Durante anos, falar de computação em nuvem significava falar de infraestrutura, armazenamento e capacidade de processamento. AWS, Microsoft Azure e Google Cloud competiam principalmente para oferecer os serviços cloud mais robustos, escaláveis e eficientes do mercado. Porém, o cenário tecnológico mudou rapidamente.
Hoje, a verdadeira competição entre esses gigantes da tecnologia não gira mais apenas em torno do cloud computing. O novo cenário é marcado por uma corrida estratégica muito mais ambiciosa: liderar o desenvolvimento e a adoção da Inteligência Artificial.
A nuvem continua sendo o centro das operações, mas agora funciona como a base que impulsiona modelos de IA, automação, análise avançada de dados e inovação empresarial em larga escala. Em outras palavras, cloud e inteligência artificial já não podem ser entendidos separadamente.
A nuvem evoluiu: agora é o motor da IA
A explosão de tecnologias como IA generativa, machine learning e assistentes inteligentes mudou as prioridades das empresas. Atualmente, as organizações buscam plataformas que não apenas armazenem informações ou executem aplicações, mas que também permitam treinar modelos, analisar dados em tempo real e automatizar processos críticos.
É nesse contexto que AWS, Azure e Google Cloud iniciaram uma nova etapa de competição.
Cada provedor está construindo ecossistemas completos de IA integrados diretamente aos seus serviços cloud. O objetivo é claro: tornar-se a plataforma principal onde as empresas desenvolvam suas futuras soluções inteligentes.
AWS: liderança consolidada com foco em escalabilidade
A Amazon Web Services segue sendo uma das líderes do mercado cloud graças à sua enorme infraestrutura global e à amplitude dos seus serviços. No campo da inteligência artificial, a AWS fortaleceu ferramentas voltadas a machine learning, automação e análise avançada de dados.
Serviços como o Amazon SageMaker permitem desenvolver e treinar modelos de IA de forma escalável, enquanto a integração de capacidades generativas reflete como a AWS busca se manter competitiva diante do crescimento acelerado da IA empresarial.
A vantagem da AWS continua sendo sua maturidade tecnológica, capacidade de escalabilidade e adoção empresarial global.
Microsoft Azure: a grande aposta empresarial pela IA
A Microsoft conseguiu se posicionar rapidamente como um dos atores mais fortes na corrida da IA, graças à sua integração estratégica com a OpenAI e à incorporação de ferramentas inteligentes dentro do seu ecossistema empresarial.
O Azure não oferece apenas infraestrutura cloud, mas também soluções de inteligência artificial integradas a produtos amplamente utilizados como Microsoft 365, Dynamics e GitHub.
Essa estratégia permitiu que muitas empresas começassem a incorporar IA de forma mais acessível em suas operações diárias. De assistentes inteligentes à automação avançada e análise preditiva, a Microsoft aposta em democratizar o uso empresarial da IA.
Além disso, o Azure se tornou uma plataforma-chave para organizações que buscam acelerar processos de transformação digital utilizando inteligência artificial de forma segura e escalável.
Google Cloud: dados, IA e análise como vantagem competitiva
O Google Cloud encontrou uma posição especialmente forte nas áreas relacionadas a dados, análise e inteligência artificial avançada.
A experiência histórica do Google em IA permitiu desenvolver ferramentas altamente competitivas para machine learning, processamento de linguagem natural e análise massiva de informações. Tecnologias como Vertex AI e BigQuery representam uma combinação poderosa para empresas que buscam trabalhar com dados e inteligência artificial em ambientes modernos.
Um dos principais diferenciais do Google Cloud é seu foco em inovação, automação e ecossistemas abertos baseados em tecnologias como Kubernetes e contêineres.
Além disso, o crescimento da IA generativa reforçou ainda mais o posicionamento do Google nessa nova disputa tecnológica.
A verdadeira batalha: talentos especializados
Embora a competição tecnológica seja enorme, existe um fator igualmente importante por trás dessa corrida: o talento.
As empresas precisam de profissionais capazes de implementar, administrar e otimizar ambientes cloud com capacidades de inteligência artificial. Isso aumentou significativamente a demanda por especialistas nas seguintes áreas:
Cloud Computing
Engenharia de Dados
Machine Learning
Cibersegurança Cloud
DevOps
FinOps
Arquitetura Cloud
Atualmente, as certificações em AWS, Azure e Google Cloud tornaram-se uma vantagem competitiva para profissionais que buscam crescer no setor de tecnologia.
O mercado não busca mais apenas conhecimentos básicos de infraestrutura. As organizações precisam de perfis preparados para trabalhar com automação, IA, análise de dados e plataformas cloud modernas.
O futuro do cloud será impulsionado pela IA
Tudo indica que a inteligência artificial continuará transformando o mercado cloud nos próximos anos.
AWS, Azure e Google Cloud seguirão expandindo suas capacidades de IA generativa, automação inteligente e processamento avançado de dados. As empresas, por sua vez, buscarão plataformas que lhes permitam inovar com mais rapidez, otimizar custos e desenvolver soluções cada vez mais inteligentes.
A conclusão é clara: o cloud computing continua sendo fundamental, mas agora funciona como a infraestrutura que alimenta a próxima grande revolução tecnológica.
E nessa nova etapa, a verdadeira competição não será apenas sobre quem tem mais servidores ou serviços… mas sobre quem vai liderar o futuro da Inteligência Artificial.
Em um cenário empresarial cada vez mais digital, a adoção de serviços em nuvem se tornou um pilar estratégico para organizações de todos os portes. No entanto, um desafio crescente acompanha essa transformação: o aumento descontrolado dos gastos com cloud. A boa notícia é que existem estratégias comprovadas de otimização de custos na nuvem que permitem maximizar o retorno do investimento sem comprometer o desempenho ou a capacidade de inovação.
Por que a otimização de custos na nuvem é essencial?
A nuvem oferece flexibilidade, escalabilidade e acesso a tecnologias de ponta — mas seu modelo de pagamento por uso pode gerar despesas desnecessárias quando não gerenciado com critério.
Otimizar custos na nuvem não significa cortar recursos de forma indiscriminada.
Significa maximizar o valor de cada real investido, alinhando o consumo às necessidades reais do negócio. Empresas que não adotam uma gestão financeira ativa de sua infraestrutura cloud frequentemente pagam por recursos ociosos, instâncias superdimensionadas e armazenamento não utilizado.
6 Estratégias de otimização de custos na nuvem que realmente funcionam
1. Dimensionamento correto de recursos (Right-Sizing)
Um dos erros mais comuns em ambientes cloud é o superdimensionamento de instâncias. Muitas empresas provisionam capacidade além do necessário por precaução, pagando por recursos que raramente são utilizados.
