Quando um invasor ultrapassa a primeira barreira, o ataque está só começando. As técnicas pós-exploração entram em cena para consolidar presença, escalar privilégios, movimentar-se lateralmente e manter comando e controle (C2) sem chamar atenção. Por isso, além de bloquear o acesso inicial, as equipes precisam detectar cedo os sinais de pós-exploração e interromper a cadeia antes que ela vire uma violação completa. A seguir, reunimos os comportamentos mais observados em 2024 via NDR, com foco em escalonamento de privilégios (TA0004), movimento lateral (TA0008) e C2 (TA0011) — e em como enxergar o que muitas vezes passa “abaixo do radar”.
O arsenal pós-exploração em 2024: RATs que garantem persistência
Criminosos contam com malware desenhado para permanecer e operar no ambiente comprometido. Entre os Remote Access Trojans (RATs) mais ativos, destacam-se:
Xeno RAT — Ferramenta de código aberto, rica em recursos: captura de telas, exfiltração de dados, mecanismos de persistência e uso de proxy reverso Socks5.
SparkRAT — Altamente sofisticado, habilita execução remota de comandos, manipulação do sistema (desligar, reiniciar, hibernar) e controle de arquivos/processos.
AsyncRAT e Trickbot — Famílias associadas a espionagem, roubo de credenciais e intrusão persistente em redes.
Na prática, esses RATs permitem roubar credenciais, executar comandos à distância e exfiltrar informações de maneira contínua — peças centrais do toolkit pós-exploração.
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Movimento lateral sem alarde: da SMB ao RDP
Uma vez “dentro”, o atacante raramente fica parado. Ele tenta ampliar acesso e alcançar dados sensíveis usando táticas recorrentes:
SMB com executáveis maliciosos — Downloads via tráfego SMB seguem efetivos para propagar malware em Windows, macOS e Linux.
Anomalias de protocolo (Impacket/PID) — Uso indevido de campos no SMB (por exemplo, identificadores de processo) serve como IOC comportamental.
WMI ExecMethod — Sequências de WMI que acionam comandos remotos têm sido flagradas por modelos comportamentais em NDR.
RDP — Abusado para deslocamento baseado em credenciais; participou de grande parte dos incidentes investigados em 2024.
Como detectar: monitore cópias/execuções anômalas via SMB, correlações WMI/PowerShell, padrões de logon RDP fora de perfil, e bloqueie lateral movement com segmentação e MFA para saltos administrativos.
“Viver da terra”: quando o Windows é usado contra você
Para evitar controles baseados em assinatura, invasores exploram utilitários nativos (LOLBins) e cadeias de execução discretas:
PEs maliciosos baixados dentro da rede sinalizam exploração em andamento.
Downloaders de trojan usados por grupos APT sustentam entrega sigilosa de cargas.
PowerShell via WMI (codificado) viabiliza ataques fileless e deslocamento furtivo.
Como detectar: invista em análise comportamental, detecção de script block logging, restrição de PowerShell a modos Constrained Language, e políticas de Applocker/Device Guard para reduzir superfície de execução.
Antes da ofensiva em escala, o atacante tenta entender (e às vezes alterar) o AD:
DCShadow — Introduz um “controlador falso” para empurrar alterações maliciosas ao AD.
DCSync — Replica segredos do controlador sem autorização.
Enumeração de AD — Consultas suspeitas a usuários, grupos, relações de confiança e sessões compartilhadas.
Como detectar: audite eventos de replicação e alterações de esquema, alerte sobre contas que executam DCSync, limite privilégios de replicação, e monitore consultas LDAP volumosas ou fora do padrão.
C2 disfarçado: quando o comando e controle vira “ruído” criptografado
Com a persistência estabelecida, o atacante precisa falar com seus hosts:
Beacons em SSL/TLS — Tentam se esconder no tráfego criptografado.
Consultas DNS associadas ao Cobalt Strike — Indício clássico de framework ofensivo.
Túneis e consultas DNS longas — Estratégias para contornar inspeções tradicionais.
Domínios DGA — Algoritmos que geram domínios efêmeros para manter C2 dinâmico.
Como detectar: use NDR com ML profundo para identificar padrões temporais e estatísticos de beaconing, integre com o Security Fabric (ou equivalente) para bloquear IPs de botnet no perímetro e correlacione DNS + TLS + endpoint no SIEM/XDR.
Controles práticos para “ganhar tempo” do lado certo
Menor privilégio e segmentação entre estações, servidores e ativos críticos.
