A inteligência artificial deixou de ser um projeto isolado e passou a ocupar o centro da estratégia digital. Porém, muitas organizações ainda enfrentam um desafio crítico: os dados continuam fragmentados.
Entre nuvens híbridas, ambientes on-premise e múltiplas ferramentas de segurança, consolidar informações confiáveis e em tempo real se torna uma tarefa complexa.
É nesse cenário que surge o Cisco Data Fabric, uma proposta que busca unificar dados, observabilidade e segurança para viabilizar casos de uso de IA em escala.
O que é Cisco Data Fabric?
O Cisco Data Fabric é uma arquitetura criada para conectar, normalizar e tornar os dados acessíveis em diferentes ambientes, como multicloud, data centers e edge.
Seu objetivo é claro:
Reduzir silos de informação
Melhorar a visibilidade operacional
Acelerar a adoção de IA
Fortalecer a postura de cibersegurança
A integração com a Splunk fortalece essa visão, pois permite transformar dados em insights acionáveis em tempo real.
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A inteligência artificial depende de três fatores fundamentais:
Dados de qualidade
Acesso em tempo real
Contexto unificado
Sem uma arquitetura capaz de conectar redes, aplicações, usuários e eventos de segurança, os modelos de IA operam com informações parciais.
O Cisco Data Fabric responde a esse desafio ao integrar telemetria, observabilidade e dados de segurança em um único fluxo inteligente.
Isso permite:
Detectar ameaças com mais precisão
Otimizar o desempenho das aplicações
Automatizar respostas operacionais
Melhorar a tomada de decisão baseada em dados
Splunk + Cisco: uma combinação estratégica
Após a aquisição da Splunk pela Cisco, o foco passou a se fortalecer em torno de uma plataforma integrada de visibilidade e segurança impulsionada por IA.
A Splunk contribui com:
Análise avançada de dados
SIEM de nova geração
Observabilidade unificada
A Cisco contribui com:
Infraestrutura de rede inteligente
Segurança integrada
Capacidade de automação em grande escala
O resultado é um ecossistema no qual a rede não apenas transporta dados, mas também os transforma em inteligência acionável.
Impacto nas organizações
Para as empresas, isso representa:
Menor complexidade operacional
Redução da superfície de ataque
Maior resiliência digital
Preparação real para iniciativas de IA
Em vez de adotar soluções isoladas, a abordagem de Data Fabric permite construir uma arquitetura integrada, pronta para crescer e automatizar processos.
Na era da inteligência artificial, a vantagem competitiva não está apenas em ter IA, mas em como os dados que a alimentam são conectados, gerenciados e utilizados.
O Cisco Data Fabric, potencializado pela Splunk, representa um passo estratégico rumo a infraestruturas mais inteligentes, seguras e preparadas para escalar iniciativas de IA.
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[vc_row][vc_column][vc_column_text]Você já imaginou uma inteligência artificial que não apenas entende o que você diz, mas também compreende o que os seus sistemas dizem entre si? É exatamente isso que a Splunk — um dos nossos parceiros estratégicos — está construindo com o conceito de MachineGPT.
O que é o MachineGPT?
Assim como o ChatGPT aprendeu a gramática das palavras humanas para conversar conosco, o MachineGPT aprende a “gramática oculta” do comportamento dos sistemas digitais — por meio dos dados que as máquinas produzem o tempo todo.
Logs, métricas, traces, eventos: tudo isso é o “batimento cardíaco digital” das empresas modernas. São sinais que movem negócios, garantem segurança e sustentam a economia digital. A Splunk chama esse conjunto de informações de machine data — e aposta que dominar essa linguagem é a próxima grande fronteira da IA.
De reativo para preditivo
Historicamente, os dados de máquina eram usados de forma reativa: você analisava o que aconteceu depois que um problema ocorreu. O MachineGPT muda esse paradigma.
Com ele, é possível:
Detectar anomalias sutis em sensores, transações e padrões de autenticação
Correlacionar sinais de séries temporais entre diferentes domínios
Simular cenários futuros antes que os problemas se manifestem
Orquestrar respostas automatizadas em tempo real e em escala
Em vez de olhar para o passado, as equipes de TI passam a antecipar e moldar o futuro.
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O papel do Cisco Data Fabric
Para viabilizar o MachineGPT em escala empresarial, a Splunk desenvolveu — junto à Cisco — o Cisco Data Fabric: uma arquitetura pronta para IA que unifica a telemetria de infraestrutura, aplicações, segurança e operações de negócio.