A solução está em analisar continuamente o consumo real e ajustar as instâncias de acordo com a demanda. Ferramentas nativas dos principais provedores — como o AWS Cost Explorer, o Azure Advisor e o Google Cloud Recommender — facilitam essa análise e indicam oportunidades de redução de tamanho sem impacto operacional.
2. Instâncias reservadas e planos de economia
Provedores como Amazon Web Services (AWS), Microsoft Azure e Google Cloud oferecem descontos significativos — que podem chegar a 72% — para clientes que se comprometem com o uso de recursos por períodos de 1 a 3 anos.
Para cargas de trabalho previsíveis e estáveis, instâncias reservadas ou planos de economia (Savings Plans) representam uma das formas mais eficazes de reduzir custos sem abrir mão de desempenho.
Ambientes de desenvolvimento, homologação e testes raramente precisam funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana. Automatizar o desligamento desses recursos fora do horário de trabalho pode gerar economias imediatas e expressivas sem impactar nenhuma operação produtiva.
Scripts simples de automação ou ferramentas como o AWS Instance Scheduler tornam esse processo fácil de implementar e monitorar.
4. Monitoramento contínuo e visibilidade de gastos
Você não pode gerenciar o que não pode medir. O uso de ferramentas de monitoramento e observabilidade permite identificar picos de consumo, detectar anomalias de custo e tomar decisões baseadas em dados reais.
Dashboards de FinOps, alertas de orçamento e relatórios de uso detalhados são recursos essenciais para qualquer estratégia séria de gestão financeira de nuvem.
5. Arquiteturas eficientes: serverless e contêineres
Adotar arquiteturas modernas como serverless (funções sob demanda) e contêineres (com Kubernetes, por exemplo) permite pagar exatamente pelo que é consumido, eliminando o desperdício de recursos ociosos.
Esses modelos também favorecem a escalabilidade automática, reduzindo custos nos períodos de baixa demanda e garantindo desempenho nos picos de uso.
6. Gestão inteligente de armazenamento
O armazenamento em nuvem é um dos principais vilões dos gastos não planejados. Dados obsoletos, backups duplicados e arquivos raramente acessados acumulam custos ao longo do tempo.
Implementar políticas de lifecycle (ciclo de vida dos dados), migrar conteúdos antigos para camadas de armazenamento mais baratas (como o Amazon S3 Glacier ou o Azure Archive Storage) e eliminar dados desnecessários são práticas que geram economia contínua e consistente.
O papel do talento humano na redução de custos cloud
A tecnologia, por si só, não é suficiente. A otimização de custos na nuvem exige profissionais capacitados, capazes de compreender tanto a arquitetura técnica quanto o impacto financeiro de cada decisão de infraestrutura.
É aqui que a formação especializada faz toda a diferença. Um time bem treinado identifica oportunidades de economia que ferramentas automatizadas não conseguem capturar — e evita erros caros de configuração e provisionamento.
Certificações essenciais para otimizar custos na nuvem
Na Fast Lane, oferecemos um portfólio completo de treinamentos oficiais desenvolvidos para capacitar profissionais em gestão e otimização de ambientes cloud. Confira as certificações mais recomendadas para quem deseja dominar a otimização de custos:
FinOps Practitioner — Certificação dedicada à gestão financeira de ambientes cloud, essencial para líderes de TI e finanças.
Essas certificações não apenas validam o conhecimento técnico dos profissionais, mas os habilitam a tomar decisões estratégicas com impacto direto na rentabilidade do negócio.
Otimização de custos na nuvem é um processo contínuo
A otimização de custos na nuvem não é uma iniciativa pontual — é uma disciplina contínua que combina tecnologia, estratégia e capacitação humana. As organizações que dominam esse equilíbrio não apenas reduzem despesas: elas liberam recursos para investir em inovação e se tornam mais competitivas no mercado.
Se a sua empresa quer dar os próximos passos nessa jornada, a Fast Lane está pronta para ajudar com os treinamentos certos para o seu time.
A expansão do cloud impulsionada pela IA: como AWS, Google e Microsoft estão redefinindo a infraestrutura global
A inteligência artificial deixou de ser “só software”. Hoje, ela já atua como motor direto de transformação da infraestrutura digital. Como resultado, o crescimento de aplicações de IA — da IA generativa à automação e à analítica avançada — está acelerando a expansão de data centers em escala global.
Nesse cenário, AWS, Google Cloud e Microsoft Azure lideram o movimento de cloud em larga escala. Assim, elas influenciam como a infraestrutura é desenhada, implantada e operada em praticamente todos os setores.
IA como catalisador do crescimento do cloud
Ao contrário de cargas tradicionais, a IA exige mais do que “subir um servidor”. Ela pede:
Computação intensiva (especialmente para treinar e servir modelos)
Baixa latência para respostas em tempo real
Armazenamento massivo para dados e embeddings
Redes de alto desempenho para mover grandes volumes com eficiência
Por isso, modelos de linguagem, visão computacional e plataformas de análise em tempo real pressionam as empresas a modernizarem a arquitetura. Além disso, esse avanço tem acelerado:
A construção e expansão de data centers de grande porte
A adoção de arquiteturas otimizadas para workloads de IA
O investimento em chips especializados, redes avançadas e eficiência energética
Para empresas na Europa e na América Latina, isso abre portas. No entanto, também traz decisões mais complexas sobre segurança, governança e talentos.
Na Europa, a expansão do cloud impulsionada pela IA costuma ser guiada por três forças:
Regras de privacidade e compliance, como o GDPR
Soberania de dados, com exigência de maior controle e localização
Metas fortes de sustentabilidade, com foco em eficiência energética
Assim, os hyperscalers respondem com regiões mais locais, operações mais eficientes e modelos de governança mais robustos.
América Latina: aceleração digital e oportunidade
Na América Latina, a evolução da infraestrutura cloud habilita ganhos rápidos, como:
Acesso mais fácil a capacidades avançadas de IA
Redução da distância tecnológica entre empresas e mercados globais
Novas oportunidades em finanças, varejo, telecom e setor público
Ainda assim, surgem desafios importantes. Entre eles estão formação de talentos, cibersegurança e maturidade arquitetônica para escalar com consistência.
