Tag: futuro da tecnologia

Mulheres na inteligência artificial: por que o futuro da IA precisa ser construído por elas

[vc_row][vc_column][vc_column_text]

Falar sobre mulheres na tecnologia não é apenas falar sobre representatividade. É falar sobre quem está construindo o futuro. 

Neste 23 de abril, a ITU celebra o Dia Internacional das Meninas nas TIC 2026 com o tema “AI for Development: Girls Shaping the Digital Future”. A data chega em um momento em que a inteligência artificial redefine carreiras, negócios e mercados inteiros — e, nesse cenário, ainda precisamos repetir o que deveria ser óbvio: mulheres não devem ser apenas usuárias da tecnologia. Elas precisam estar entre as pessoas que criam, lideram e decidem seus rumos. [/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]

Mulheres fundadoras de empresas de IA: do símbolo à estratégia 

A Forbes Brasil trouxe à tona nomes que já não cabem mais no campo da exceção. Fei-Fei Li, da World Labs. Mira Murati, da Thinking Machines Lab. May Habib, da Writer. Lin Qiao, da Fireworks AI. Demi Guo e Chenlin Meng, da Pika. Daniela Amodei, da Anthropic. Lucy Guo, ligada à Scale AI e à Passes. 

Não estamos falando de presença simbólica. Estamos falando de mulheres que levantaram centenas de milhões de dólares, lideram empresas altamente estratégicas e influenciam diretamente o avanço da IA no mundo. 

O problema: menos de 2% do capital de risco para equipes femininas 

Esses casos inspiradores coexistem com uma realidade que incomoda: equipes fundadoras compostas exclusivamente por mulheres recebem menos de 2% do capital de risco disponível. Ao mesmo tempo, os investimentos em empresas de tecnologia ultrapassaram US$ 100 bilhões em 2024, representando cerca de um terço de todo o venture capital movimentado globalmente. 

O dinheiro está circulando. A inovação está acelerando. Mas o acesso às oportunidades continua desigual. 

E isso não é apenas um problema de diversidade. É um problema de visão estratégica de futuro. 

Por que a diversidade de gênero melhora a qualidade da IA 

Quando a tecnologia é construída por grupos com repertórios muito parecidos, ela tende a reproduzir os mesmos vieses, as mesmas lacunas e os mesmos limites. Sistemas de inteligência artificial refletem quem os cria, e isso tem consequências diretas para a sociedade. 

Discutir mulheres na IA é, portanto, também discutir: 

  • Qualidade da inovação: soluções mais completas surgem de perspectivas diversas 
  • Responsabilidade no desenvolvimento: quem constrói influencia o que a tecnologia prioriza 
  • Amplitude de impacto: tecnologia criada por grupos heterogêneos tende a servir melhor a grupos heterogêneos 

Isso é argumento técnico, não apenas ético. [/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]

Inclusão começa pela capacitação: o papel da educação em IA 

Valorizar mulheres na tecnologia não pode se resumir a um post em data comemorativa. Precisa aparecer no acesso à formação, na criação de oportunidades reais, na visibilidade dada às especialistas e na forma como empresas contratam, promovem e desenvolvem talentos. 

Porque não falta capacidade. Não falta competência. O que ainda falta, em muitos casos, é espaço, incentivo e continuidade. 

Capacitação é uma ferramenta de inclusão. Quando o mercado amplia o acesso ao conhecimento, ele amplia também quem pode participar da construção do futuro. Isso vale para: 

  • Meninas que estão escolhendo seus primeiros caminhos profissionais 
  • Mulheres em transição de carreira para o setor de tecnologia 
  • Profissionais que já atuam na área, mas precisam de mais espaço para crescer 

Se a IA será uma das forças mais decisivas da próxima década, então formar mais mulheres para esse ecossistema não é apenas desejável. É necessário. 

O recado central do Dia Internacional das Meninas nas TIC 2026 

O futuro da tecnologia não pode ser desenvolvido por uma visão única. 