Não se trata de um repositório centralizado tradicional. É uma fundação adaptativa e federada que conecta dados onde quer que estejam, tornando-os acionáveis em tempo real. Essa “malha de dados” garante:
Análise avançada de padrões e raciocínio temporal em séries de dados
Detecção de anomalias e previsão automatizada
Análise automatizada de causa raiz
Governança e conformidade para que agentes de IA operem com contexto e precisão
Dados operacionais + dados de negócio = inteligência transformadora
Uma das iniciativas mais relevantes apresentadas pela Splunk é a parceria com a Snowflake. Com o Splunk Federated Search for Snowflake, organizações conseguem cruzar dados de máquina do Splunk com dados de negócio da Snowflake AI Data Cloud — sem mover ou duplicar informações.
O resultado? Um novo plano de inteligência. Imagine correlacionar uma anomalia em logs de autenticação com transações de clientes em tempo real, ou ligar uma lentidão de sistema diretamente a uma campanha promocional ativa. Detecção mais rica, planejamento mais amplo, respostas mais precisas.
Casos de uso reais
O impacto do MachineGPT já se traduz em aplicações concretas:
Varejo: sistemas de checkout auto-recuperáveis que corrigem falhas antes que o cliente perceba
Automotivo: previsão de falhas em garantias antes que se tornem recalls em massa
Financeiro: identificação de padrões de fraude invisíveis para sistemas isolados
Esses não são cenários futuristas. São o que acontece quando machine data deixa de ser tratado como “resíduo digital” e passa a ser um ativo estratégico.
Por que isso importa para os nossos clientes?
Na Fast Lane, acompanhamos de perto a evolução dos nossos parceiros tecnológicos — e o que a Splunk está construindo com o MachineGPT representa uma mudança fundamental na forma como as organizações vão operar na era da IA agêntica.
A primeira onda da IA foi sobre entender a linguagem humana. A próxima será sobre falar a linguagem das máquinas.
Se você quer entender como a plataforma Splunk pode ajudar a sua organização a transformar dados operacionais em resiliência digital — e como as nossas trilhas de treinamento e certificação podem preparar os seus times para essa nova realidade — entre em contato com a Fast Lane.
Por que o reconhecimento automatizado exige atenção imediata
O reconhecimento automatizado já é a etapa mais ativa do cibercrime. Antes do ataque, os invasores mapeiam serviços expostos, portas abertas e versões vulneráveis. Conforme as telemetrias observadas, o volume atual alcança 1,16 trilhãode detecções, enquanto 2024 registrou 993 bilhões, resultando em crescimento anual de 16,71%. Portanto, qualquer novo ativo publicado — um subdomínio, um microserviço, um PBX ou um gateway de IoT — entra no radar em minutos.
Na prática, SIP/VoIP concentra a maior parte das verificações, próximo de 50%. Assim, configurações fracas podem facilitar fraude de chamadas, exposição de ramais e movimento lateral. Em paralelo, OT/ICS também aparece nas telemetrias; Modbus/TCP surge em uma parcela menor, cerca de 1,6%, porém o risco operacional é elevado. Desse modo, setores como telecomunicações e financeiro, além de ambientes industriais, permanecem em destaque.
As ferramentas observadas são conhecidas do mercado e, inclusive, legítimas para defesa. SIPVicious costuma aparecer em varreduras de telefonia. Nmap e Qualys ajudam a identificar serviços e versões, enquanto Nessus e OpenVASbuscam CVEs exploráveis. Contudo, quando suas pegadas surgem nos logs, elas revelam reconhecimento automatizadoem andamento; por isso, ignorá-las significa ceder vantagem.
Da visibilidade à ação: como reduzir exposição
Primeiro, mantenha um inventário vivo do que está público. Em seguida, aplique higiene de exposição: menos portas, banners de versão ocultos, TLS robusto e rate limiting. No VoIP, fortaleça autenticação de ramais, refine regras de discagem e habilite inspeção/IPS nos NGFW, monitorando toll fraud. Já em OT/ICS, segmente por zonas, crie uma DMZ entre IT e OT e restrinja protocolos por allow-list. Assim, você reduz a superfície explorável sem perder agilidade.
[/vc_column_text][vc_column_text]Além disso, a gestão de vulnerabilidades deve priorizar o que está exposto externamente e com exploração ativa. Para isso, correlacione telemetria de reconhecimento automatizado com scanners e threat intel. Depois, centralize eventos em SIEM e orquestre respostas em SOAR, criando casos de uso para picos de varredura, fingerprinting e anomalias em SIP. Paralelamente, adote Zero Trust — MFA, acessos just-in-time e bastions — para reduzir confiança implícita.
Por fim, acompanhe indicadores que mostram progresso real: tempo para corrigir exposições, cobertura do inventário, resolução de CVEs exploráveis e públicas e queda sustentada nas varreduras após mudanças de controle. Em complemento, realize testes contínuos de superfície externa e exercícios de purple team para validar controles na prática.