Cloud, IA e sustentabilidade: uma equação crítica
Com data centers maiores e mais numerosos, o impacto ambiental virou tema central. Por isso, AWS, Google e Microsoft vêm reforçando iniciativas como:
Uso de energias renováveis
Otimização de consumo e resfriamento mais eficiente
Arquiteturas mais enxutas para workloads de IA
Ou seja: sustentabilidade deixou de ser “extra”. Agora, ela entra no checklist de infraestrutura, especialmente em organizações com metas ESG e operação global.
O que isso significa para as empresas?
A pergunta prática é direta: sua infraestrutura está pronta para uma estratégia de IA em escala?
Para responder com segurança, vale seguir um roteiro objetivo:
Defina o tipo de IA GenAI, ML tradicional, IA via APIs ou uma combinação.
Desenhe uma arquitetura escalável e segura Inclua identidade, redes, observabilidade e governança desde o início.
Capacite times técnicos e de negócio Sem treinamento contínuo, a execução trava — e o ROI some.
Inclua sustentabilidade na decisão Custos, compliance e reputação estão conectados a eficiência energética.
Olhando para frente
A expansão de data centers cloud não é passageira. Na prática, ela se tornou a base da próxima década de inovação em IA. Portanto, as organizações que se prepararem agora tendem a competir melhor, inovar mais rápido e crescer com menos risco.
Se você quiser transformar esse movimento em plano de ação (Cloud + IA + Segurança), a Fast Lane pode apoiar com treinamento e capacitação sob medida para times e líderes — do foundation à estratégia.
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Quando mais de 500 robôs humanoides entram em uma arena olímpica para correr, jogar futebol, praticar boxe e até cumprir tarefas “do mundo real”. Não estamos apenas diante de um espetáculo curioso, estamos vendo, ao vivo, a convergência entre inteligência artificial, visão computacional, robótica e computação em nuvem sair do laboratório para ganhar escala.
Entre 15 e 17 de agosto de 2025, Pequim recebeu a primeira edição dos World Humanoid Robot Games, popularmente chamada de “Olimpíada de Robôs”, reunindo 280 equipes de 16 países no National Speed Skating Oval (instalação construída para os Jogos de Inverno de 2022). O evento alternou tropeços cômicos e avanços reais, como a prova de 1.500 m, vencida por um humanoide da Unitree em 6min29s, e provas de atletismo, futebol e kung fu. e terminou deixando uma mensagem clara: a corrida por talento digital está mais estratégica do que nunca.
Para a China, a competição é também um statement industrial: o país já é, de longe, o maior mercado de robôs industriais do mundo, respondendo por 51% das instalações globais em 2023, e acumula um estoque recorde operando em suas fábricas. IFR International Federation Robotics
Em 2025, Pequim ainda anunciou a criação de um fundo de capital de risco de cerca de 1 trilhão de yuans para impulsionar startups de robótica e IA, um movimento de longo prazo que reforça a aposta no desenvolvimento de “hard tech” e amplia a competição global por engenheiros, cientistas de dados e profissionais de segurança.
Mas por que isso importa para quem forma times, lidera áreas de tecnologia ou busca certificações para acelerar a carreira? Porque cada prova da “Olimpíada de Robôs” esconde a mesma arquitetura que já suporta produtos digitais nas empresas: edge capturando sinais de sensores e câmeras em milissegundos; modelos de IA (e agentes) orquestrando decisões; nuvem oferecendo escala, armazenamento e observability; pipelines de dados garantindo governança; e camadas de segurança protegendo propriedade intelectual e integridade operacional. Em outras palavras, robôs competindo ajudam a traduzir, para o grande público, o que o mercado B2B já percebeu: não existe inovação sustentada sem times capacitados para conectar IA + cloud + dados + segurança.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]O que vimos em Pequim também ajuda a calibrar expectativas. A performance ainda está distante de recordes humanos em várias modalidades, e houve muitas quedas. Só que esse é exatamente o ponto: quando dezenas de universidades e empresas testam juntos, a curva de aprendizado acelera. Organizadores e imprensa internacional ressaltaram que a utilidade prática — coletar dados, medir confiabilidade, avaliar ergonomia e colaboração homem-máquina — vale tanto quanto os pódios.
Na Fast Lane, acompanhamos essa virada com um foco simples: preparar profissionais e empresas para entregar valor no mundo pós-piloto. Isso significa formar competências que “conversam” entre si. Para um caso aplicado de robótica, por exemplo, você combina fundamentos de IA/ML e MLOps, serviços de nuvem (AWS, Google Cloud, Microsoft), redes e edge (com parceiros como Cisco), observabilidade e análise (como Splunk), além de práticas de security by design. Essa malha de habilidades é a base para que protótipos virem operação, seja num robô na linha de produção, seja em um agente de IA no backoffice.
Se a primeira “Olimpíada de Robôs” inaugura um calendário anual, a próxima temporada deve intensificar a disputa por profissionais certificados que consigam integrar essas camadas sem perder de vista custo, confiabilidade e compliance.
Nossa recomendação é objetiva: comece mapeando as jornadas de certificação que melhor se conectam ao seu roadmapde produto e aos seus SLOs. por exemplo, uma trilha de fundamentos de nuvem + IA aplicada ao negócio, seguida por especializações (dados, segurança, redes, observabilidade) que consolidem a operação. Você reduz atrito na adoção, acelera time-to-value e constrói autoridade técnica num mercado que, como vimos em Pequim, está virando a página do “hype” para a execução. [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]A Microsoft anunciou uma grande novidade para o setor de inteligência artificial: o modelo DeepSeek R1 agora pode ser acessado no Azure AI Foundry e no GitHub. Com essa integração, empresas e desenvolvedores podem explorar um modelo de IA avançado, que combina eficiência, acessibilidade e alto desempenho.
O Que é o DeepSeek R1 e por que ele se destaca?
O DeepSeek R1, desenvolvido pela startup chinesa DeepSeek, se tornou um dos modelos de IA mais promissores do mercado. Recentemente, ele ultrapassou o ChatGPT em downloads na App Store da Apple, demonstrando sua popularidade crescente. Isso acontece porque o modelo opera com menos dados, reduzindo custos e aumentando a eficiência para aplicações de IA.
Além disso, o DeepSeek R1 se destaca pelo custo-benefício, sendo uma alternativa viável para empresas que buscam soluções de IA sem comprometer o orçamento.[/vc_column_text][vc_column_text]
Vantagens do DeepSeek R1 no Azure AI Foundry
Agora que o modelo está disponível no Azure AI Foundry, a Microsoft adiciona ainda mais opções ao seu portfólio, que já conta com mais de 1.800 modelos de IA. Isso significa que os clientes têm ainda mais flexibilidade para escolher a solução que melhor se adapta às suas necessidades.