As mulheres já estão provando que podem fundar, liderar, escalar e transformar empresas de IA em negócios relevantes globalmente. O que precisamos agora não é apenas admirá-las. É garantir que elas deixem de ser exceção. 

Porque quando mais mulheres constroem tecnologia, a inovação fica mais inteligente, mais humana e mais preparada para o mundo real. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Tags:, , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Web Summit Qatar 2026: o que líderes precisam saber sobre a era dos agentes inteligentes

[vc_row][vc_column][vc_column_text]

Análise sobre as transformações apresentadas no evento reforça papel estratégico da liderança inclusiva na era dos agentes inteligentes

O Web Summit Qatar 2026 trouxe à tona discussões que vão muito além das inovações tecnológicas pontuais. Conforme destacado por Graziela Sbardelotto, única brasileira no lineup de palestrantes do evento, o encontro em Doha demonstrou que estamos diante de uma reconfiguração completa dos modelos de negócio no marketing e no varejo.

A executiva apresentou reflexões que conectam três pilares fundamentais: a urgência da transformação digital, o papel dos agentes de IA na jornada do consumidor e a necessidade de lideranças mais diversas para conduzir essas mudanças com responsabilidade.

Quando a barreira de gênero encontra a Inteligência Artificial

Um dos pontos centrais abordados por Sbardelotto diz respeito aos obstáculos que ainda permeiam a carreira de mulheres em tecnologia. Os dados apresentados são contundentes: mais de dois terços das profissionais identificam o viés inconsciente como principal desafio, enquanto a maioria esmagadora relata precisar demonstrar desempenho superior ao de colegas homens para alcançar o mesmo reconhecimento.

Essa realidade ganha nova camada de complexidade quando consideramos o avanço acelerado da inteligência artificial. A tecnologia que promete ganhos expressivos de produtividade — casos como a plataforma WPP Open indicam melhorias de 30% — também carrega o risco de perpetuar discriminações históricas se não for implementada com olhar crítico.

A proposta defendida pela executiva aponta para uma liderança que equilibre competências técnicas com habilidades essencialmente humanas: empatia, escuta ativa e intuição. Trata-se de reconhecer que, num ambiente progressivamente automatizado, o diferencial competitivo reside justamente naquilo que as máquinas não replicam.

[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]

A mídia que já não é mais mídia

Outro aspecto relevante das discussões em Doha relaciona-se à transformação radical do conceito de mídia. Como observado por Sbardelotto no palco de New Media, o erro estratégico mais comum das empresas consiste em tratar novos canais com lógicas antigas, quando na verdade testemunhamos a emergência de ecossistemas completamente distintos.

A mudança descrita pela palestrante envolve três movimentos simultâneos: a substituição de displays estáticos por interações conversacionais, a evolução de uma postura passiva para uma abordagem preditiva que antecipa demandas, e o fim definitivo da comunicação em massa substituída por personalização individualizada em escala.

Nesse novo contexto, marcas precisam desenvolver quatro características fundamentais para permanecerem relevantes: capacidade de diálogo em linguagem natural, presença contextual nos momentos de decisão, integração sistêmica de dados e credibilidade suficiente para serem recomendadas por agentes autônomos.

O fim do funil de vendas como conhecíamos

Talvez a transformação mais radical destacada por Sbardelotto seja a obsolescência do modelo tradicional de jornada do consumidor. A executiva propõe que o principal concorrente de qualquer marca deixou de ser outra empresa do mesmo setor para se tornar a interpretação que sistemas de IA fazem daquela categoria de produto ou serviço.

Enquanto o funil clássico baseava-se em etapas de conscientização, consideração e decisão de compra, a nova dinâmica opera em três dimensões distintas: relevância algorítmica, confiança depositada por agentes autônomos e execução invisível ao usuário final. Agentes de IA não deliberam longamente — avaliam variáveis e tomam decisões em frações de segundo.