Como a Fast Lane acelera sua maturidade
A Fast Lane transforma esse plano em resultados, unindo trilhas personalizadas e laboratórios práticos. Em parceria com Cisco, Splunk e Google, capacitamos times em operação de NGFW/IPS, segmentação, casos de uso em SIEM e automação de resposta. Dessa forma, conectamos conhecimento a desempenho.
[/vc_column_text][us_separator show_line=”1″][vc_column_text]Crédito do gráfico e conteúdo: Relatório Global de Ameaças 2025 Fortinet.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
A cada início de campeonato, a pressão aumenta dentro e fora de campo. Por isso, a modernização de infraestrutura NFL Cisco ganhou protagonismo: além de melhorar a experiência do torcedor, ela sustenta operações críticas, segurança avançada e decisões em tempo real. Como resultado, clubes vêm acelerando upgrades de rede, segurança e observabilidade para entregar um “game day” sem atritos.
Por que a modernização de infraestrutura NFL Cisco virou prioridade
Antes de mais nada, estádios são ambientes de altíssima densidade. Ingressos digitais, pagamentos sem contato, apps oficiais e streaming interno exigem um backbone confiável. Assim, os times estão migrando de arquiteturas fragmentadas para plataformas unificadas de rede e segurança. Consequentemente, o troubleshooting fica mais rápido e a automação com IA se torna viável.
O que muda nos estádios: do Wi-Fi 6E/7 à malha de segurança
Em primeiro lugar, a borda ganha potência: Wi-Fi de alta densidade com rota para 6E/7, segmentação de tráfego e engenharia de rádio voltada a picos. Além disso, firewalls e políticas zero trust criam uma malha de segurança do data center à arquibancada. Por fim, uma camada de observabilidade costura métricas, logs e traces para detectar anomalias e agir rapidamente.
Menos silos, mais plataforma: rede + segurança + observabilidade
Em outras palavras, trocar a “colcha de retalhos” por um ecossistema integrado reduz integrações manuais e riscos operacionais. Portanto, times de TI conseguem padronizar telemetria, aplicar políticas consistentes e automatizar respostas — pilares que sustentam a modernização de infraestrutura NFL Cisco ao longo da temporada.
Dados e IA: da proteção à personalização da experiência
Por outro lado, o mesmo dado que aponta um incidente de segurança também revela padrões de comportamento do público. Assim, é possível ajustar filas, personalizar ofertas, otimizar serviços e, ao mesmo tempo, reforçar compliance e governança. Consequentemente, a arena torna-se mais segura, eficiente e rentável.
Lições práticas para empresas fora do esporte
Projete para picos: planeje a capacidade pensando em datas sazonais e lançamentos.
Observabilidade unificada: consolide métricas, logs e traces para reduzir MTTR.
Arquitetura “AI-ready”: padronize telemetria e automação para modelos de IA operacionais.
Malha de segurança: políticas consistentes do core à borda e ao Wi-Fi.
Roteiro de Wi-Fi: evolua gradualmente para 6E/7 em áreas críticas.
Menos fornecedores, mais resultado: plataformas integradas aceleram a entrega.
Onde a Fast Lane entra nessa modernização de infraestrutura (NFL, Cisco e além)
Como parceira global de líderes como Cisco e Splunk, a Fast Lane acelera o seu roadmap com workshops executivos, hands-on guiado, observabilidade orientada a valor e trilhas de certificação. Em suma, ajudamos seu time a sair do modo “amistoso” e operar em ritmo de playoff, com segurança, governança e foco em resultado.
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Quando mais de 500 robôs humanoides entram em uma arena olímpica para correr, jogar futebol, praticar boxe e até cumprir tarefas “do mundo real”. Não estamos apenas diante de um espetáculo curioso, estamos vendo, ao vivo, a convergência entre inteligência artificial, visão computacional, robótica e computação em nuvem sair do laboratório para ganhar escala.
Entre 15 e 17 de agosto de 2025, Pequim recebeu a primeira edição dos World Humanoid Robot Games, popularmente chamada de “Olimpíada de Robôs”, reunindo 280 equipes de 16 países no National Speed Skating Oval (instalação construída para os Jogos de Inverno de 2022). O evento alternou tropeços cômicos e avanços reais, como a prova de 1.500 m, vencida por um humanoide da Unitree em 6min29s, e provas de atletismo, futebol e kung fu. e terminou deixando uma mensagem clara: a corrida por talento digital está mais estratégica do que nunca.
Para a China, a competição é também um statement industrial: o país já é, de longe, o maior mercado de robôs industriais do mundo, respondendo por 51% das instalações globais em 2023, e acumula um estoque recorde operando em suas fábricas. IFR International Federation Robotics
Em 2025, Pequim ainda anunciou a criação de um fundo de capital de risco de cerca de 1 trilhão de yuans para impulsionar startups de robótica e IA, um movimento de longo prazo que reforça a aposta no desenvolvimento de “hard tech” e amplia a competição global por engenheiros, cientistas de dados e profissionais de segurança.