Outro ponto relevante é que a Microsoft pretende permitir que o DeepSeek R1 seja executado localmente em PCs com Copilot+. Com isso, empresas terão mais controle sobre seus dados, garantindo privacidade e segurança.
O impacto do DeepSeek R1 no mercado de IA
A chegada do DeepSeek R1 ao Azure AI Foundry e GitHub movimentou o mercado de inteligência artificial. Como resultado, concorrentes como OpenAI e Alibaba já anunciaram novos lançamentos para acompanhar esse avanço. O CEO da OpenAI, Sam Altman, confirmou que a empresa acelerará o desenvolvimento de seus próximos modelos. Enquanto isso, a Alibaba lançou o Qwen 2.5, uma versão atualizada para competir nesse setor.
Esses movimentos reforçam como o DeepSeek R1 está influenciando o setor de IA, tornando as tecnologias mais acessíveis e eficientes.
A Microsoft segue investindo em tornar a inteligência artificial mais acessível e eficiente. Com a chegada do DeepSeek R1 ao Azure AI Foundry e GitHub, desenvolvedores e empresas podem aproveitar um modelo de alto desempenho e baixo custo para impulsionar suas aplicações.
Se você busca inovação em IA, agora é o momento ideal para testar o DeepSeek R1 no Azure AI Foundry![/vc_column_text][us_separator show_line=”1″][vc_column_text]Saiba mais no blog oficial da Microsoft: DeepSeek R1 no Azure AI Foundry
Créditos ao autor original: Asha Sharma , vice-presidente corporativa, plataforma de IA[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Em torno de toda a visibilidade da mídia, o metaverso está chegando de forma previsível e, ao mesmo tempo, inesperada.
Algumas novas experiências usando fones de ouvido e realidade mista estarão na sua cara — literalmente, mas outras implicações serão mais difíceis de detectar. Como em todas as novas categorias, veremos inovações e experiências intencionais e não intencionais, e as apostas na área de segurança serão maiores do que imaginamos no início.
Há uma vantagem inerente em termos de engenharia social com a novidade de qualquer nova tecnologia. No metaverso, ataques de fraude e phishing direcionados à sua identidade podem vir de um rosto familiar – literalmente – como um avatar que se passa por seu colega de trabalho, em vez de um nome de domínio ou endereço de e-mail enganosos. Esses tipos de ameaças podem ser devastadores para empresas, se não agirmos agora.
Como no metaverso não haverá uma única plataforma ou experiência, a interoperabilidade também é crucial. A confiança não pode terminar na porta de entrada de um espaço de encontro virtual, por exemplo – deve se estender às interações e aplicativos dele – caso contrário, a incerteza de um alto nível de segurança fará com que as pessoas se perguntem o que dizer ou fazer em um novo espaço virtual, criando assim lacunas que podem ser exploradas.
O que nos leva à importância desses primeiros momentos do metaverso: Temos uma chance de estabelecer princípios específicos e fundamentais de segurança, desde o início dessa era, que promovam a confiança e a tranquilidade nas experiências no metaverso. Se perdermos essa oportunidade, vamos prejudicar desnecessariamente a adoção de tecnologias com grande potencial para melhorar a acessibilidade, a colaboração e os negócios. A comunidade de segurança deve trabalhar em conjunto para construir uma fundação que permita o trabalho, as compras e a diversão de forma segura.
Então, o que podemos esperar – e como podemos criar um ambiente confiável no metaverso?
É importante lembrar que a história muitas vezes se repete
Mudanças tecnológicas têm uma tendência de se infiltrar enquanto estamos olhando para o outro lado. Considere o fato de que os booms imobiliários em mundos virtuais não são novos – os cobiçados nomes de domínio “pontocom” foram supervalorizados com corretores e especuladores na década de 1990.
O início da World Wide Web realmente iria revolucionar o comércio, mas o faria de maneiras que muitos não antecipavam totalmente na década de 1990. Enquanto isso, a facilidade de criar um site também levou a uma onda de fraudes com domínios falsificados se passando por bancos, agências governamentais e marcas voltadas para consumidores. Esses problemas persistem até hoje.
Vimos esse ciclo acontecer de novo e de novo. Quando o Wi-Fi se tornou disponível pela primeira vez em laptops, as equipes de segurança corporativas estavam muito cautelosas em adotá-lo. Em pouco tempo, você não poderia comprar um laptop sem Wi-Fi – se sua organização contava com redes sem fio em suas políticas de segurança, ou não.
Quando os telefones iPhone e Android explodiram no mercado, eles se tornaram um enorme catalisador para as políticas BYOD (traga seu próprio dispositivo) no local de trabalho. Da noite para o dia, dispositivos pessoais se tornaram uma nova categoria presente e as organizações tiveram que se atualizar. Podemos logicamente esperar que características e experiências com influência do metaverso cheguem às empresas da mesma forma.
Vamos aprender com essas lições e ficar à frente da curva
Sabemos há muito tempo que a segurança é uma prática de equipe, e nenhum fornecedor, produto ou tecnologia pode caminhar sozinho na busca por proteção. A cultura de compartilhamento de informações e colaboração na comunidade de defensores hoje tem sido uma conquista monumental que não aconteceu da noite para o dia. Hoje, os provedores de internet, provedores de nuvem e fabricantes de dispositivos — e mesmo rivais do setor nesses mercados — reconhecem a necessidade de trabalhar em conjunto nas questões de segurança.
Sentado agora na porta de entrada de uma nova dimensão da tecnologia, é fundamental alinhar-se às principais prioridades para ajudar a proteger o metaverso por gerações — pontos como identidade, transparência e um senso contínuo de unidade entre os defensores serão fundamentais.
A Identidade é o que os intrusos atacam primeiro
Durante anos, os fraudadores alegaram ser príncipes depostos com fortunas para compartilhar, ou anfitriões de sorteios desesperadamente tentando chegar até você, mas o advento do e-mail e das mensagens de texto redefiniu esses esquemas no mundo digital.
Olhe um pouco à frente, e imagine como o phishing pode parecer no metaverso. Não será um e-mail falso do seu banco. Pode ser um avatar de um caixa em um lobby de banco virtual pedindo suas informações. Pode ser uma imitação do seu CEO convidando-o para uma reunião em uma sala de conferência virtual maliciosa.
É por isso que trabalhar a questão da identidade no metaverso é uma das principais preocupações. As organizações precisam saber que a adoção de aplicativos e experiências habilitadas para o metaverso não acabarão com sua identidade e o controle de acesso. Isso significa que temos que tornar a identidade gerenciável para as empresas neste novo mundo.