Isso significa que marcas não otimizadas para a lógica de funcionamento desses sistemas simplesmente desaparecem do radar dos consumidores, independentemente da qualidade de seus produtos ou da força de seus investimentos publicitários tradicionais.

Transformação antes da obsolescência forçada

A síntese apresentada por Graziela Sbardelotto aponta para uma conclusão inequívoca: o crescimento sustentável em 2026 não será resultado de ajustes incrementais, mas da coragem de reinventar estruturas consolidadas antes que o mercado imponha essa transformação de maneira traumática.

A participação da executiva brasileira no Web Summit Qatar valida que as tendências observadas no mercado nacional dialogam diretamente com movimentos globais. Mais do que isso, reforça a tese de que lideranças diversas não representam apenas uma pauta de inclusão, mas constituem requisito fundamental para inovações mais éticas, sustentáveis e alinhadas com a complexidade do momento atual.

A convergência entre tecnologia e humanidade no marketing e no varejo, conforme defendido por Sbardelotto, exige profissionais capazes de questionar vieses algorítmicos, integrar gerações distintas e buscar excelência sem cair na armadilha do perfeccionismo paralisante. O futuro já chegou — e quem não estiver preparado para dialogar com agentes de IA pode descobrir que sua marca simplesmente deixou de existir.

[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Artigo baseado nas reflexões apresentadas por Graziela Sbardelotto no Web Summit Qatar 2026[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Tags:, , , , , , , , , , , , , ,

Como a Inteligência Artificial está transformando as práticas empresariais no mundo todo

[vc_row][vc_column][vc_column_text]

O impacto da Inteligência Artificial nos negócios já é visível em todas as regiões do mundo. Com aplicações que vão desde automação até tomada de decisão estratégica, a IA está moldando o futuro de empresas que buscam inovação e competitividade em um cenário global acelerado.

Segundo dados da MarketsandMarkets™, o mercado global de IA foi avaliado em US$ 150,2 bilhões em 2023 e deve atingir US$ 1,345 trilhão até 2030, com uma impressionante taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 36,8%.

Distribuição Global do Mercado de IA

O impacto da IA varia de região para região, destacando a importância das estratégias locais e políticas públicas adaptadas a cada realidade. Veja como o mercado está dividido globalmente:

  1. América do Norte: Detém a maior fatia, com 28,8% de participação no mercado global.

  2. Ásia-Pacífico: Em segundo lugar, com 25% de participação, impulsionada por países como China e Japão.

  3. Europa: Representa 24,3% do mercado, com o Reino Unido apresentando um crescimento de 14,1%.

  4. América Latina: Com 5,4%, ainda em estágio de expansão, mas com potencial promissor.

  5. Oriente Médio e África (MEA): Também com 5,4%, refletindo avanços regionais importantes.

Esses dados mostram que o desenvolvimento da IA é uma tendência global, mas com particularidades que exigem preparo técnico e estratégico para liderar essa transformação.

[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]

Oportunidades e Desafios Globais com IA

Com o crescimento acelerado da tecnologia, surgem também desafios complexos: privacidade de dados, regulação, impacto social e mudanças na força de trabalho. Empresas e governos que souberem interpretar esses sinais e agir com estratégia estarão à frente.

A Inteligência Artificial está redesenhando não só o modo como trabalhamos, mas também como decidimos, interagimos e criamos valor.

O futuro é de quem lidera com conhecimento

Com a IA ganhando espaço em setores como saúde, educação, finanças e segurança pública, o diferencial competitivo está em quem sabe aplicar, regulamentar e liderar com conhecimento estratégico.

Ao se certificar com a AI Certs, você não apenas fortalece sua carreira, como também contribui para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, eficiente e preparada para o futuro.

[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Tags:, , , , , , , , ,

A importância da preparação para a era da IA: lições do Cisco AI Readiness Index

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Cisco AI Readiness Index revelou que apenas 13% das organizações estão preparadas para aproveitar todo o potencial da inteligência artificial (IA).