Mas por que isso importa para quem forma times, lidera áreas de tecnologia ou busca certificações para acelerar a carreira? Porque cada prova da “Olimpíada de Robôs” esconde a mesma arquitetura que já suporta produtos digitais nas empresas: edge capturando sinais de sensores e câmeras em milissegundos; modelos de IA (e agentes) orquestrando decisões; nuvem oferecendo escala, armazenamento e observability; pipelines de dados garantindo governança; e camadas de segurança protegendo propriedade intelectual e integridade operacional. Em outras palavras, robôs competindo ajudam a traduzir, para o grande público, o que o mercado B2B já percebeu: não existe inovação sustentada sem times capacitados para conectar IA + cloud + dados + segurança.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]O que vimos em Pequim também ajuda a calibrar expectativas. A performance ainda está distante de recordes humanos em várias modalidades, e houve muitas quedas. Só que esse é exatamente o ponto: quando dezenas de universidades e empresas testam juntos, a curva de aprendizado acelera. Organizadores e imprensa internacional ressaltaram que a utilidade prática — coletar dados, medir confiabilidade, avaliar ergonomia e colaboração homem-máquina — vale tanto quanto os pódios.
Na Fast Lane, acompanhamos essa virada com um foco simples: preparar profissionais e empresas para entregar valor no mundo pós-piloto. Isso significa formar competências que “conversam” entre si. Para um caso aplicado de robótica, por exemplo, você combina fundamentos de IA/ML e MLOps, serviços de nuvem (AWS, Google Cloud, Microsoft), redes e edge (com parceiros como Cisco), observabilidade e análise (como Splunk), além de práticas de security by design. Essa malha de habilidades é a base para que protótipos virem operação, seja num robô na linha de produção, seja em um agente de IA no backoffice.
Se a primeira “Olimpíada de Robôs” inaugura um calendário anual, a próxima temporada deve intensificar a disputa por profissionais certificados que consigam integrar essas camadas sem perder de vista custo, confiabilidade e compliance.
Nossa recomendação é objetiva: comece mapeando as jornadas de certificação que melhor se conectam ao seu roadmapde produto e aos seus SLOs. por exemplo, uma trilha de fundamentos de nuvem + IA aplicada ao negócio, seguida por especializações (dados, segurança, redes, observabilidade) que consolidem a operação. Você reduz atrito na adoção, acelera time-to-value e constrói autoridade técnica num mercado que, como vimos em Pequim, está virando a página do “hype” para a execução. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Vivemos cercados por dados — logs, métricas, eventos, cliques — e, ainda assim, muitas empresas lutam para converter esse oceano de informações em resultado concreto. Esse desafio do valor dos dados na era da IA ficou mais visível à medida que segurança, observabilidade e analytics se tornaram pilares de resiliência digital.
O volume cresce exponencialmente, os custos pressionam, a conformidade endurece e, no meio disso tudo, o objetivo principal se perde: transformar dados em vantagem competitiva. Uma pesquisa recente da Splunk, em parceria com a Oxford Economics, confirma que a explosão de dados e as exigências de segurança e compliance são hoje os maiores entraves — e que a resposta passa por reescrever as regras de gestão de dados com foco em valor, não apenas em coleta.
Por que a gestão atual não basta
Conforme usuários exigem mais conectividade, digitalização e recursos acelerados por IA, o volume dispara. No levantamento citado, 67% apontam o volume como desafio líder e 69% destacam segurança e conformidade. Os impactos são empresariais: 62% relatam falhas de compliance, 71% má tomada de decisão e 46% desvantagem competitiva quando a gestão de dados falha. Em outras palavras, custos sobem, riscos aumentam e a qualidade de decisão cai, exatamente o oposto do que a IA promete resolver.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]A pesquisa mostra que gestão do ciclo de vida dos dados e gestão de pipelines já compõem a estratégia de grande parte das organizações. Porém, três práticas ainda pouco exploradas ampliam o valor sem inflar a conta: data tiering (armazenar e consultar por valor de negócio), reuso de dados (eliminar redundâncias, incentivar colaboração) e data federation (acessar e analisar onde os dados estão, sem mover tudo).
Embora 92% já possuam algum nível de federação, só 20% implementaram plenamente; o reuso aparece subalocado; e o tiering ainda tem espaço para maturar. O potencial está justamente aí: entender o ecossistema de dados como um portfólio, priorizando acessibilidade e governança de acordo com o valor gerado.