Endurecimento de RDP/SMB/WMI, com MFA e jump hosts para acessos administrativos.
Telemetria unificada (NDR + EDR/XDR + SIEM) para ver a cadeia ponta a ponta.
Patch e hardening contínuos, com priorização por risco e exploits ativos.
Regras de execução (AppLocker/WDAC), PowerShell restrito e controle de scripts.
Honeypots e ASM para descobrir superfícies expostas e antecipar TTPs.
No fim, bloquear o acesso inicial é necessário, mas quebrar a cadeia nas técnicas pós-exploração é o que salva o dia. Visibilidade comportamental, resposta coordenada e higiene consistente formam a defesa que encurta o ciclo detecção → contenção → erradicação.
O campo de batalha da segurança mudou. Hoje, acesso inicial e exploração cibernética não dependem mais de varreduras manuais e lentas. Invasores automatizam tarefas com scanners, aprendizado de máquina e kits de exploração “de prateleira”. Assim, novas falhas passam a ser armadas em poucas horas após a divulgação. Em nossa janela de análise, sensores de IPS da Fortinet identificaram mais de 97 bilhões de tentativas de exploração, evidenciando um cerco constante a sistemas expostos. Já não se trata de “se” haverá alvo, mas quando — e com que velocidade. Como adversários atuam sem fronteiras, o impacto é global: a região APAC concentrou 42% das tentativas, seguida de EMEA (26%), América do Norte (20%) e América Latina (11%). Para reagir com maturidade, é essencial compreender onde os ataques começam e como progridem do acesso inicial à exploração cibernética.
Onde começam os ataques: os pontos de entrada favoritos
Nem toda vulnerabilidade tem o mesmo peso. Alguns vetores tornam-se “portas largas” para redes corporativas e são explorados à exaustão:
Divulgação de informações no SMB do Windows (CVE-2017-0147) — Responsável por 26,7% das tentativas em 2024. A popularidade do protocolo SMB e o scanning automatizado mantêm esse alvo em alta. É um lembrete direto: exponha o mínimo possível de serviços e endureça superfícies legadas — especialmente em ambientes de OT com software desatualizado.
Execução remota de código no Apache Log4j (CVE-2021-44228) — Ainda aparece com 11,6% da atividade. Fica a evidência: vulnerabilidades antigas continuam rendendo acesso quando correções não são aplicadas.
Netcore/Netis com credencial embutida (CVE-2019-18935) — Responde por 8% das tentativas e mostra a mira constante em equipamentos mal protegidos ou configurados de forma incorreta.
O padrão é claro: os atacantes automatizam o que funciona, enquanto muitas empresas ainda falham em higiene cibernética. Atraso em patching, regras frágeis, exposição desnecessária e segmentação ruim criam condições ideais para o avanço do ataque.
O volume contra dispositivos IoT cresceu e representa mais de 20% das tentativas registradas. Muitas organizações não tratam IoT como ativo crítico, e os invasores aproveitam senhas padrão, firmware desatualizado e painéis de gestão expostos para ganhar persistência. Depois, usam esses equipamentos para movimento lateral ou recrutamento em botnets. Os alvos mais frequentes incluem roteadores, câmeras e appliances de rede. Marcas como Netcore, TP-Link e D-Link aparecem recorrentemente em CVEs ativamente explorados. Em câmeras, bases Zavio e GoAhead seguem atraentes para espionagem e pivô interno. Outro ponto inquietante: picos de exploração acontecem logo após novas divulgações — sinal de que os atacantes integram rapidamente as falhas IoT aos seus toolkits.
Do acesso inicial à exploração: por que os “mesmos golpes” continuam funcionando
Mesmo quando surgem técnicas novas, o que continua rendendo é o básico mal feito: serviços abertos, patchesatrasados, credenciais fracas, falta de inventário e telemetria insuficiente. Com automação, os criminosos testam milhares de alvos por dia. Se um controle falhar, eles escalam do acesso inicial para execução de código, extração de dados e persistência.
Medidas práticas para reduzir risco agora
Reduza a superfície exposta. Despublique serviços, aplique hardening e use reverse proxies e WAF onde couber.
Priorize correções por risco. Corrija CVE críticas e o que tem exploit ativo. Estabeleça SLOs para patching.
Fortaleça IoT como “TI de primeira classe”. Troque senhas padrão, atualize firmware, feche painéis de gerenciamento e isole em VLANs/segmentos próprios.
Implemente segmentação e princípio do menor privilégio. Limite movimentação lateral e acesso administrativo.