Mesmo com a alta urgência percebida, muitas empresas enfrentam dificuldades para alcançar os resultados esperados. Por isso, torna-se crucial entender como as organizações podem se posicionar melhor diante dessa realidade.

Jeetu Patel, Vice-Presidente Executivo de Produtos da Cisco, reforça a importância da IA no futuro das empresas. Ele afirma: “Nos próximos anos, haverá apenas dois tipos de empresas: as que são empresas de IA e as que são irrelevantes.”

Embora algumas pessoas acreditem que a IA não atendeu às expectativas, o histórico de outras inovações transformadoras mostra um padrão diferente. No início, muitos desacreditaram do impacto da nuvem e da internet, mas hoje ambas são essenciais para negócios globais. Da mesma forma, a IA promete revolucionar setores inteiros no longo prazo.

Os investimentos na área continuam em ascensão. Por exemplo, mais de US$ 200 bilhões já foram alocados ao treinamento de modelos de linguagem avançados. No entanto, a receita global gerada ainda equivale a apenas um décimo desse valor, concentrada em poucas empresas. Esse cenário destaca a urgência de uma estratégia clara para capturar o valor da IA de forma mais ampla.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]

Principais passos para preparar sua organização para a IA

Jeetu Patel destaca quatro áreas críticas que empresas devem considerar ao se preparar para a revolução da IA:

1. Otimizar os data centers
Empresas precisam revisar sua infraestrutura tecnológica para acompanhar as demandas da IA. Decidir onde executar cargas de trabalho — na nuvem ou em data centers privados — é fundamental. Questões como eficiência energética, conectividade de alta largura de banda e latência devem ser resolvidas com antecedência. Planejar a integração de recursos de GPU e a adaptação de data centers também é essencial para garantir escalabilidade.

2. Modernizar a infraestrutura do local de trabalho
A IA transformará os ambientes corporativos e de atendimento ao cliente. Desde escritórios até hospitais, a convergência entre mundos físico e digital já começou. Sensores, dispositivos e soluções de energia serão indispensáveis para oferecer experiências aprimoradas e aumentar a segurança. Além disso, tecnologias emergentes como robótica e IoT exigirão redes mais robustas para suportar novas aplicações. Sua organização está preparada para essa evolução?[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]3. Capacitar a força de trabalho
A IA está mudando a maneira como executamos tarefas. Hoje, obtemos informações e resolvemos atividades básicas de forma mais eficiente. Contudo, a próxima onda promete ser ainda mais impactante, com agentes de IA integrados a sistemas críticos para automatizar processos complexos. Líderes precisam preparar equipes para esse futuro, considerando transformações na cultura organizacional e desafios relacionados à privacidade e segurança.

4. Fortalecer a segurança em IA
O avanço da IA aumenta as vulnerabilidades cibernéticas. Sistemas baseados em IA, quando comprometidos, podem causar danos mais graves do que os ataques convencionais. Por isso, é urgente desenvolver estratégias de segurança específicas para IA. Medidas como a prevenção de ataques de injeção rápida e a proteção de modelos e agentes são essenciais para evitar prejuízos futuros.

O momento de agir é agora

O ritmo acelerado da inovação em IA exige decisões rápidas e bem fundamentadas. Ainda que sua estratégia geral de IA esteja em desenvolvimento, ações como investir na infraestrutura, preparar equipes e implementar medidas de segurança podem trazer resultados concretos no curto prazo. De acordo com o Cisco AI Readiness Index, 85% das organizações sentem a pressão de gerar valor com IA em até 18 meses. Não deixe sua empresa para trás.[/vc_column_text][us_separator show_line=”1″][vc_column_text]Texto original por Jeetu Patel, Vice-Presidente Executivo de Produtos da Cisco.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][/vc_column][/vc_row]

Tags:, , , , , , , , ,

Tendências tecnológicas 2025 Gartner: Top 10 insights Estratégicos

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Gartner revelou recentemente as principais tendências tecnológicas de 2025, destacando inovações que prometem transformar empresas e indústrias. Este relatório estratégico sobre tendências tecnológicas 2025 Gartner abrange desde a Inteligência Artificial agêntica até novas fronteiras na computação híbrida, oferecendo uma visão indispensável para líderes de TI. Acompanhar essas tendências é essencial para moldar o futuro com inovação responsável e ética.