O “trifásico” que rende: federação + pipelines + ciclo de vida
As empresas que combinam federation totalmente implementada com pipelines robustos e lifecycle disciplinado colhem benefícios mensuráveis: acesso mais rápido aos dados e processamento mais eficiente, além de economia relevante de custos frente a seus pares. Esses ganhos transbordam para segurança (redução de MTTR, mais neutralizações de ameaças, menos incidentes) e para ITOps/observabilidade (melhor performance de apps e infraestrutura, monitoramento mais eficaz de processos críticos). O recado é claro: padronize seu fluxo ponta a ponta e deixe a federação habilitar velocidade, governança e escala.
Modelos bons de inteligência artificial precisam de dados bons, e dados bons exigem gestão de ponta a ponta. No estudo, 85% dizem que sua estratégia de dados já provê volume/variedade suficientes; 74% afirmam que ajuda a mitigar vieses; e 73% enxergam na IA um catalisador de qualidade ao automatizar tarefas repetitivas (enriquecimento, limpeza, rotulagem). Ao mesmo tempo, a IA melhora a própria gestão de dados ao aumentar produtividade e reduzir lacunas de processo. É um ciclo virtuoso: gestão de dados fortalece a IA; IA fortalece a gestão de dados.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
Como sair do discurso e chegar ao ROI (roteiro prático)
Comece pelo mapa de valor: identifique domínios de dados críticos (segurança, observabilidade, negócio), defina KPIs ligados a resultado (MTTR, taxa de falsos positivos, latência de consulta, custo/GB ingerido, SLOs de apps) e classifique conjuntos por valor de negócio, é a base do data tiering. Em paralelo, crie pipelines versionados do source ao consumo (schema, enriquecimento, qualidade, catálogo) e habilite data federation para reduzir duplicação e acoplamento: analise “no lugar” sempre que possível.
Trate governança como produto (políticas, RBAC, mascaramento, linhagem) e integre IA onde ela reduz atrito: automatize normalização, dedup, entity resolution, taxonomias. Por fim, feche o ciclo com telemetria operacional da própria plataforma de dados (custo por workload, SLIs/ SLOs do lakehouse, error budgets) e leve esses números à mesa de produto e risco.
O papel da cultura (e do time)
Ferramentas resolvem parte do problema; o resto é cultura orientada a produto. Dados precisam de product owners, roadmaps e backlogs — não apenas de administradores. Segurança e observabilidade devem trabalhar com produto e finanças para alinhar custos a valor, criando políticas de retenção e acesso que respeitem a realidade do negócio. Só assim o desafio do valor dos dados na era da IA vira uma disciplina repetível, e não um fogo-fátuo de PoCs.
Como a Fast Lane ajuda Unimos capacitação (Splunk Observability, Splunk Security, pipelines e governança), arquitetura (federation, tiering, lifecycle) e aceleração de IA para transformar dados em decisão, com segurança e conformidade desde o dia zero.
[vc_row][vc_column][vc_column_text]O Cisco Connect LATAM 2024, que ocorreu nos dias 10 a 12 de setembro em Cancún, México, foi marcado por uma série de palestras, workshops e demonstrações voltadas para o futuro da tecnologia, com foco em redes, segurança e transformação digital. Entre os palestrantes esteve Lenoska Palma Gaméz, Diretora de Alianças da Fast Lane, uma parceira Platinum da Cisco e parceira oficial da Splunk, que mostrou todo o poder dos dados.
Lenoska Palma Gaméz: papel de liderança em transformação digital
Durante sua participação no evento, Lenoska Palma Gaméz trouxe uma visão geral de como o Splunk funciona e como transformar dados em tempo real em ações, além de uma revisão de diferentes soluções Splunk. Os presentes puderam entender os resultados da integração Cisco + Splunk (rede e aplicativos resilientes, bloqueio de bilhões de ataques) e entenderem como treinamentos e certificações Splunk funcionam para elevar suas carreiras ao próximo nível.
Assista abaixo gratuitamenta a palestra:[/vc_column_text][us_separator size=”small”][vc_video link=”https://www.youtube.com/live/lD2oUV95aBo?si=9Nn_LC8YkTNpMFaD” autoplay=”1″ muted=”1″ align=”center”][us_separator size=”small”][vc_column_text]A Fast Lane, que também é parceira oficial da Splunk, possui uma vasta experiência na oferta de treinamentos e consultoria especializada em soluções tecnológicas avançadas.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
A importância da parceria Cisco + Fast Lane + Splunk
A colaboração entre a Cisco, Fast Lane e Splunk é crucial para ajudar as empresas a enfrentar os desafios de um ambiente digital cada vez mais complexo. A parceria visa não apenas fornecer soluções tecnológicas robustas, mas também capacitar equipes por meio de treinamentos especializados, permitindo que as organizações utilizem ao máximo as ferramentas oferecidas pela Cisco e Splunk.