Telemetria e resposta. Mantenha inventário vivo, monitore com IDS/IPS, EDR/XDR e SIEM, e padronize playbooks de resposta.
Teste continuamente. Faça varreduras internas/externas, attack surface management e simulações de intrusão para validar controles.
Como a Fast Lane ajuda
Capacitamos seu time em segurança de rede, operação de SOC, resposta a incidentes e hardening de IoT/OT, conectando pessoas, processos e tecnologia para reduzir o tempo entre detecção, contenção e recuperação.
Créditos e referência: conteúdo adaptado de relatório da Fortinet.
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Outubro é oficialmente o Mês da Segurança Cibernética — a campanha global que reforça boas práticas para proteger pessoas e empresas no mundo digital. Para abrir nossa série, vamos responder de forma clara: o que é cybersecurity, por que isso importa para o seu negócio e como iniciar (ou acelerar) um plano de proteção eficaz. Ao longo de todo o mês, traremos conteúdos práticos sobre proteção de dados, Zero Trust, ransomware e certificações que impulsionam carreiras e resultados.
O que é cybersecurity (segurança cibernética)
Cybersecurity é o conjunto de práticas, processos e tecnologias voltados a proteger sistemas, redes, aplicações e dados contra acessos indevidos, ataques e interrupções. A ideia central é manter três pilares: confidencialidade, integridade e disponibilidade, sem abrir mão de uma boa experiência para usuários e clientes. Para orientar programas corporativos, um dos referenciais mais adotados é o NIST Cybersecurity Framework 2.0, que organiza o ciclo de segurança em seis funções: Governar, Identificar, Proteger, Detectar, Responder e Recuperar.
Por que sua empresa deve se importar agora
Violações de dados seguem caras e complexas. O relatório 2025 da IBM indica custo médio global de US$ 4,44 milhõespor incidente, com os EUA ultrapassando US$ 10,22 milhões — reflexo de multas, investigação e perda operacional. Ao mesmo tempo, organizações que aplicam IA na segurança reduziram custos e tempo de resposta, enquanto o uso de “shadow AI” (IA sem governança) elevou riscos e despesas. Ou seja: tecnologia ajuda, desde que venha com políticas, controles e treinamento.
Além do impacto financeiro, o crime cibernético está mais sofisticado. Phishing, ransomware e golpes de engenharia social (como BEC) exploram o fator humano e cadeias de terceiros. Guias da CISA reúnem medidas práticas para reduzir exposição e recuperar ambientes com mais rapidez.
Dado extra: só nos EUA, as perdas relatadas por crimes cibernéticos chegaram a US$ 16,6 bilhões em 2024, segundo o FBI. (Fonte)
[/vc_column_text][vc_column_text]Os 6 pilares para um programa de segurança que funciona (NIST CSF 2.0)
Governar – Defina a estratégia, papéis, políticas e métricas. Sem patrocínio executivo e governança, a segurança vira “checklist” e não gera resultado.
Identificar – Mapeie ativos, dados sensíveis, processos críticos e riscos. Priorize o que sustenta receita e compliance.
Proteger – Implemente controles como MFA, gestão de identidades, criptografia, segmentação de rede e backups imutáveis. Eduque usuários continuamente.
Detectar – Monitore eventos com telemetria (logs, EDR, NDR) e use automação/IA para diminuir tempo até detecção (MTTD).
Responder – Tenha runbooks, contato dos times e comunicações prontos. Treine o plano com simulações regulares (tabletop).
Recuperar – Valide RPO/RTO, teste restaurações e planeje lições aprendidas para fortalecer controles após incidentes.
Principais ameaças hoje
Phishing e engenharia social: use MFA, autenticação resistente a phishing, treinamento contínuo e filtros avançados.
Shadow AI e apps não autorizados: crie política de governança de IA, catálogos aprovados e monitore acessos/integrações.
Terceiros e supply chain: avalie fornecedores, exija padrões mínimos e monitore integrações (APIs, plugins).
Para líderes B2B: segurança como estratégia
Empresas que tratam segurança como diferencial competitivo reduzem tempo de inatividade, ganham confiança do mercado e aceleram vendas em setores regulados. O caminho passa por três frentes:
Governança e métricas (risco, MTTD, MTTR, conformidade),
Arquitetura moderna (Zero Trust, identidade como perímetro, automação), e
Gente preparada (treinamento contínuo + certificações oficiais).
