissões voluntárias no Brasil. Em escala global, dados do IBV apontam que mais da metade (56%) dos profissionais que mudaram de empresa em 2021 citaram a demanda por maior flexibilidade como principal motivo, enquanto quase um terço afirmou querer trabalhar para uma empresa que esteja mais alinhada a seus valores. As organizações precisam reavaliar seus modelos de negócios e fazer as mudanças necessárias para serem mais atrativas, o que envolve colocar as pessoas em primeiro lugar, priorizar seu bem-estar financeiro, mental e físico, oferecendo flexibilidade e incentivando a autenticidade. As empresas que não atenderem às necessidades de seus funcionários podem sucumbir na guerra por talentos e ficar com posições não preenchidas. O impacto econômico na América Latina até o final de 2022 pode chegar a US$ 35 trilhões devido à lacuna de habilidades técnicas e digitais em todos os setores da indústria.
SUSTENTABILIDADE: credibilidade das empresas em jogo – Os CEOs dizem que a sustentabilidade é uma de suas prioridades para os próximos 2-3 anos e 54% dos consumidores afirmam que estão dispostos a pagar preços mais altos por produtos ambientalmente sustentáveis. Por outro lado, pouco menos da metade dos consumidores diz confiar nas afirmações que as empresas fazem sobre sustentabilidade, e mais de três quartos desse grupo fazem suas próprias pesquisas antes de tomar uma decisão de compra. Isso significa que as empresas devem fornecer informações transparentes e detalhadas sobre o progresso de suas iniciativas se quiserem se conectar com esses consumidores orientados por propósitos.
ECOSSISTEMA: é hora de superar limites e fazer alianças, inclusive com a concorrência – O olhar sobre o ecossistema cresceu exponencialmente nos últimos anos. Mais do que nunca, a inovação aberta impulsiona a colaboração e a cocriação para atender às novas necessidades do consumidor, cada vez mais exigente. Valorizar a inteligência coletiva e romper as fronteiras da própria organização são chave para alcançar esse objetivo, que lhes permitirá responder aos desafios de um contexto de rápidas mudanças e disrupções. A colaboração com parceiros do ecossistema, incluindo a concorrência, será necessária à medida em que as empresas avançam em suas transformações.
CIBERSEGURANÇA – não espere que ataquem sua confiança – Embora as tecnologias baseadas em nuvem, plataformas e ecossistemas aumentem a agilidade e a capacidade de inovar, se não forem bem gerenciados, podem expor as empresas: 70% das organizações têm dificuldade em proteger dados em diversas nuvens e ambientes locais. A chave será combinar as estratégias e tecnologias, bem como uma abordagem Zero Trust, para obter melhores resultados de negócios, além de detectar e conter incidentes de segurança mais rapidamente para proteger seus ativos, clientes e negócios.
Transformação e disrupção são processos contínuos. As empresas devem arriscar, aprender com suas falhas e encontrar as combinações de tecnologias, estratégias e pessoas que podem ajudá-las a avançar. Investimentos de hoje podem significar oportunidades e preparação para enfrentar o futuro e, sem dúvida, estar melhor posicionado para aproveitar todas as mudanças positivas que a transformação digital traz. Essas são tendências que vieram para ficar.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Weber Shandwick – Assessoria de imprensa IBM[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Hoje, mais de 100 mil vagas de emprego estão abertas na área de tecnologia, com tempo médio na busca de 3 meses para cada vaga não são preenchidas. Nesse ritmo, o país pode chegar a 2025 com um déficit acumulado de quase 800 mil profissionais.
O apagão tecnológico, como tem sido chamado, é uma preocupação cada vez mais aparente visto que, empresas e pessoas, são cada vez mais dependentes de tecnologia e inovação.
A formação atual de profissionais segundo estudos, é de 53 mil por ano e a demanda média de mercado é de 159 mil, uma diferença de mais de 100%.
Adicionalmente, profissionais recém-formados muitas vezes não tem a vivência para poder suprir as necessidades dos complexos projetos. Já os profissionais mais capacitados, estão com suas cargas de trabalho acima do recomendado, somando em média 13 horas de atividades diárias. A demanda por projetos supera em muito à capacidade onerando provedores de serviços e clientes, muitas vezes inviabilizando projetos, seja por custos ou pelos prazos estendidos de entrega.
Antes de 2020, o setor previa uma necessidade de 250 mil profissionais até 2024. Depois da pandemia da Covid-19, o problema ganhou uma escala muito maior. É sabido que a pandemia acelerou a digitalização das empresas, aumentando consideravelmente a demanda por mão de obra qualificada.