Com as redes se tornando cada vez mais críticas para os negócios, a necessidade de adotar uma abordagem proativa em relação à segurança e ao gerenciamento de dados se faz necessária. A Fast Lane tem desempenhado um papel fundamental ao oferecer treinamentos e certificações que ajudam as equipes de TI a se manterem atualizadas e preparadas para lidar com as demandas atuais e futuras.
O evento, que reuniu especialistas de todo o setor de tecnologia para discutir as últimas inovações e tendências, foi uma oportunidade para líderes como Lenoska compartilharem suas experiências e ajudarem outras empresas a navegar pelo cenário tecnológico em rápida evolução.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]No episódio inaugural da série de entrevistas “Splunk Smartness”, Callie Skokos, apresentadora e colaboradora da Splunk, conversou com Tom Kopchak, Diretor de Operações Técnicas na Hurricane Labs. Durante a entrevista, Tom compartilhou suas experiências com a plataforma Splunk e como ele, ao longo de quase uma década, se tornou um defensor e expert da tecnologia, além de destacar o valor da educação e certificação em Splunk para sua carreira.
O Início da Jornada de Tom no Splunk
Tom explicou que sua jornada com Splunk começou de forma inesperada. Ele foi designado para implementar a solução para um cliente após a saída repentina de um colega, mesmo sem ter experiência prévia com a plataforma. Esse desafio inicial acabou moldando sua carreira, levando-o a se especializar na ferramenta, ao ponto de hoje gerenciar implantações e treinar outras pessoas sobre como utilizá-la. O Splunk, com suas soluções avançadas de análise de dados, não é apenas uma ferramenta para Tom, mas uma parte essencial de seu trabalho e crescimento profissional.[/vc_column_text][us_separator size=”small”][us_image image=”10022″ align=”center” link=”%7B%22url%22%3A%22https%3A%2F%2Fcommunity.splunk.com%2Ft5%2FTraining-Certification-Blog%2FSplunk-Smartness-with-Tom-Kopchak-Episode-1%2Fba-p%2F694717%22%2C%22target%22%3A%22_blank%22%7D”][us_separator size=”small”][vc_column_text]
A Importância da Educação e Certificação Splunk
Na Hurricane Labs, Tom lidera um processo estruturado de treinamento para sua equipe, utilizando unidades de treinamento da Splunk. Cada funcionário segue uma trilha de certificação específica para seu papel, garantindo que estejam preparados para atender às demandas de seus clientes. Além disso, a combinação de educação formal da Splunk com a experiência prática garante que a equipe esteja sempre atualizada e apta a solucionar problemas com eficiência.
Contribuições para a Comunidade Splunk
Um aspecto que Tom enfatizou foi sua participação na comunidade Splunk. Ele é um membro do Splunk Trust, um grupo seleto de especialistas que contribuem ativamente com a comunidade, compartilhando conhecimento por meio de tutoriais e guias práticos. Essa colaboração não só beneficia os usuários, mas também fortalece o próprio conhecimento de Tom e mantém-no atualizado com as últimas inovações da plataforma.[/vc_column_text][us_separator size=”small”][vc_column_text]
Ensino e o Papel da Tecnologia no Ambiente Acadêmico
Além de seu papel na Hurricane Labs, Tom também é professor adjunto de Ciência da Computação na Baldwin Wallace University, onde ensina cibersegurança. Embora não ministre aulas diretamente sobre o Splunk, ele incorpora a plataforma em seus cursos, demonstrando como essa ferramenta é fundamental para áreas como testes de penetração e segurança cibernética.