Certificação como passo estratégico
Na Fast Lane, acreditamos que evoluir é ser profissional. Por isso, promovemos certificações como estratégia de carreira e de negócio, conectando seu time aos principais players do mercado (Microsoft, AWS, Google, Cisco, Red Hat) com planos de capacitação por trilha (segurança em nuvem, resposta a incidentes, governança de dados). Isso acelera a adoção de boas práticas e cria linguagem comum entre áreas técnicas e executivas.[/vc_column_text][vc_column_text]
FAQ rápido
O que é cybersecurity? É a prática de proteger sistemas, redes e dados contra ataques, fraudes e interrupções, guiada por frameworks.
Ransomware ainda é uma grande ameaça? Sim. Órgãos como CISA e FBI seguem emitindo alertas e guias atualizados para prevenção e resposta.
Quanto custa um vazamento de dados? Em 2025, a média global ficou em US$ 4,44 milhões por incidente; nos EUA, US$ 10,22 milhões. Programas com IA e automação tendem a reduzir o impacto.
Próximos conteúdos do mês
Ao longo de outubro, publicaremos guias sobre phishing, backups imutáveis, Zero Trust na prática e um passo a passo de resposta a incidentes para líderes de TI e negócios. Fique de olho e compartilhe com seu time.
Fonte: Matéria, e-book e framework NIST.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Spoofing é uma técnica de ataque cibernético cada vez mais comum. Em essência, consiste em falsificar a identidade de uma fonte confiável com o objetivo de enganar usuários ou sistemas. O termo vem do inglês “to spoof”, que significa “enganar” ou “falsificar”, e pode ser aplicado a e-mails, endereços IP, chamadas telefônicas, sites e até sinais de GPS. Em geral, o objetivo é induzir a vítima a baixar malware, fornecer dados confidenciais ou executar ações que comprometem a segurança da informação.
Com o avanço da transformação digital, esses ataques têm se tornado ainda mais frequentes. Afinal, quanto mais digitalizadas são as empresas, mais valiosos se tornam seus dados. Spoofing pode levar a uma série de consequências, como violações de segurança, sequestro de sessões, fraudes financeiras e danos à reputação da marca. Por isso, compreender os diferentes tipos de spoofing é fundamental para mitigar riscos e fortalecer a segurança digital.
Tipos de spoofing mais comuns
Um dos exemplos mais recorrentes é o spoofing de e-mail. Nesse caso, o criminoso altera o endereço do remetente para que pareça confiável. Frequentemente, o domínio utilizado é visualmente semelhante ao real, o que pode enganar até os usuários mais atentos. Além disso, há o spoofing de IP, onde o invasor modifica o endereço IP de origem com o intuito de burlar filtros de segurança ou ocultar sua localização. Isso, por sua vez, facilita ações como ataques DDoS ou invasões direcionadas.
Outro tipo importante é o spoofing de DNS, que manipula registros do sistema de nomes de domínio. Dessa forma, o usuário é redirecionado a um site falso que imita perfeitamente uma página legítima. Consequentemente, dados sensíveis, como logins e senhas, podem ser roubados. Também é relevante citar o ARP spoofing, em que o atacante intercepta comunicações dentro de uma rede local ao se passar por outro dispositivo. Assim, é possível capturar e até alterar informações em trânsito. Por fim, temos o spoofing de GPS, que falsifica sinais de localização, comprometendo operações de rastreamento, transporte e logística.
Detectar um ataque de spoofing pode ser desafiador. No entanto, alguns sinais ajudam a identificar riscos: domínios com pequenas alterações, sites inseguros sem certificado SSL, acessos com IPs suspeitos e erros frequentes de autenticação são bons exemplos. Além disso, mensagens com senso de urgência ou links fora do padrão devem sempre levantar um alerta.
Para evitar esse tipo de ameaça, é essencial adotar uma abordagem de segurança baseada em confiança zero (Zero Trust). Isso significa que nenhum acesso deve ser concedido sem verificação. Entre as boas práticas, destacam-se: ativar a autenticação multifator (MFA), monitorar logs e tráfego de rede em tempo real, implementar firewalls de próxima geração, utilizar sistemas de detecção de intrusão (IDS) e reforçar o controle de acesso com políticas rígidas. Paralelamente, a conscientização dos colaboradores deve ser constante. Treinamentos sobre engenharia social e segurança digital reduzem significativamente as chances de erro humano.