Etapas construtivas incluem tornar coisas como autenticação multifatorial (MFA) e autenticação sem senha integrais às plataformas. Também podemos nos basear em inovações recentes na arena multicloud, onde os administradores de TI podem usar um único console para governar o acesso a múltiplas experiências de aplicativos em nuvem que seus usuários confiam.
Transparência e interoperabilidade serão fundamentais
Haverá muitos provedores de plataformas e experiências no metaverso, e a verdadeira interoperabilidade pode tornar as lacunas entre eles transparentes e mais seguras — ao mesmo tempo em que permite novos e incríveis cenários de uso. Pense em trazer sua apresentação virtual do PowerPoint para a sala de reuniões virtual de um cliente, mesmo que esteja operando em uma plataforma diferente.
A transparência pode ajudar a viabilizar isso a cada passo do caminho. Novas plataformas geralmente passam por um grande desafio quando começam a atuar nas empresas em escala — e é aqui que frequentemente os pesquisadores de segurança realmente começam a sondar códigos, recursos e reivindicações de produtos.
As partes interessadas do metaverso devem antecipar questões de segurança e estar preparadas para participar de quaisquer atualizações. Deve haver uma comunicação clara e um padrão em torno de termos de serviço, recursos de segurança, onde e como a criptografia é usada, bem como relatórios de vulnerabilidades e atualizações.
A transparência ajuda a acelerar a adoção — e acelera o processo de aprendizagem sobre segurança.
Nossa defesa mais forte será trabalharmos em conjunto
Os problemas da Internet de ontem e de hoje — como personificação, tentativas de roubo de credenciais, engenharia social, espionagem estatal nacional, vulnerabilidades inevitáveis — estarão conosco no metaverso. E será preciso uma mesma comunidade de segurança de boa-fé, normas e trabalho em equipe para antecipar e responder a esses desafios.
Os avanços que fizemos em toda a indústria tecnológica cooperando contra ameaças, à medida que as apostas aumentaram nos últimos anos, continua sendo uma pedra angular para a segurança à medida que plataformas e experiências no metaverso começarem a moldar o futuro.
Pesquisadores de segurança, CISOs e partes interessadas do setor também têm a oportunidade de entender o terreno do metaverso conforme os adversários fazem a mesma coisa — e usá-lo a nosso favor. As plataformas do metaverso provavelmente criarão e gerarão fluxos de dados totalmente novos com o potencial de melhorar a autenticação, identificar atividades suspeitas ou maliciosas ou até mesmo revisar a segurança cibernética para ajudar os analistas humanos na tomada de decisões.
Como em qualquer nova fronteira, altas expectativas, competição feroz, incerteza e aprendizado em tempo real definirão como o metaverso evoluirá — e como ele será protegido. Mas não precisamos prever o impacto final do metaverso para reconhecer e abraçar os princípios de segurança e confiança que tornam a jornada mais segura para todos.
Vamos reunir as lições que aprendemos sobre identidade, transparência e a poderosa colaboração da comunidade de segurança e aplicar nossos importantes ideais para permitir que essa próxima onda de tecnologia atinja todo o seu potencial.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Charlie Bell, vice-presidente executivo para Segurança, Conformidade, Identidade e Gerenciamento[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Os últimos 18 meses resultaram em uma mudança radical em todos os setores, da adoção da telemedicina nos serviços de saúde às carteiras digitais nos serviços financeiros, às compras sem contato no varejo, e a tecnologia digital tem estado na vanguarda dessa mudança sísmica.
Meus próprios hábitos também mudaram, a ponto de eu não conseguir me imaginar voltando para um mundo sem flexibilidade tecnológica e destreza digital. Em outras palavras, graças a Deus às vezes posso esquecer minha carteira em casa sem ter problemas. A tecnologia digital agora é mais necessária do que nunca, para todas as organizações em todos os setores, à medida que entramos em uma era em que as pessoas esperam que seus dados digitais estejam disponíveis em qualquer lugar, a qualquer momento e em qualquer dispositivo.
A Microsoft e a Microsoft Cloud estão na vanguarda para ajudar as organizações e seus funcionários e clientes a navegar nas principais tendências deste novo momento. A Microsoft Cloud é usada por organizações grandes e pequenas, de novas startups a empresas da Fortune 500. Ela potencializa a capacidade digital de uma organização ao mesmo tempo em que fornece as garantias necessárias para manter os dados confidenciais e seguros.
O Microsoft Ignite é uma oportunidade de mostrarmos os resultados de nossos esforços em um amplo espectro de produtos em várias tendências-chave:
Como otimizar para o novo mundo do trabalho híbrido
Como ajudar os clientes a construir empresas hiperconectadas
Como todas as empresas podem se tornar uma empresa digital
Como proteger tudo com segurança de ponta a ponta
Estamos introduzindo mais de 90 novos serviços e atualizações no Ignite. No centro desses novos anúncios está o comprometimento em abordar as tendências e explorar formas inovadoras de conectar pessoas, organizações e ideias. Iremos destacar três áreas de novidades durante o Ignite:
Potencialização do metaverso
Vamos começar definindo o termo, e não, não se trata do metaverso imaginado por Neal Stephenson em Snow Crash de 1992. Trata-se de um mundo digital persistente que está conectado a muitos aspectos do mundo físico, incluindo pessoas, lugares e coisas. O metaverso permite experiências compartilhadas nos mundos físico e digital. Conforme as empresas aceleram sua transformação digital, o metaverso pode ajudar as pessoas a se encontrarem em um ambiente digital, tornar as reuniões mais confortáveis com o uso de avatares e facilitar a colaboração criativa de qualquer lugar do mundo.
A Microsoft Cloud oferece um conjunto abrangente de recursos criados para potencializar os metaversos (haverá mais de um!): Recursos de IoT que permitem que os clientes criem “gêmeos digitais” de objetos físicos na nuvem, utilizando o Microsoft Mesh para criar um senso compartilhado de presença em dispositivos e usando recursos da plataforma IA para criar interações naturais por meio de modelos de aprendizado de máquina de fala e visão.
À medida que discutimos o metaverso, estamos pensando em um novo meio e tipo de aplicativo, da forma como falamos sobre a web e os sites há muito tempo, desde 1990. Estamos fazendo dois anúncios importantes no Ignite que dão continuidade à evolução do metaverso:
Dynamics 365 Connected Spaces: agora em visualização, este produto oferece uma nova perspectiva sobre a forma como as pessoas circulam e interagem com praticamente qualquer espaço, da loja de varejo ao chão da fábrica, e como elas gerenciam a saúde e a segurança em um ambiente de trabalho híbrido.