Dicas de Carreira para Profissionais de Tecnologia
Ao ser questionado sobre conselhos para profissionais que desejam crescer na área de segurança e análise de dados, Tom foi direto: “Aprenda Splunk”. Ele destacou a disponibilidade de cursos gratuitos, treinamentos acessíveis e recursos como laboratórios práticos e comunidades online. Para quem já conhece a plataforma, sua recomendação é engajar-se com a comunidade Splunk e utilizar as inúmeras ferramentas e oportunidades de aprendizado contínuo que a plataforma oferece.[/vc_column_text][us_separator size=”small”][us_html]JTNDY2VudGVyJTNFJTNDaWZyYW1lJTIwY2xhc3MlM0QlMjJ2aWR5YXJkX2lmcmFtZSUyMiUyMHRpdGxlJTNEJTIyVmFsaWRhdGUlMjBZb3VyJTIwU2tpbGxzJTIwd2l0aCUyMFNwbHVuayUyMENlcnRpZmljYXRpb25zJTIyJTIwc3JjJTNEJTIyJTJGJTJGcGxheS52aWR5YXJkLmNvbSUyRlhnYkRyblJrVXR3NlJENnZhR05jRXkuaHRtbCUzRiUyMiUyMHdpZHRoJTNENjQwJTIwaGVpZ2h0JTNEMzYwJTIwc2Nyb2xsaW5nJTNEJTIybm8lMjIlMjBmcmFtZWJvcmRlciUzRCUyMjAlMjIlMjBhbGxvd3RyYW5zcGFyZW5jeSUzRCUyMnRydWUlMjIlMjBhbGxvd2Z1bGxzY3JlZW4lMjByZWZlcnJlcnBvbGljeSUzRCUyMm5vLXJlZmVycmVyLXdoZW4tZG93bmdyYWRlJTIyJTNFJTNDJTJGaWZyYW1lJTNFJTNDJTJGY2VudGVyJTNF[/us_html][us_separator size=”small”][vc_column_text]
Conclusão
Este primeiro episódio de “Splunk Smartness” trouxe insights valiosos sobre como a educação e certificação Splunk podem transformar carreiras. Tom Kopchak, com sua vasta experiência e paixão pela plataforma, é um exemplo claro do impacto que a especialização em Splunk pode ter. Se você deseja aprender mais sobre o Splunk ou se aprofundar na plataforma, explore os cursos disponíveis na Splunk Education e confira os tutoriais compartilhados por membros da comunidade, como Tom. Como Tom aconselhou, o aprendizado contínuo é essencial para se manter à frente das ameaças cibernéticas e evoluir na carreira.
Para mais detalhes sobre os cursos da Splunk e como eles podem beneficiar sua carreira, acesse Splunk Education. E se você está interessado em saber mais sobre as contribuições de Tom e acessar seus tutoriais, clique aqui.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Ppreparar-se para o futuro nunca é uma tarefa simples, especialmente em tempos como este, que apresentam tudo, desde incertezas macro, temores de recessão, interrupções no fornecimento global, escassez de talentos em tecnologia e ataques cibernéticos cada vez maiores.
Mas à medida que esses desafios surgem, novas soluções surgem simultaneamente. As previsões de 2023 da Splunk são lançadas hoje e incluem informações de duas dúzias de líderes seniores e especialistas em tecnologia da Splunk sobre o cenário tecnológico e econômico atual e futuro. Resumi alguns dos principais temas que observamos em segurança, TI e observabilidade, tecnologias emergentes e muito mais.
Líderes se concentram em tecnologias emergentes e tendências
É impossível capturar todas as evoluções e tendências que moldam nosso mundo no momento, mas o relatório Insights de Liderança e Tecnologias Emergentes captura alguns temas importantes. O potencial para uma recessão – impulsionado tanto por verdadeiras instabilidades quanto por medos auto-reforçados – e questões sobre quão severa ela pode ser criam muita incerteza.
Nesse clima, as tendências de negócios e tecnologias emergentes que estamos vendo incluem:
As organizações devem continuar priorizando a digitalização e, nesse ambiente econômico, estão fazendo isso com um foco mais rígido no valor imediato, em vez de uma inovação mais ampla e de longo prazo.
As pressões de desglobalização (e o custo de mover dados por longas distâncias) estão forçando as organizações globais a adaptar suas estratégias e adotar algumas delas localmente, em vez de gerar uma pegada de solução única e global.
Blockchain continua sendo uma das tecnologias fundamentais mais empolgantes para os próximos anos, apesar da queda contínua das criptomoedas.
Eu também sou otimista em realidade aumentada. Estamos muito longe de viver em um metaverso, mas já estamos aprimorando a forma como navegamos no trânsito, decoramos nossas casas e muito mais.
AI/ML continua sendo uma grande força e, à medida que se insere em todos os aspectos de nossas vidas e negócios, novos padrões éticos – e empregos – surgirão.
Nosso relatório de previsões de segurança de dados destaca como um maior foco na resiliência está moldando a maneira como as equipes de segurança trabalham, desde as ferramentas até o escritório do CISO. Além da incerteza política e econômica, as organizações também têm um número cada vez maior de vetores e vulnerabilidades de ameaças à segurança cibernética com os quais se preocupar. Este ano, veremos a desinformação corporativa se tornar um problema maior, os agentes de ransomware pularem o bloqueio e passarem direto para a extorsão, e a economia do cibercrime como serviço gerar mais ataques cibernéticos.
Nem tudo são más notícias, no entanto. A automação e a contratação mais diversificada ajudarão a aliviar a crise de talentos em segurança. E enquanto as ameaças continuam a se multiplicar, a disciplina de segurança cibernética como um todo também evoluiu. Estamos em um lugar muito melhor do que estávamos há cinco anos; o aumento da automação, a convergência de dados em cada organização e a integração de ferramentas e recursos posicionarão as organizações para que estejam prontas para quaisquer ameaças que surgirem.