Em resumo, spoofing é uma ameaça séria, mas pode ser combatida com tecnologia, educação e estratégia. À medida que os ambientes corporativos evoluem digitalmente, a proteção contra falsificação de identidade se torna uma necessidade urgente. Portanto, investir em cibersegurança é também investir na sustentabilidade e continuidade do seu negócio.
[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Este conteúdo foi traduzido e adaptado com base no artigo oficial da Splunk: What is Spoofing? An Introduction[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Com o avanço constante da tecnologia, a busca por certificações e treinamentos especializados continua em alta. Profissionais de TI, engenheiros e líderes de negócios estão cada vez mais investindo em sua capacitação para se manterem atualizados e competitivos no mercado. A Fast Lane, parceira oficial de grandes players como AWS, Cisco, Microsoft, Google, Red Hat e outros, é referência em educação tecnológica e oferece treinamentos que estão moldando o futuro do mercado de trabalho.
Confira os 30 treinamentos mais procurados em 2024 e as tecnologias envolvidas:
Um curso introdutório para profissionais que desejam entender os fundamentos da nuvem AWS. Ideal para quem está começando na jornada de computação em nuvem.
Curso essencial para profissionais de TI interessados em boas práticas para gestão de serviços.
Estes treinamentos refletem as tendências e demandas do mercado de tecnologia em 2024. Seja para avançar na carreira ou liderar inovações em sua organização, a Fast Lane oferece o suporte necessário para seu crescimento profissional.
Qual desses treinamentos chamou sua atenção? Entre em contato com a Fast Lane e invista no seu futuro![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Em um cenário global cada vez mais impactado por ameaças cibernéticas, a preparação técnica é indispensável. A cibersegurança moderna requer não apenas tecnologias avançadas, mas também profissionais qualificados que saibam utilizá-las de forma eficaz. Para atender a essa demanda, aFast Lane, líder global em treinamentos tecnológicos, está oferecendo três treinamentos especializados e gratuitos no primeiro trimestre de 2025.
Esses cursos abordam temas comointeligência artificial aplicada à segurança, DevOps seguro e gerenciamento avançado de endpoints. Neste artigo, exploramos os conteúdos desses treinamentos, seus benefícios e como eles se alinham às principais tendências globais de cyber segurança.
Por que a cyber segurança é essencial em 2025?
O crescimento de ameaças cibernéticas
De acordo com especialistas, 2024 registrou um aumento de 38% nos ataques cibernéticos, com destaque para ransomware, phishing e exploração de vulnerabilidades em cadeias de suprimentos. Organizações globais estão enfrentando ameaças cada vez mais direcionadas e sofisticadas.
A importância da IA na segurança
A inteligência artificial (IA) está moldando o futuro da segurança cibernética. Ferramentas como o Microsoft Security Copilot permitem detectar, analisar e responder a ameaças em velocidade de máquina, enquanto os criminosos também utilizam IA para criar ataques mais sofisticados.
DevOps seguro: uma necessidade
Com o crescimento de práticas ágeis, o DevSecOps – integração da segurança no ciclo de desenvolvimento – tornou-se essencial. A ausência de uma abordagem de segurança robusta pode expor projetos inteiros a vulnerabilidades.
Gerenciamento de endpoints
O trabalho remoto e o aumento de dispositivos conectados exigem ferramentas avançadas para proteger endpoints. Soluções como o Microsoft Intune desempenham um papel fundamental nesse desafio, garantindo controle centralizado e segurança.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
1. SC-5006: Introdução ao Microsoft Security Copilot
O Microsoft Security Copilot utiliza inteligência artificial generativa para reforçar as defesas contra ameaças cibernéticas. Este curso explora como usar essa ferramenta inovadora para aprimorar a análise de segurança e a resposta a incidentes.
Conteúdo principal
Fundamentos de IA Generativa: Compreensão dos modelos de linguagem que impulsionam o Copilot.
Introdução ao Security Copilot: Configuração, uso de prompts eficazes e integração com produtos Microsoft.
Cenários de uso prático: Aplicações reais que mostram como o Copilot pode melhorar a segurança cibernética.
2. AZ-2008: Fundamentos de DevOps: Princípios e práticas essenciais
Este curso oferece uma visão abrangente do DevOps, utilizando o GitHub como plataforma principal. O treinamento ensina como combinar agilidade e segurança no desenvolvimento de software.
Conteúdo principal
Planejamento Ágil: Gerenciamento de projetos no GitHub.
Desenvolvimento seguro: Controle de versões e integração contínua.
Entrega rápida: Fluxos de trabalho automatizados para lançamento de software.
Operações resilientes: Observabilidade e engenharia de confiabilidade.
