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Fortinet e o futuro da cibersegurança: por que empresas precisam de profissionais certificados

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A transformação digital mudou completamente a forma como as empresas operam, armazenam informações e gerenciam seus processos críticos. Com o avanço de tecnologias como nuvem, inteligência artificial e trabalho híbrido, cresceram também os desafios ligados à segurança da informação.

Hoje, as organizações não precisam apenas de ferramentas avançadas de proteção — elas precisam de profissionais capacitados em cibersegurança, aptos a responder a ameaças cada vez mais sofisticadas. Nesse cenário, as certificações Fortinet tornaram-se uma das opções mais relevantes para empresas e especialistas de TI que desejam fortalecer seus conhecimentos e proteger infraestruturas críticas com eficiência.

Cibersegurança corporativa: uma necessidade estratégica

Nos últimos anos, o Brasil e toda a América Latina registraram um crescimento expressivo em ataques cibernéticos direcionados a empresas de todos os portes. Ransomware, phishing, roubo de credenciais e ataques a infraestruturas em nuvem compõem um cenário cada vez mais desafiador para as equipes de tecnologia.

À medida que as organizações migram serviços para ambientes híbridos e cloud, a superfície de ataque se expande. Isso exige profissionais capazes de implementar estratégias de segurança modernas, automatizadas e escaláveis — e é exatamente aqui que a Fortinet se destaca.

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Por que a Fortinet é referência global em cibersegurança?

A Fortinet é uma das principais empresas de soluções de cibersegurança do mundo. Seu ecossistema abrange firewalls de próxima geração, segurança em nuvem, proteção de redes, Zero Trust Access, Secure SD-WAN, automação e análise avançada de ameaças.

Um dos grandes diferenciais da Fortinet está na integração de suas soluções dentro de uma arquitetura de segurança unificada. Isso permite às empresas ampliar a visibilidade, automatizar respostas e reduzir o tempo de detecção de incidentes — tornando a gestão de segurança mais ágil e eficiente.

Porém, contar com tecnologia avançada não é suficiente se as equipes não souberem implementá-la corretamente. É por isso que as certificações Fortinet ganham cada vez mais relevância no mercado brasileiro.

O valor dos profissionais certificados em Fortinet

As empresas buscam, com crescente urgência, especialistas em cibersegurança capazes de atuar em cenários reais e proteger ambientes corporativos modernos. Um profissional com certificação Fortinet não apenas valida seus conhecimentos técnicos, mas também demonstra capacidades práticas essenciais, como:

  • Administração de firewalls FortiGate
  • Implementação de políticas de segurança
  • Segurança em redes híbridas e cloud
  • Gerenciamento de ameaças avançadas
  • VPN e acesso remoto seguro
  • Monitoramento e automação de segurança
  • Arquiteturas Zero Trust

[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]Além disso, as certificações contribuem para padronizar o conhecimento nas equipes de TI, reduzindo erros operacionais e melhorando a resposta a incidentes. Para as organizações, investir em treinamento especializado em cibersegurança é uma decisão estratégica que impacta diretamente a continuidade operacional e a proteção de dados.

Alta demanda por talentos em cibersegurança no Brasil

Um dos maiores desafios do setor de tecnologia no Brasil é a escassez de profissionais qualificados em cibersegurança. A adoção acelerada de tecnologias digitais criou uma demanda constante por especialistas capazes de proteger infraestruturas complexas e reagir a ameaças emergentes — tornando essa uma das áreas com maior projeção de carreira em TI.

As certificações oficiais permitem que os profissionais se mantenham atualizados frente a tendências como:

  • Segurança em ambientes multicloud
  • Inteligência artificial aplicada à cibersegurança
  • Automação de respostas a incidentes
  • Proteção de dados e compliance (LGPD)
  • Segurança para ambientes de trabalho híbrido
  • Segurança de redes corporativas

Nesse contexto, dominar soluções Fortinet representa uma vantagem competitiva real, tanto para profissionais que desejam crescer na carreira quanto para empresas que buscam fortalecer sua postura de segurança.

Treinamento prático para desafios reais

A capacitação em cibersegurança empresarial precisa ir além da teoria. As empresas precisam de treinamentos práticos que preparem as equipes para atuar com cenários reais, laboratórios e casos aplicados ao ambiente corporativo.

Os treinamentos oficiais Fortinet oferecidos pela Fast Lane Brasil permitem que os participantes adquiram experiência prática na implementação, administração e otimização das soluções de segurança mais utilizadas globalmente. Os programas também preparam os profissionais para as certificações Fortinet reconhecidas internacionalmente, fortalecendo o perfil técnico e a capacidade de enfrentar os desafios atuais da segurança da informação.

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Prepare sua equipe para o futuro digital

A evolução tecnológica continuará transformando a forma como as empresas operam e protegem suas informações. Nesse contexto, a cibersegurança deixa de ser apenas uma função técnica para se tornar um componente estratégico do negócio.

As organizações que investirem em capacitação e certificação de suas equipes estarão melhor preparadas para responder a ameaças, adaptar-se a novos ambientes digitais e garantir a continuidade das operações.

A Fortinet segue se consolidando como um dos principais referencias globais nesse processo, com soluções inovadoras e um ecossistema de certificações alinhado às necessidades do mercado atual.

Em um mundo onde os riscos digitais evoluem constantemente, contar com profissionais certificados em cibersegurança não é mais um diferencial — é uma necessidade.

Quer saber mais sobre os treinamentos e certificações Fortinet disponíveis pela Fast Lane Brasil? Entre em contato com nossa equipe e descubra como podemos acelerar o desenvolvimento do seu time de TI.