A transformação digital continua sendo uma prioridade
Com transformações digitais maiores e mais rápidas, surge uma complexidade maior — e as ferramentas para gerenciar essa complexidade tornam-se ainda mais importantes. O relatório de Observabilidade e Previsões de TI conclui que a observabilidade é agora uma competência central, essencial para conduzir a transformação digital, oferecendo excelente experiência ao cliente e dando suporte a infraestruturas híbridas e multicloud. Ao mesmo tempo, a automação ajudará as organizações a lidar tanto com a crescente complexidade dos sistemas quanto com a escassez de talentos tecnológicos.
Um foco mais rígido no valor de curto prazo na transformação digital significa que grande parte do foco de uma organização estará na resiliência digital, por meio do estabelecimento de observabilidade no desempenho e na segurança de seus dados e sistemas.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
O setor público é líder na abordagem dos riscos da cadeia de suprimentos
O setor público é único porque enfrenta muitos dos mesmos desafios que o setor privado – exceto com menos recursos e maiores participações. Nosso relatório de Previsões do Setor Público constata que as agências estão enfrentando ataques crescentes de ransomware e riscos contínuos na cadeia de suprimentos, embora ainda sofram os efeitos posteriores da Grande Renúncia.
Para resolver esses problemas, as agências têm aumentado o compartilhamento e a colaboração de informações (como previmos no ano passado), além de automatizar a segurança para se defender contra ataques cibernéticos cada vez mais sofisticados. Também veremos mais foco na segurança da cadeia de suprimentos no próximo ano, e nossos especialistas em segurança dizem que as agências do setor público serão pioneiras na lista de materiais de software, ou SBOM, como uma ferramenta de remediação contra ataques à cadeia de suprimentos.
Uma visão unificada para resiliência
Um tema recorrente em todos os nossos relatórios é a resiliência. A pandemia certamente destacou esse tópico, e a ameaça de recessão lhe dá uma importância renovada. Uma resposta que estamos vendo é a necessidade de ITOps, DevOps e segurança se unirem, combinando observabilidade e segurança em uma visão mais completa de resiliência.
O próximo ano trará desafios antigos e novos, como sempre, mas o foco em valor, oportunidade e resiliência ajudará as organizações a continuar inovando, evoluindo e tendo sucesso.[/vc_column_text][us_separator][us_btn label=”Conheça os treinamentos da Splunk” link=”url:https%3A%2F%2Fwww.flane.com.pa%2Fpt%2Fsplunk|target:_blank”][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Ammar Maraqa – vice-presidente sênior e diretor de estratégia da Splunk[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Desbloqueie a inovação, melhore a segurança e impulsione a resiliência por meio das habilidades e do conhecimento do Splunk!
As organizações selecionam o Splunk em sua rede de TI para ajudar a garantir a segurança e a resiliência do sistema enquanto aceleram a inovação, mas isso só pode acontecer se seus engenheiros tiverem as habilidades e o conhecimento para aproveitar ao máximo seu investimento no Splunk.
Com uma equipe treinada em Splunk, sua organização pode identificar melhor as oportunidades (por meio de dados) para fornecer inovações, mudanças favoráveis aos negócios e otimizações incrementais.
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Nosso objetivo é certificar profissionais bem treinados e excepcionais que são reconhecidos pela indústria e seus pares como especialistas em seu campo. A Certificação Splunk tem algo para todos, e nossos pacotes Fast Start permitem que os alunos acelerem seu treinamento para reduzir o tempo de criação de valor para sua empresa:
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Entendemos que nossos clientes precisam de flexibilidade, por isso podemos oferecer as seguintes opções de entrega:
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Formato híbrido, virtual e presencial simultaneamente
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Também podemos acompanhar o seu processo de formação com valores acrescentados como:
Sessões de mentoria
Avaliação de conhecimento
Acompanhamento através de um gerente de projetos
Entre em contato com nossa equipe para entender suas necessidades específicas e montar um plano de treinamento sob medida.[/vc_column_text][us_image image=”8458″ size=”medium” align=”center”][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Lenoska Palma – Fast Lane[/vc_column_text][us_person image=”6406″ name=”Lenoska Palma” role=”Business Development Manager for LATAM” layout=”simple” effect=”bw” img_size=”thumbnail” linkedin=”https://www.linkedin.com/in/lenoskapalmag/” css=”%7B%22default%22%3A%7B%22width%22%3A%2230%25%22%2C%22height%22%3A%2230%25%22%2C%22max-width%22%3A%2230%25%22%2C%22max-height%22%3A%2230%25%22%2C%22min-width%22%3A%2230%25%22%2C%22min-height%22%3A%2230%25%22%7D%7D”][/us_person][/vc_column][/vc_row]