Benefícios
Integração de segurança no ciclo de desenvolvimento.
A abordagem Zero Trust, que exige validação constante para todos os acessos, está se tornando a norma em organizações de todos os portes.
2. Automação com IA
Ferramentas como o Microsoft Security Copilot demonstram como a automação pode reduzir drasticamente o tempo de resposta a incidentes e aliviar a carga das equipes de segurança.
3. Foco em nuvem segura
Com a migração massiva para a nuvem, a segurança nesse ambiente tornou-se um dos maiores desafios. O uso de ferramentas integradas, como o Microsoft Intune, é essencial.
4. Educação contínua
Treinamentos frequentes são indispensáveis para acompanhar a evolução rápida das ameaças e das tecnologias.
Conclusão
A cyber segurança é um dos campos mais desafiadores e dinâmicos da tecnologia. Para enfrentar ameaças crescentes e aproveitar as inovações mais recentes, os profissionais de TI precisam estar atualizados.
Os treinamentos gratuitos da Fast Lane, como SC-5006, AZ-2008 e MD-4011, oferecem o conhecimento e as ferramentas necessárias para liderar no campo da cibersegurança. Não perca essa oportunidade única de começar 2025 com habilidades altamente valorizadas no mercado.
Inscreva-se agora e garanta sua vaga! Para mais detalhes, visite o site oficial da Fast Lane: www.flane.com.pa/pt/microsoft-fundamentals[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]As certificações de data center continuam sendo ferramentas valiosas para impulsionar carreiras em TI, mesmo em um setor que passa por constantes transformações. Os programas de certificação estão se adaptando para abranger desde a infraestrutura tradicional até áreas emergentes como inteligência artificial (IA), sustentabilidade e segurança. Com a evolução dos data centers, que se tornam cada vez mais centrais no ecossistema de computação e IA, a demanda por profissionais qualificados não para de crescer — acompanhada por salários altamente competitivos.
De acordo com uma pesquisa recente da InformaTech, 77% dos profissionais de data center relataram aumentos salariais no último ano, com uma média de remuneração atingindo US$ 130.000. Contudo, o crescimento do setor também traz desafios. Gerentes de data center estão supervisionando equipes maiores, enquanto profissionais técnicos assumem novas responsabilidades em áreas como marketing, finanças e sustentabilidade.
Por outro lado, o avanço da IA e a crescente preocupação com segurança cibernética estão impulsionando mudanças significativas na infraestrutura. Segundo Robert Beveridge, professor e gerente técnico do Centro de Engenharia de IA da Carnegie Mellon University, “A IA é uma tecnologia transformadora que requer muita energia, computação densa e redes rápidas. Essa tecnologia está pronta para aumentar drasticamente a demanda por recursos”.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
Certificações oferecem benefícios tanto para profissionais quanto para organizações. Do ponto de vista individual, elas são um reconhecimento de conhecimento, habilidades e competências, ajudando na progressão de carreira. Para as empresas, certificações representam uma maneira eficaz de gerenciar talentos, promover desenvolvimento profissional e reter funcionários qualificados.
Matt Hawkins, diretor de Uptime Education no Uptime Institute, destaca: “Investir no desenvolvimento dos indivíduos por meio de certificações é uma forma estratégica de reter talentos e ajudá-los a crescer”. Além disso, pesquisas apontam que 96% dos profissionais de TI consideram que certificações têm valor monetário mensurável, e quase metade afirma que funcionários certificados agregam um valor adicional de US$ 20.000 ou mais.
As certificações também estão associadas a aumentos salariais, mesmo em mercados de transição. No entanto, mudanças significativas no setor de data centers, como a ascensão da IA, ainda estão em processo de definição. Segundo David Foote, analista-chefe da Foote Partners, “Os mercados de transição são confusos no gerenciamento de talentos tecnológicos, mas nos próximos seis a 12 meses, veremos essas mudanças refletidas na força de trabalho”.
Fast Lane: impulsionando carreiras com treinamentos personalizados
Na Fast Lane, compreendemos as transformações do setor e estamos preparados para apoiar profissionais e empresas nesse processo. Oferecemos treinamentos personalizados para atender às demandas de um mercado em constante evolução. Nossos programas cobrem tópicos essenciais, como infraestrutura de data center, inteligência artificial, cibersegurança e cloud.