Mesh para o Microsoft Teams: essa ponte de métodos de comunicação faz da presença humana a conexão definitiva. Agora, todos em uma reunião podem estar presentes sem estar fisicamente presentes usando avatares personalizados e espaços imersivos que podem ser acessados a partir de qualquer dispositivo, sem a necessidade de equipamentos especiais.
Traduzindo os avanços da IA para os clientes
Os modelos de inteligência artificial em grande escala agora estão se tornando plataformas, criando inteligência ambiental – ambientes digitais que são responsivos e conscientes das necessidades de um usuário. Essas descobertas de IA podem ser usadas pelas organizações de várias maneiras, desde a implantação de agentes inteligentes até o auxílio no serviço de atendimento ao cliente e a extração de informações de volumes de dados não estruturados.
A Microsoft continua expandindo as possibilidades do que essa tecnologia pode fazer. Há apenas cinco anos, anunciamos o primeiro computador de IA de hiperescala. Agora, temos o supercomputador de IA mais poderoso do mundo, com clientes usando a infraestrutura para resolver grandes problemas. A AMD, por exemplo, o utilizou para projetar processadores de última geração. Pesquisadores na Holanda o utilizaram para simular como a COVID-19 pode ser espalhada por partículas de aerossol em áreas altamente povoadas.
No Azure, criamos os recursos fundamentais para criar e treinar modelos em grande escala. Nossa parceira OpenAI usou o supercomputador para treinar modelos de GPT-3, uma inovação em compreensão e geração de linguagem natural.
No Ignite, estamos anunciando o Serviço OpenAI do Azure, que inicialmente estará disponível apenas por convite. Isso dará aos clientes acesso aos modelos avançados da OpenAI, além da segurança, confiabilidade, conformidade, privacidade de dados e outros recursos de nível empresarial integrados ao Microsoft Azure.
A Microsoft também está oferecendo ferramentas dos clientes do Serviço OpenAI do Azure para garantir que os resultados fornecidos pelos modelos sejam apropriados para os negócios, e estamos monitorando como as pessoas estão empregando a tecnologia para garantir que ela esteja sendo usada corretamente.
Criação de uma rede de confiança
À medida que continuamos explorando o trabalho híbrido, as empresas hiperconectadas, a computação de várias nuvens/várias bordas e a segurança de confiança zero, há um elemento-chave que os conecta: a capacidade de ter um ecossistema digital onde a confiança entre as partes pode ser estabelecida em tempo real.
A Microsoft está construindo o sistema de identidade do futuro, um que conecta e permite que pessoas, organizações, aplicativos e até mesmo dispositivos inteligentes tomem decisões de acesso em tempo real com segurança. Ele começa com o Azure Active Directory (AD), que se estende além do gerenciamento da proteção e do acesso para agora auxiliar os processos do cliente nos métodos de colaboração externa.
O Microsoft Teams Connect é executado nessa infraestrutura de confiança; cada usuário e cada pedido de acesso é protegido através da nossa plataforma de identidade. E agora, a colaboração segura e confiável entre os limites pode ser estabelecida em questão de minutos.
Temos o prazer de anunciar no Ignite duas atualizações no Teams Connect que ajudam a remover ainda mais barreiras e criar um ecossistema sem limites.
O Teams Shared Channels permite que os usuários convidem uma equipa externa para entrar em um canal, agendar uma reunião de canal compartilhada e colaborar em arquivos.
O Chat com Teams permite que os usuários conversem sem dificuldade com pessoas fora de uma rede corporativa. Os usuários do Teams que estiverem no trabalho poderão conversar com qualquer usuário do Teams com um endereço de e-mail ou número de telefone pessoal da Microsoft e permanecer dentro dos protocolos de segurança e conformidade de sua organização.
Isso significa que os funcionários de várias empresas podem colaborar como uma equipe estendida e receber apenas o acesso correto necessário para fazer o trabalho.
Continuação da história
As principais áreas de foco que acabamos de revisar são a ponta do iceberg quando se trata dos novos produtos e atualizações que estamos revelando no Ignite. Outras novidades dignas de nota incluem:
Microsoft Loop – um novo aplicativo que transita livremente entre aplicativos, permitindo que as equipes pensem, planejem e criem em conjunto. Você pode organizar tudo o que precisa para o seu projeto (arquivos, links e dados de outros aplicativos) em um único espaço de trabalho. É fácil usar componentes portáteis para concluir o trabalho no chat, em reuniões ou documentos sabendo que o conteúdo fica sempre sincronizado.
A Microsoft Customer Experience Platform, uma solução de marketing que coloca as organizações no controle dos dados de seus clientes para personalizar, automatizar e orquestrar as jornadas do cliente.
Contexto IQ – um conjunto de recursos que integrará ainda mais colaboração, compartilhamento e comunicação no fluxo de trabalho entre o Dynamics 365, o Office 365 e o Teams.
Várias atualizações importantes no Azure, incluindo como estamos ajudando os clientes a gerenciar dados e aplicativos em ambientes híbridos e de várias nuvens com o Azure Arc.
As novas e melhores soluções de segurança para pequenas empresas com o Defender for Business.
[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Frank X. Shaw, vice-presidente corporativo – Microsoft[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]À medida que as ameaças cibernéticas se tornam mais sofisticadas e implacáveis, a necessidade do Mês de Conscientização sobre Segurança Cibernética se torna mais urgente a cada ano. Como parte do compromisso com a segurança para todos, a Microsoft continua a rastrear inúmeros incidentes que visam operações digitais e físicas para muitas organizações. Além dos habituais ataques de espionagem e roubo de dados direcionados a sistemas de TI, os agentes de ameaças têm voltado cada vez mais sua atenção para dispositivos IoT e equipamentos de tecnologia operacional (OT) – tudo, desde oleodutos a dispositivos médicos. Atores mal-intencionados também tiveram sucesso nos ataques a cadeias de fornecimento, como visto nos insidiosos ataques de Solorigate e Kaseya.
No início deste mês, foi publicado o Relatório de Defesa Digital da Microsoft de 2021 para ajudar as organizações a entender melhor esse cenário de ameaças em evolução, bem como fornecer orientação sobre como proteger sua cadeia de fornecimento e ativos IoT e OT. No espírito de segurança para todos, alguns destaques desses capítulos estão apresentados aqui para fácil referência.