1. Inteligência Artificial Agêntica (Agentic AI)

Por exemplo, os sistemas de IA agêntica são capazes de planejar e executar ações de forma autônoma para atingir objetivos definidos pelos usuários. Essa tecnologia pode se tornar uma força de trabalho virtual que complementa e amplia atividades humanas. O Gartner prevê que, até 2028, pelo menos 15% das decisões cotidianas no trabalho serão tomadas de forma autônoma por sistemas de IA.

2. Plataformas de Governança de IA

Essas plataformas fazem parte de uma estrutura em evolução para gerenciar a confiança, o risco e a segurança da IA, permitindo que as organizações administrem o desempenho legal, ético e operacional de seus sistemas de IA. Além disso, plataformas de governança de IA ajudam organizações a gerenciar a confiança, os riscos e a segurança relacionados à IA. Essas soluções criam políticas para o uso ético e transparente da inteligência artificial, promovendo confiança e responsabilidade.

3. Segurança contra Desinformação

Esta emergente categoria tecnológica visa discernir sistematicamente a confiabilidade das informações, fornecendo métodos para garantir a integridade, avaliar a autenticidade, prevenir falsificações de identidade e rastrear a disseminação de informações prejudiciais. O Gartner prevê que, até 2028, 50% das empresas adotarão produtos ou serviços projetados especificamente para lidar com a segurança contra desinformação, um aumento significativo em relação aos menos de 5% atuais.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]

4. Criptografia Pós-Quântica

Com os avanços na computação quântica, muitos métodos de criptografia convencionais podem se tornar obsoletos. A criptografia pós-quântica oferece proteção de dados resistente aos riscos de decodificação por computadores quânticos. O Gartner prevê que, até 2029, os avanços na computação quântica tornarão a maioria das criptografias assimétricas convencionais inseguras para uso.

5. Inteligência Ambiental Invisível

Utilizando etiquetas inteligentes e sensores de baixo custo, essa tecnologia permite rastreamento e detecção em larga escala de forma acessível. A longo prazo, possibilitará uma integração mais profunda de sensores e inteligência no cotidiano. Até 2027, espera-se que essa tecnologia seja aplicada em áreas como verificação de estoque no varejo e logística de produtos perecíveis, melhorando a visibilidade e eficiência.

6. Computação com Eficiência Energética

Aplicações intensivas em computação, como treinamento de IA e simulações, consomem grandes quantidades de energia, impactando a sustentabilidade. Espera-se que, a partir do final da década de 2020, novas tecnologias de computação, como aceleradores ópticos e neuromórficos, emerjam para tarefas específicas, utilizando significativamente menos energia.

7. Computação Híbrida

Combina diferentes mecanismos de computação, armazenamento e rede para resolver problemas complexos. Isso permite que tecnologias como a IA superem os limites tecnológicos atuais, criando ambientes de inovação altamente eficientes.

8. Computação Espacial

Aprimora digitalmente o mundo físico com tecnologias como realidade aumentada e virtual, elevando a interação entre experiências físicas e virtuais. O Gartner prevê que, até 2033, a computação espacial crescerá para US$ 1,7 trilhão, um aumento significativo em relação aos US$ 110 bilhões registrados em 2023.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]

9. Robôs Polifuncionais

Capazes de realizar múltiplas tarefas, esses robôs estão substituindo máquinas projetadas para funções específicas, melhorando a eficiência e proporcionando um retorno sobre o investimento mais rápido. O Gartner prevê que, até 2030, 80% das pessoas interagirão diariamente com robôs inteligentes, um aumento em relação aos menos de 10% atuais.