Além disso, trabalhamos em parceria com grandes players do setor para desenvolver roteiros de certificação adaptados às necessidades de cada cliente, garantindo que nossos alunos estejam preparados para enfrentar os desafios atuais e futuros. Com a consultoria da Fast Lane, você não apenas obtém certificações valiosas, mas também o conhecimento necessário para se destacar em um mercado competitivo.
Agora é o momento ideal para investir em sua carreira e explorar as oportunidades que as certificações de data center oferecem. Junte-se à Fast Lane e transforme o seu potencial em resultados![/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Texto escrito por Maria Korolov, Escritora Colaboradora da NetworkWorld e adaptado pela Fast Lane.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]São Paulo, SP, Brasil, Novembro de 2024 – Em uma iniciativa que reforça a crescente integração entre segurança e inteligência artificial generativa, a CrowdStrike, renomada empresa de cibersegurança, anunciou o lançamento do Charlotte AI. Essa solução de IA generativa, que agora integra as capacidades de cibersegurança da CrowdStrike com a infraestrutura da Amazon Web Services (AWS), promete oferecer novos níveis de eficiência e inteligência para proteger as empresas contra ameaças cada vez mais sofisticadas.
O Charlotte AI, que roda na robusta infraestrutura da AWS, foi projetado para facilitar a tomada de decisões em tempo real, automatizando e aprimorando a resposta a incidentes e o gerenciamento de ameaças. Com essa solução, a CrowdStrike visa equipar as empresas com uma ferramenta de IA que não apenas detecta ameaças, mas também auxilia na resposta a elas de forma rápida e eficiente. “A nossa colaboração com a AWS permite que a inteligência de segurança evolua para além da simples detecção, capacitando nossos clientes a agirem rapidamente e com precisão”, explicou a CrowdStrike no comunicado de lançamento.[/vc_column_text][us_separator size=”small”][us_image image=”10728″ align=”center” link=”%7B%22url%22%3A%22%22%7D”][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
[/vc_column_text][us_separator][vc_column_text]Segundo o blog da AWS, o Charlotte AI foi construído para operar com a plataforma de IA generativa da AWS, aproveitando a segurança e escalabilidade da nuvem da Amazon. Com isso, as empresas podem acessar uma solução de segurança que aprende continuamente com o vasto volume de dados coletados pela CrowdStrike e pela AWS, aprimorando suas capacidades de detecção e resposta. Essa abordagem se mostra fundamental, principalmente em um cenário onde as ameaças evoluem constantemente e a velocidade de resposta pode ser o diferencial entre a contenção de uma ameaça ou uma violação.
A colaboração marca um novo patamar de inovação no uso de IA generativa para cibersegurança, transformando a forma como as empresas identificam e respondem a incidentes. A CrowdStrike, por meio do Charlotte AI, busca não apenas proteger, mas empoderar as organizações a enfrentarem desafios complexos de segurança digital com uma solução orientada por IA que aprende e se adapta de maneira contínua.
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Na madrugada desta sexta-feira (19), um verdadeiro “apagão cibernético” sacudiu o mundo! Computadores, voos, bancos e até serviços de saúde foram atingidos. A Fast Lane, especialista em consultoria e treinamentos em segurança digital, explica o que aconteceu e como isso afetou tudo!
O Que Aconteceu?
A falha começou com um problema em sistemas da CrowdStrike, uma gigante da segurança cibernética que presta serviços para a Microsoft. Houve uma interrupção por conta de uma atualização no sistema, que impactou a plataforma Azure da Microsoft e diversos aplicativos. A famosa tela azul do Windows apareceu para muitos, causando instabilidade no Microsoft Teams, PowerBI e outros serviços.
Como Impactou o Mundo?
Aeroportos: Principais companhias aéreas dos EUA cancelaram voos. Problemas também ocorreram em aeroportos na Europa, Índia, Hong Kong e Singapura.
Televisão: No Reino Unido e na Austrália, redes de TV ficaram fora do ar.
Saúde: No Reino Unido e na Alemanha, cirurgias foram canceladas em hospitais.
Mercados: Bolsas de valores e mercados ao redor do planeta sofreram impactos.
E no Brasil?
Bancos como Banco Pan, Bradesco, Neon e Next enfrentaram problemas com seus serviços digitais. Houve também atrasos no Aeroporto de Viracopos em Campinas, com impacto significativo nos voos da Azul Linhas Aéreas.
A Microsoft já corrigiu o problema, mas alguns impactos residuais ainda podem ser sentidos. A CrowdStrike garantiu que o problema foi isolado e resolvido. Porém, a ocorrência reforça a importância de uma segurança digital robusta para evitar prejuízos.