Protegendo a cadeia de fornecimento
A prática de adotar várias ferramentas para monitorar diferentes níveis de fornecedores aumenta a complexidade, o que, por sua vez, aumenta as chances de que um ataque cibernético possa trazer um retorno significativo para seu adversário. Os silos podem criar problemas adicionais – equipes diferentes têm prioridades diferentes, o que pode levar a diferentes prioridades e práticas de risco. Essa inconsistência pode criar uma duplicação de esforços e lacunas na análise de risco. Os funcionários dos fornecedores também são uma das principais preocupações. As organizações querem saber quem tem acesso aos seus dados; para que possam se proteger da responsabilidade humana, da TI e de outras ameaças internas.
Para o gerenciamento de riscos de fornecedores, é necessária uma abordagem sempre ativa, automatizada e integrada, mas os processos atuais não são adequados para a tarefa. Para proteger sua cadeia de fornecimento, é importante ter um processo que possa ser repetido e seja dimensionado à medida que sua organização se inovar. Na Microsoft, se agrupa os investimentos em nove fluxos de trabalho de cadeia de fornecimento segura (SSC) para avaliar e mitigar metodicamente o risco em cada área.
Pela Casa Branca
Em 12 de maio de 2021, a Casa Branca emitiu a Ordem Executiva (EO) 14028 sobre Melhorar a Segurança Cibernética da Nação, descrevendo as etapas para que as agências federais e seus provedores de tecnologia aprimorem a segurança da cadeia de fornecimento. Para os provedores de software, a EO exige requisitos para aumentar a resistência à ataques, incluindo práticas seguras de desenvolvimento de software, verificação de software e de vulnerabilidade, uma lista de materiais de software, um programa de divulgação de vulnerabilidade e outras práticas seguras.
Para os usuários da agência federal de software com acesso privilegiado, a EO 14028 pede a implementação de medidas de segurança publicadas pelo Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST). A Microsoft tem investido há muito tempo no desenvolvimento de melhores práticas para o desenvolvimento seguro de software, e contribuímos para os esforços de definir práticas e padrões de consenso em todo o setor, inclusive pela SAFECode, ISO/IEC e pelo Centro de Excelência Nacional em Segurança Cibernética do NIST sobre a implementação de um projeto de Arquitetura de Confiança Zero.
Segurança da IoT e da OT
Com a prevalência da conectividade em nuvem, a IoT e a OT se tornaram uma parte independente na rede. E como os dispositivos normalmente são implantados em diversos ambientes – do interior de fábricas ou edifícios de escritórios a locais de trabalho remotos ou infraestruturas críticas – eles são expostos de maneira que possam tornar-se alvos fáceis. Quando você adiciona preocupações de privacidade e conformidade regulatória, fica claro que uma abordagem holística é necessária para permitir segurança e governança contínuas em todos os seus dispositivos.
A proteção das soluções IoT com um modelo de segurança Confiança Zero é criada com base em cinco requisitos:
Implemente uma identidade forte para autenticar dispositivos: Registre dispositivos, emita credenciais renováveis, empregue autenticação sem senha e use uma raiz de confiança de hardware para garantir a identidade antes de tomar decisões.
Mantenha o acesso privilegiado mínimo para mitigar a área de efeito do ataque: Implemente controles de acesso ao dispositivo e à carga de trabalho para limitar qualquer dano potencial causado por identidades que possam ter sido comprometidas ou por aquelas que executam cargas de trabalho não aprovadas.
Monitore a integridade do dispositivo para o acesso ou sinalize para correção: Verifique as configurações de segurança, avalie se há vulnerabilidades e senhas inseguras e monitore ameaças ativas e alertas comportamentais anômalos para criar perfis de risco.
Implante atualizações contínuas para manter os dispositivos íntegros: Utilize uma solução centralizada de configuração e gerenciamento de conformidade, bem como um mecanismo de atualização robusto, para garantir que os dispositivos estejam atualizados e saudáveis.
Mantenha o monitoramento e a resposta de segurança: Empregue monitoramento proativo para identificar rapidamente dispositivos não autorizados ou comprometidos.
As senhas padrão causam problemas
A rede de sensores da Microsoft nos fornece dados brutos sobre mais de 280.000 ataques, incluindo dados de senha. Não é surpreendente vermos que 96 por cento dos ataques usavam uma senha com menos de 10 caracteres. Nessas senhas, apenas 2% incluíam um caractere especial e 72% nem sequer continham um número. A palavra “admin” foi encontrada mais de 20 milhões de vezes em senhas de IoT durante um período de 45 dias.
Mantenha sua IoT exatamente como a TI
É essencial que as organizações avaliem a segurança de seus sistemas IoT e OT com o mesmo rigor aplicado aos sistemas de TI. Embora os PCs sejam rotineiramente obrigados a ter certificados atualizados, os dispositivos IoT geralmente são implantados com senhas padrão de fábrica. Os invasores também se concentram em como a IoT e a OT interagem, o que traz grandes perigos. Os sistemas de controle industrial são muitas vezes adaptados com recursos remotos – ou seja, ataques virtuais podem causar danos físicos.
A Microsoft deu suporte a um estudo de pesquisa conduzido pela Global Cyber Alliance (GCA) para demonstrar a eficácia dos controles comumente recomendados na prevenção de ataques. A análise da GCA de dados de ataques reais mostra que as senhas padrão definidas pelos fabricantes de dispositivos, ou senhas fracas definidas pelos usuários, representam a vulnerabilidade de segurança mais explorada para dispositivos IoT. Suas descobertas podem ser resumidas em quatro conclusões simples para a segurança de IoT e OT:
Não utilize senhas padrões
Implemente uma política de divulgação de vulnerabilidades
Mantenha o software atualizado
Monitore continuamente a comunicação da IoT para interações não autorizadas.
[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Texto escrito por Microsoft Blog.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
Uma das coisas que mais gosto em fazer parte da equipe do Azure é o entusiasmo em torno das inovações e como nossos clientes as utilizam para aproveitar novas oportunidades. Nos últimos anos, todos nós enfrentamos desafios inesperados que mudaram a forma como trabalhamos e como pensamos sobre a transformação digital. Agora, mais do que nunca, a tecnologia digital está no centro da forma como os nossos clientes fazem negócios. Essa é uma das razões pelas quais eu não via a hora de entrar para a equipe do Azure e estava tão animada com o Microsoft Ignite deste ano. À medida que a computação em nuvem se torna onipresente, nós da Microsoft vemos uma tremenda oportunidade de ajudar nossos clientes a impulsionar a inovação em seus negócios e melhorar as experiências de seus próprios clientes.