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Por que (e como) o Wi-Fi 6 e a SD-WAN vão ser vitais na nossa jornada rumo à transformação digital?

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Estamos agora na terceira escala dessa jornada sem volta rumo à transformação digital e ao trabalho do futuro. Decolamos em março de 2020 – quando começou a pandemia e a digitalização das empresas e das economias se tornou ainda mais palpável – e fizemos nossa primeira parada nas bases do trabalho híbrido, impulsionada pelos efeitos da variante Delta, em meados de 2021.

O itinerário agora nos leva a uma nova escala que nos faz parar e concentrar nossa atenção em um componente essencial da transformação digital: preparar as infraestruturas para esses ambientes que mudam constantemente.

Vamos aproveitar para fazer uma volta ao passado. Há 10 anos, vivíamos em um mundo em que 80% do tráfego de dados de uma empresa ficava, precisamente, dentro da empresa, enquanto os 20% restantes correspondiam à caixa de saída de e-mails e aos curiosos que navegavam no Facebook ou no YouTube nas horas vagas. Hoje, o cenário é exatamente o oposto, 80% do tráfego que passa pelas redes corporativas vai para a Internet por meio de centenas de aplicativos e dispositivos interconectados.

Diante dessa realidade, torna-se vital modificar a infraestrutura das nossas empresas. E nesse caso, precisamos contemplar um componente adicional e extremamente importante: independentemente de a infraestrutura ser sem fio ou cabeada, de acesso ou conectividade, é necessário sempre adicionar uma camada de segurança reforçada para que os usuários fiquem protegidos e possam navegar com segurança em uma rede super dinâmica.

Durante essa segunda escala, na Cisco, identificamos duas tendências principais nas quais devemos nos concentrar porque elas influenciarão muito no futuro da nossa jornada: o Wi-Fi 6 e a SD-WAN. Vejamos do que se trata:

O Wi-Fi 6 surgiu há dois anos e está ganhando popularidade graças a benefícios como conectividade mais rápida, gerenciamento eficaz da densidade do dispositivo e menor consumo de bateria (o que é uma grande vantagem, especialmente para os sensores de dispositivos de IoT).

Outra vantagem é a capacidade de se conectar com aplicativos de software para controlar a ocupação nas empresas e atender aos novos requisitos de espaços de trabalho híbridos que discutimos no blog anterior. Assim, podemos ver o quanto a tecnologia sem fio está começando a entrar na segurança física, e isso é muito empolgante!

No entanto, vocês se lembram do componente extremamente importante que mencionei alguns parágrafos atrás? Nada disso funciona sem uma estratégia de segurança reforçada. Precisamos que a rede de acesso, seja ela com ou sem fio, opere sob uma infraestrutura de segurança armada, que seja logicamente segmentada para que o usuário tenha acesso da forma correta sem colocar em risco outras redes da empresa.

Isso é muito simples e já existe há anos, não estou inventando a roda. Porém, muitas empresas ainda não o fazem devido a barreiras econômicas ou culturais, ou por acharem que já possuem uma infraestrutura robusta, quando o que realmente elas têm é uma rede plana que permite que qualquer um que entre tenha livre acesso.

Isso nos leva ao ponto da jornada onde um novo passageiro se junta a nós: a automação. Hoje, as empresas vivem um dilema de gestão que implica que, embora tenham interesse em segmentar e fortalecer as redes, elas não têm capacidade para fazer isso em um ritmo dinâmico. Então, a questão aqui é: se eu não consigo construir uma rede que acompanhe o ritmo de todas as mudanças que estamos passando nessa transformação digital, o que vai acontecer é que o usuário não vai conseguir se conectar da maneira que precisa aos aplicativos que precisa, quando precisa.

Por isso, na Cisco falamos tanto em conectar, automatizar e proteger nossos clientes, porque se não automatizamos a infraestrutura acabamos caindo no dilema da gestão e, acima de tudo, aumentando, ainda mais, os custos e a possibilidade de erro manual.

Sabemos que 33% do custo de uma infraestrutura está no gerenciamento da própria rede. Se quisermos adicionar segurança às nossas redes, a automação é fundamental para modificar todas as configurações sob um parâmetro de políticas consistentes. Tornar a empresa mais dinâmica e permitir que os funcionários tenham acesso ao que precisam para trabalhar em um esquema híbrido, sem privá-los de segurança, passa necessariamente por uma administração consistente, segura e única dessa rede.

Bem, isso nos dá a oportunidade de falar sobre a segunda tendência que vai garantir a estabilidade de nosso voo rumo à transformação digital.

A penetração da SD-WAN tem muito a ver com o dinamismo das redes hoje. A conectividade WAN deixou de ser algo extremamente estático e passou a ser dinâmico. Renovar a estrutura de SD-WAN é muito importante justamente porque dá visibilidade a todas aquelas aplicações que tornam a rede mais dinâmica e identificam como ela deve ser gerenciada para ter um melhor desempenho.

Portanto, quando falamos sobre conectividade, migrar de WAN para SD-WAN é fundamental, mas ainda mais importante é fazer isso sob uma abordagem de segurança na nuvem. Quando colocamos os dois fatores juntos (SD-WAN + segurança na nuvem), abrimos espaço para uma nova tendência ainda maior: o Secure Access Service Edge (SASE). Mas, vamos deixar para falar sobre isso na próxima etapa da nossa viagem.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Escrito por Mariano O’Kon para Cisco.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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