Neste contexto, nosso maior desafio é formar mão de obra para não ficar para trás na corrida da inovação e do desenvolvimento tecnológico. A tecnologia é parte fundamental para o crescimento e manutenção das empresas.
Um diagnóstico complementar aponta que, pela possibilidade de trabalho em modelo remoto, muitos profissionais optaram por trabalhar em empresas internacionais atraídos por salários baseados em dólar.
Esta escassez enorme de mão de obra dificulta a transformação digital de negócios de todas as áreas e não se restringe apenas as empresas do setor de tecnologia, mas também todos os negócios que precisem de tecnologia e do digital para suportar operações e crescer. Todos estão sendo impactados pela alta nos valores médios de projetos em termos de prazo e investimento.
Mas como resolver este problema e minimizar os riscos desse apagão?
Formação profissional e Capacitação tecnológica é o caminho que devemos seguir. Para minimizar os riscos, o investimento em capacitação profissional é sem dúvidas o caminho mais adequado para melhorar a performance e também de atrair e desenvolver novos talentos.
Reverter este quadro não é nada fácil, porém, se as empresas buscarem capacitação e qualificação de seus profissionais, seja com novas tecnologias ou na criação de programas de inclusão de novos profissionais, em breve teremos um cenário mais ameno.
A ITLS Treinamentos, parte do Grupo Fast Lane Global, capacita e certifica profissionais em mais de 40 fabricantes de tecnologia nas áreas de desenvolvimento, consultoria e nos chamados soft skills.
Em parceria com estes grandes fabricantes de tecnologia, a empresa se propõe a desenvolver um trabalho de não só ministrar treinamentos e exames de certificação, mas de prover um trabalho consultivo para que integradores e clientes finais, possam ter uma fotografia do seu cenário atual de profissionais e criar um plano que contempla trilhas de treinamentos alinhados com os objetivos de negócios, prazos e mensuração de resultados.
Já foram treinados nos programas desenvolvidos entre Fast Lane e fabricantes, mais de 600.000 alunos em várias tecnologias para desenvolvedores, consultores, arquitetos e times comerciais.
No Brasil, são criados mensalmente trilhas de treinamentos gratuitos e pagos para que o “corpo tecnológico brasileiro” esteja cada vez mais qualificado para avançar nos projetos represados em empresas e integradores. Definitivamente a jornada digital é primordial para a sobrevivência das empresas e profissionais qualificados são a matéria-prima para alcançar estes objetivos.
Programas especiais também são desenvolvidos em conjunto com as áreas de negócios e RH, assim possibilitando que sejam conhecidas as deficiências e rapidamente se possa criar um plano de capacitação consistente e adequado a cada tipo de necessidade.
Para saber mais sobre a ITLS e seus programas de cursos acesse nosso site.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Cristiane Jardim, Country Manager da Fast Lane Brasil.
Atua na área de tecnologia da informação há 25 anos, formada em Administração de Empresas, Pós-graduada em Marketing. Realizou Cursos de Negócios e Tecnologia, Customer Experience, Gestão de Processos, além de participar de cursos e eventos nacionais e internacionais especialmente voltados para a jornada digital.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]A Fast Lane tem o prazer de anunciar que, a partir deste momento, toda a oferta de treinamento e certificação SUSE está disponível no mercado latino-americano, como parte de nossa aliança global com a marca SUSE Platinum Learning Partner.
A SUSE é líder global em soluções de código aberto para empresas, usadas por mais de 60% das empresas da Fortune 500 para dar suporte a suas cargas de trabalho críticas. Ela é especializada em soluções Enterprise Linux, Kubernetes Management e Edge, colaborando com parceiros e a comunidade para ajudar seus clientes a inovar em todos os lugares.
Entre seus principais aliados estão outros líderes do setor como Cisco, IBM, SAP, VMware, AWS, Microsoft e Huawei, entre outros.
A SUSE aproveita ao máximo o código e o software provenientes da comunidade, que são refinados e testados por seus engenheiros para torná-lo mais eficiente e, assim, certificar sua operação durante as implementações de seus clientes.