Com a Microsoft Cloud, nós nos esforçamos para fornecer a nuvem mais confiável e abrangente para que essa inovação e transformação aconteçam. É por isso que organizações de todos os tipos, de pequenas empresas, governos e organizações sem fins lucrativos a empresas da Fortune 500, confiam na Microsoft como fornecedora de tecnologia. Desde que entrei para a equipe no início deste ano, sou inspirada todos os dias ao ver nossos clientes desenvolverem produtos e serviços que pareciam impensáveis e fora de alcance há apenas alguns anos.
Durante o Microsoft Ignite desta semana, destacaremos os recursos e inovações mais recentes em computação híbrida de várias nuvens e borda. De recursos de dados de ponta a ponta e aplicativos nativos da nuvem à colaboração multifuncional, as tecnologias Microsoft Cloud ajudam nossos clientes a oferecer soluções e serviços de forma mais rápida para atender às necessidades em rápida mudança de seus próprios clientes.
Tenho o prazer de compartilhar hoje neste blog anúncios em todas essas áreas. Continue lendo para saber mais sobre o que há de novo hoje e como a Microsoft Cloud e o Azure estão capacitando nossos clientes para inovar.
Traga recursos abrangentes do Azure para ambientes híbridos e de várias nuvens com o Azure Arc
Nossos clientes têm dezenas, centenas ou mesmo milhares de servidores, aplicativos diversos e bancos de dados em vários locais espalhados por ambientes locais, de borda e de várias nuvens. Um dos principais desafios é proteger e gerenciar seus ambientes distribuídos de forma consistente e criar aplicativos inovadores usando tecnologias nativas da nuvem.
Com o Azure Arc, os clientes podem aproveitar os recursos abrangentes de segurança, governança e gerenciamento do Azure para suas implantações do Windows, Linux, SQL Server e Kubernetes em seus datacenters, na borda ou em várias nuvens. O Azure Arc também permite que os clientes criem aplicativos inovadores e inteligentes em qualquer ambiente com aplicativos, dados e serviços de machine learning internos do Azure.
Estou animada com o fato de que milhares de clientes usam o Azure Arc hoje em um conjunto diversificado de cenários. O Royal Bank of Canada, o maior banco do Canadá, está usando serviços de dados habilitados para o Azure Arc para usufruir de serviços de dados nativos da nuvem sempre atualizados para modernizar seu grande patrimônio de dados. A Mapfre, uma empresa de seguros global com presença em cinco continentes, escolheu o Azure Arc para proteger e governar milhares de servidores Windows e Linux espalhados por datacenters no mundo todo.
No Ignite, estamos anunciando vários novos recursos para nossos produtos híbridos e de várias nuvens:
Azure Arc no VMware vSphere e no Azure Stack HCI: os clientes com sistemas VMware vSphere e Azure Stack HCI podem proteger e governar máquinas virtuais (VMs) existentes e o Kubernetes com o Azure Arc. Estamos anunciando hoje a visualização do gerenciamento do ciclo de vida das VMs nas implantações do VMware vSphere e do Azure Stack HCI no local pelo Portal do Azure. Isso significa que os clientes que migrarem sua implantação local para as Soluções Azure VMware também poderão gerenciar o ciclo de vida das VMs pelo Portal do Azure.
Atualização dos Recursos de Machine Learning habilitados para o Azure Arc: os clientes podem treinar seus modelos de aprendizado de máquina em qualquer lugar usando o Azure Machine Learning habilitado para o Azure Arc. Agora, estamos adicionando à visualização a habilidade de fazer inferências para permitir previsões usando modelos de ML em qualquer lugar.
Atualização da Instância Gerenciada do SQL habilitada para o Azure Arc: estamos disponibilizando em forma geral o modo conectado diretamente através do Azure Arc para ajudar os clientes a implantar, gerenciar e proteger seus bancos de dados no Azure. Com isso, oferecemos aos clientes a flexibilidade de executar bancos de dados habilitados para o Azure Arc em modos conectados e desconectados.
Área de Trabalho Virtual do Azure para o Azure Stack HCI: para os clientes em busca de uma solução moderna de virtualização de aplicativos e áreas de trabalho baseada em nuvem no local por motivos de latência ou regulamentação, temos o prazer de anunciar a visualização da Área de Trabalho Virtual do Azure para o Azure Stak HCI.
Microsoft Defender para cenários de várias nuvens: o Microsoft Defender para Nuvem agora estende os recursos de Gerenciamento de Postura de Segurança na Nuvem (CSPM) e Proteção de Carga de Trabalho para a Amazon Web Services (AWS), permitindo que os clientes protejam seus ambientes de várias nuvens a partir de um único lugar.
Programa de Migração e Modernização do Azure (AMMP) para compatibilidade com cenários do Azure Arc: milhares de clientes aceleraram sua jornada na nuvem com o AMMP, e o programa agora inclui o Azure Arc como um cenário compatível.
Nós te proporcionamos a melhor experiência para o seu caminho na nuvem, e por isso oferecemos o melhor material e especialistas para você, buscando as melhores soluções e estratégias para o seu aprendizado.
Vamos apresentar para você 6 dos nossos principais parceiros que oferecem as melhores soluções do mercado, tudo isso com conhecimento de ponta que oferecemos.
NetApp
Oferecemos portfólio completo de treinamentos oficiais NetApp para o Brasil. Todos os nossos instrutores são especialistas certificados pela NetApp com ampla experiência prática.
Microsoft
Disponibilizamos uma gama de treinamento da Microsoft, desde cursos básicos até cursos especializados de alto nível. Todos os nossos instrutores são especialistas certificados pela Microsoft, com ampla experiência prática em suas áreas de especialização.
IBM
Como IBM Education Delivery e IBM Sales Partner da Arrow, nós oferecemos todos os cursos de treinamento autorizados da IBM em todo o mundo.
Google Cloud
Como Parceiro de Treinamento Autorizado de Google Cloud, disponibilizamos para você a possibilidade de adquirir as habilidades necessárias para desenvolver e operar infraestruturas e aplicativos no Google Cloud.
Cisco
Como um parceiro Cisco Platinum Learning vencedora de vários prêmios, proporcionamos diversos treinamentos desde cursos de nível básico a cursos especializados de alto nível. Todos os nossos instrutores são Cisco Certified Expert com ampla experiência prática em suas áreas de especialização.
AWS
Parceiro de Treinamentos Autorizado da AWS (ATP) na América Latina, concedemos um currículo completo para a certificação. Aceleramos sua adoção da nuvem AWS por meio de serviços e soluções com qualidade de ensino.
Quer conhecer mais para começar o seu treinamento? Então comece com que é especialista no assunto.