Como a Fast Lane Pode Ajudar Sua Empresa a Se Proteger?
Diante desse apagão cibernético global, a Fast Lane oferece consultoria e treinamentos que preparam as empresas para evitar falhas semelhantes e manter a segurança de seus dados e sistemas. Fique à frente das ameaças digitais com a Fast Lane![/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Aposto que você está pensando em alguém ou em algo que foi atingido – para citar o clássico do Grande Bardo: “Ser ou não ser, eis a questão: se é mais nobre na mente sofrer as fundas ou flechas da fortuna ultrajante, ou pegar em armas contra um mar ou problemas e, opondo-se, acabar com eles.” (Hamlet)”, mas tem a força e a audácia para se tornar ainda mais forte.
Essa é uma definição perfeitamente aceitável e apoio o espírito dela. Mas quando você está falando sobre proteção de empresas de grande, médio e pequeno porte, apenas ser resiliente o suficiente para se recuperar após uma queda pode não ser bom o suficiente. Afinal, as violações de segurança cibernética bem-sucedidas, como ransomware ou roubo de propriedade intelectual, podem causar danos consideráveis a empresas, colaboradores, parceiros e clientes. No Relatório de resultados de segurança de 2021(1), 41% das empresas entrevistadas afirmaram que sofreram um grande incidente de segurança ou uma perda nos últimos dois anos, o que mostra a amplitude desse problema.
A Cisco define resiliência de segurança como a capacidade de proteger a integridade de todos os aspectos dos negócios para que possam resistir a ameaças ou mudanças imprevisíveis e se tornar mais fortes. Como você aprenderá neste terceiro volume de nosso Relatório de resultados de segurança, há um consenso quase unânime entre os executivos entrevistados de que obter resiliência de segurança é fundamental para os negócios. E não é de admirar que, à medida que mais empresas estão interconectadas atualmente, uma violação em uma delas na cadeia de valor pode ter um efeito cascata dramático sobre os outros. Nenhum executivo quer ser conhecido como aquele que não fez o suficiente.
Então, faço o convite para que você use e abuse deste relatório. Espero que você ache útil no desenvolvimento das estratégias e soluções para alcançar a medida de resiliência de segurança. Resiliente a ameaças. Resiliente à mudança. Resiliente ao desconhecido. O setor de segurança certamente tem jargões da moda suficientes. No entanto, tenho a sensação de que a palavra resiliente estará presente por um bom tempo. Talvez não tanto quanto uma grande peça de Shakespeare como Hamlet, mas o suficiente.
O que há de novo neste estudo?
Neste terceiro volume do Relatório de resultados de segurança, dividimos a resiliência de segurança em insights fáceis de entender e acionáveis. (Tenho certeza de que você tem o suficiente com que se preocupar, sem precisar dificultar o entendimento da resiliência.) Nenhum relatório pode abranger tudo o que há para saber sobre um assunto tão importante; mas destacamos alguns tópicos para você considerar ao criar e refinar sua estratégia de segurança cibernética para o futuro.
Usando os dados coletados de mais de 4.700 profissionais de segurança em 26 países, incluindo o Brasil, descobrimos os sete fatores de sucesso que podem aumentar a resiliência cibernética. O relatório também analisa exatamente o que significa resiliência de segurança, por que ela é importante e como as empresas a classifica.
Esperamos que esses dados sirvam como um recurso e forneçam mais confiança à medida que você prepara a empresa para o sucesso, não importa o que aconteça.
Entre o risco e a resiliência, há uma ponte. Sabemos que a jornada pode ser árdua às vezes e estamos aqui para ajudar.
Principais descobertas
A resiliência de segurança é prioridade entre os executivos; 96% deles consideram muito importante para os negócios.
Quase dois terços das empresas relatam que passaram por grandes incidentes de segurança com comprometimento das operações comerciais.
A prevenção de incidentes e a mitigação de perdas são as duas principais prioridades da resiliência de segurança em geral.
Reter talentos de segurança é classificado como a menor prioridade de resiliência, mas também é o mais desafiador para empresas de todos os tipos.
Identificamos sete fatores de sucesso que, se alcançados, aumentam nossa medida de resiliência de segurança geral do 10º percentil inferior para o 10º percentil superior.
A cultura é importante. As empresas que promovem uma cultura de segurança tiveram um aumento de 46% na resiliência.
A arquitetura é importante. Empresas com implementações Zero Trust, XDR e SASE apresentam pontuações de resiliência significativamente mais altas.