Portfolio SUSE
[/vc_column_text][us_image image=”8176″ align=”left”][us_image image=”8172″ align=”left”][us_image image=”8168″ align=”left”][us_separator size=”small”][vc_column_text]Agora na Fast Lane você poderá se capacitar em todas essas soluções no idioma e lugar que precisar, com nossa presença em 8 países da região (México, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Peru, Argentina, Chile, Brasil) atendemos todas as demandas de nossos clientes no formato que melhor se adequa às suas necessidades e projetos.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
A indústria brasileira vem sofrendo constante pressão nos últimos 20 anos, seja por políticas fiscais inadequadas, altos encargos sobre a folha salarial, caminhos tortuosos para fontes de financiamento à inovação ou simplesmente a acirrada competição global. Independentemente dos motivos, o resultado é único: a indústria brasileira vem se tornando menos competitiva a cada ano, embora alguns setores ainda se destaquem, como a cadeia da agroindústria por exemplo.
Neste contexto global, o Brasil não pode ficar para trás e várias iniciativas de associações, sindicatos e do governo buscam em um primeiro momento compreender a situação atual, as principais dores e quais os remédios mas, ao contrário de soluções paliativas, o desafio agora é como não dar novos passos para trás daqui a alguns anos.
E nesse cenário as tecnologias da Indústria 4.0 vieram para ficar, alinhadas com o programa do Governo Federal Brasil Mais Produtivo 4.0 com foco em reduções de custos produtivos, aumento de produtividade, ganhos de qualidade no processo e retorno financeiro (https://brasilmais.economia.gov.br/ ).
E a Internet das Coisas?
Dentre as tecnologias que suportam a 4ª Revolução Industrial ou Indústria 4.0, a Internet das Coisas tem papel de destaque na Indústria, cobrindo diversas aplicações alinhadas com as verticais do Brasil mais produtivo 4.0:
Sensores para monitoramento de equipamentos remotamente aliado a algoritmos de predição de falhas, permitindo que os gestores de manutenção tenham uma visão global do status de cada motor, bomba, painel elétrico, apenas para citar alguns; reduzindo o tempo de resposta e evitando quebras inesperadas, já que paradas não programadas significam perda de produção, horas extras, falhas de abastecimento e custos não previstos, entre outros.
Monitoramento de processos produtivos através do sensoriamento e análises de padrões é possível entender como os processos, que foram em algum momento definidos e simulados, estão funcionando no mundo real onde existem paradas não programadas, falta de energia, falta de componentes, rotatividade de funcionários, etc.. Tudo isso em tempo real que em conjunto com painéis de gestão e visualização proporcionam ao gestor da fábrica uma visão em tempo real de gargalos, ociosidades e falhas operacionais.
Sensoriamento e controle de ambientes com sensores inteligentes de monitoramento de temperatura local, níveis de monóxido e dióxido de carbono e particulado em suspensão, tornando os processos produtivos que envolvem geração de calor (processos de fundição por exemplo) ou então partículas em suspensão (usinas de cimento) muito mais seguros, reduzindo riscos aos funcionários e podendo até impactar em seguros menores para a empresa devido a diminuição de riscos trabalhistas.
E como a Indústria Brasileira está se reinventando?
O Governo Brasileiro em conjunto com várias entidades e associações vem desenvolvendo programas de excelência para capacitar toda a cadeira produtiva e um exemplo de sucesso é o ROTA 2030, que abrange a Indústria Automobilística e seus fornecedores, um segmento importantíssimo para a economia brasileira. O objetivo principal do ROTA 2030 é ampliar a competividade, a inovação, a segurança veicular, a proteção ao meio ambiente, a eficiência energética, a qualidade dos automóveis e a capacidade produtiva da indústria automotiva nacional.
Regulado pela lei nº 13.755/2018, o programa Rota 2030 promove o fortalecimento do setor automotivo e incentiva a inovação, com foco nos próximos quinze anos de operação da indústria automotiva.
Dentro deste programa o destaque fica para a Linha IV – Ferramentarias Brasileiras Mais Competitivas, que visa solucionar as dificuldades de empresas com baixa produtividade e defasagem tecnológica, capacitando a cadeia de ferramental de produtos automotivos e correlatos para atingir competitividade em nível mundial através da implantação de Provas de Conceito implantadas por startups de base tecnológica.
Os resultados desse programa foram apresentados no “Demoday Rota Challenge”, no espaço Ágora Tech Park em Joinville – SC e transmitido on-line, marcando o encerramento desta do primeiro ciclo do Rota Challenge.
Jade Alves, da equipe de coordenação de programas da Fundep, cita: “o Rota Challenge é uma iniciativa que veio para agregar valor para as ferramentarias, proporcionando um avanço tecnológico capaz de solucionar os principais desafios mapeadas nas indústrias, tais como: controle e gerenciamento de processos, gestão de matéria prima e controle de produção, e assertividade de orçamentos.”