10. Aprimoramento Neurológico

Utiliza tecnologias que leem e decodificam a atividade cerebral para melhorar as habilidades cognitivas humanas. Isso tem potencial em áreas como aprimoramento humano, marketing de próxima geração e desempenho. O Gartner prevê que, até 2030, 30% dos trabalhadores do conhecimento serão aprimorados e dependentes de tecnologias como interfaces cérebro-máquina para se manterem relevantes com o aumento da IA no local de trabalho, em comparação com menos de 1% em 2024.

Essas tendências destacam inovações que causarão disrupções significativas e criarão oportunidades para CIOs e outros líderes de TI nos próximos 10 anos. Acompanhar essas tendências é crucial para moldar o futuro das organizações de maneira responsável e ética.[/vc_column_text][us_separator show_line=”1″][vc_column_text]Este texto é uma adaptação do artigo original publicado por Inforchannel. Para mais detalhes, consulte o artigo completo.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Tags:, , , , , , , , , , , , , , ,

As forças que moldam tecnologia até 2025

[vc_row][vc_column][vc_column_text]As forças que moldam tecnologia e provedores de serviços estão redefinindo o futuro do setor. Eventos globais, avanços tecnológicos e mudanças nas demandas do mercado estão entre os fatores que impulsionam essas transformações. Para prosperar, empresas devem se adaptar continuamente e antecipar tendências.

1. Impactos globais nas operações tecnológicas

Eventos como pandemias e mudanças geopolíticas aceleram a adoção de tecnologias emergentes. Essas forças que moldam tecnologia influenciam desde o trabalho remoto até a automação industrial, exigindo inovação constante.

2. Mudança nas expectativas dos consumidores

Os clientes estão cada vez mais exigentes e esperam soluções personalizadas. Para atender a essas expectativas, os provedores precisam integrar tendências como inteligência artificial e modelos baseados em assinatura.

3. A influência de tecnologias emergentes

Novas tecnologias não apenas facilitam operações, mas também transformam mercados inteiros. Por exemplo, o uso crescente de blockchain e IoT exemplifica como forças que moldam tecnologia podem criar novas oportunidades de negócio.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]4. Dinâmica do setor

A dinâmica do setor influencia como as empresas competem e estabelecem parcerias. Líderes de produtos precisam escolher ecossistemas nos quais participar, considerando fatores como tamanho do público, áreas inexploradas, concorrência potencial e suporte de marketing e vendas do provedor do ecossistema.

5. Novos (e antigos) concorrentes

A evolução dinâmica do setor e os rápidos ciclos de desenvolvimento tornam essencial a inteligência competitiva para os provedores de tecnologia. Além dos concorrentes tradicionais, empresas de outros setores, usuários finais e grandes fornecedores de tecnologia podem competir por fatias de mercado, exigindo atenção redobrada dos líderes de produto.

6. Modelos de negócios disruptivos

O sucesso dos provedores de tecnologia nem sempre depende do que vendem, mas de como vendem. Até 2025, modelos de negócios disruptivos oferecerão oportunidades e ameaças para os TSPs, causando impactos duradouros. Atender clientes satisfeitos requer investimento na tecnologia adequada, execução de estratégias de mercado eficazes, contratação de talentos e mais. Capturar valor para alcançar crescimento significativo de receita exige que líderes de produtos selecionem o modelo de negócios ideal para sua organização e ofertas.

Com tantas forças moldando a tecnologia até 2025, empresas precisam estar preparadas para responder rapidamente às mudanças. Seja adaptando modelos de negócio ou aproveitando tendências tecnológicas, o sucesso dependerá de estratégias bem estruturadas.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row][vc_row][vc_column][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Este artigo é uma adaptação do texto original de Kasey Panetta, publicado em 9 de abril de 2021 no site do Gartner Brasil[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

Tags:, , , , , , , , , , , , ,