Mauricio Finotti, Coordenador do Comitê de Manufatura da ABINC complementa: “Iniciativas como esta, além de servirem como demonstradores de tecnologia para empresas de todos os portes, trazem competitividade ao segmento” e complementa: “A Indústria 4.0 e suas tecnologias ainda estão em fase embrionária no Brasil, e quanto mais difundidas, maior o impacto em aumento de produtividade e reduções significativas de custos.”
[vc_row][vc_column][vc_column_text]As empresas de serviços financeiros enfrentam desafios, como as demandas de seus clientes, onde os nativos digitais estão se tornando cada vez mais relevantes, somados à necessidade de modernizar seus processos e mantê-los atualizados com as regulamentações locais. Além disso, elas se tornaram empresas que gerenciam centenas de milhares de dados de clientes e que, por isso, elas devem garantir sua segurança e administração transparente. Desta forma, a cibersegurança está no topo das agendas de negócios de líderes.
De acordo com o mais recente X-Force Threat Intelligence Index pela IBM, a indústria financeira foi a segunda mais atacada globalmente em 2021, com a América Latina recebendo 9% dos ataques. O acesso a servidores surgiu como o principal tipo de ataque a organizações de serviços financeiros e de seguros, representando 14% de todas as investidas, seguido por ransomware, configurações incorretas e fraude, empatados em segundo lugar com 10% cada. Na América Latina, o principal tipo de ataque foi o de ransomware, que respondeu por 29% dos ataques no geral.
Em termos de vetores de infecção, o phishing foi o mais comum, gerando 46% de ataques ao setor em 2021, seguido pela exploração de vulnerabilidades com 31%. O “spraying” de senha, o uso de força bruta e o acesso a Redes Privadas Virtuais (VPNs) também foram observados como vetores de infecção em empresas financeiras e de seguros.
Na América Latina, a IBM trabalha com empresas de serviços financeiros para apoiá-las em seu processo de transformação digital e para fornecer novos serviços a seus clientes a fim de melhorar sua experiência, com segurança no centro do design dessas experiências. Com base nisso, a IBM recomenda três considerações principais nas quais os executivos devem se focar no novo mundo:
Redefinir a base sobre a qual as parcerias são construídas: para inovar sem abrir mão da segurança, os líderes devem ratificar que os padrões de segurança se estendem desde seus programas internos até seu relacionamento com fornecedores e terceiros. Garantir a cadeia de suprimentos exige que as equipes de segurança implementem os procedimentos corretos no gerenciamento de risco de terceiros em cada novo aliado e tenham boa visibilidade sobre o que acontece com os dados ao serem acessados.
Ser desconfiado: ao operar com a noção de que um ambiente tecnológico já é exposto por padrão e que um adversário já explorou essa exposição para comprometer uma rede de serviços financeiros, a empresa está mais preparada para examinar as relações de confiança. Ao trabalhar com o gerenciamento de risco em mente, essas relações de confiança podem ser limitadas a graus variados, seja com usuários, clientes ou aplicativos internos e de terceiros.
Optar por nuvens especializadas: os serviços financeiros enfrentam uma pressão crescente para se transformar digitalmente, ao mesmo tempo que equilibram desafios regulamentares, de conformidade e de segurança. Para atender às demandas dos clientes digitais de hoje, os bancos, os neobancos e as FinTechs devem contar com nuvens e plataformas especializadas com controles de segurança integrados específicos da indústria para ajudá-los a equilibrar a inovação e a funcionalidade com rigorosos protocolos de conformidade.
A presença pronunciada de casos de ransomware indica uma tendência com relação a ciberataques do tipo oculto, portanto, antes que as instituições financeiras continuem a expandir suas operações em nuvem, elas devem implementar capacidades de segurança aprimoradas em sua organização e em todos os seus ecossistemas. Isso requer colaboração dos participantes da indústria e provedores de nuvem. Além disso, os modelos de IA aumentada quando há dados compartilhados entre instituições, reforçam o sistema imune da indústria, revelando padrões criminais antes de serem virais em ecossistemas estendidos.
A segurança foi colocada na vanguarda das estratégias de negociação da indústria financeira, indicando que é momento de alavancar o relacionamento com o ecossistema e os benefícios da transformação digital para entrar na onda de modernização operacional antes de os criminosos cibernéticos o fazerem.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Cisco Brasil[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]