Tag: computação em nuvem

AWS, Azure ou Google Cloud: qual plataforma cloud aprender primeiro?

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A computação em nuvem se tornou uma das habilidades mais valorizadas no mercado de tecnologia. Atualmente, empresas de diferentes tamanhos e setores estão migrando aplicações, dados e operações para ambientes cloud em busca de mais flexibilidade, escalabilidade, segurança e eficiência.

Com esse avanço, uma dúvida se tornou comum entre profissionais de TI: qual plataforma cloud aprender primeiro: AWS, Azure ou Google Cloud?

A resposta depende dos seus objetivos de carreira, do tipo de empresa em que você trabalha e das tecnologias que deseja dominar. Embora as três plataformas sejam líderes de mercado, cada uma tem características que podem fazer mais sentido para diferentes perfis profissionais.

AWS: a plataforma cloud mais adotada no mercado

A Amazon Web Services, conhecida como AWS, foi uma das pioneiras no mercado de serviços em nuvem e continua entre as plataformas mais utilizadas globalmente.

Seu amplo portfólio atende desde projetos de infraestrutura até soluções avançadas de inteligência artificial, análise de dados, segurança, automação e desenvolvimento de aplicações. Por isso, aprender AWS pode ser uma boa escolha para quem deseja construir uma base sólida em cloud computing e atuar em projetos de grande escala.

Entre os principais pontos fortes da plataforma estão:

  • alta adoção em empresas de diferentes setores;
  • grande volume de documentação e recursos de aprendizagem;
  • portfólio amplo de serviços cloud;
  • forte demanda por profissionais certificados;
  • boa aplicação em infraestrutura, dados, IA e desenvolvimento.

Dessa forma, AWS costuma ser indicada para profissionais que buscam uma formação cloud mais ampla e oportunidades em múltiplas indústrias.

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Azure: forte presença em ambientes corporativos

O Microsoft Azure ganhou muita relevância por sua integração com tecnologias amplamente utilizadas no ambiente empresarial, como Microsoft 365, Windows Server, Active Directory e soluções de segurança da Microsoft.

Por esse motivo, Azure costuma ser uma escolha estratégica para profissionais que já atuam em empresas com forte presença do ecossistema Microsoft.

Além disso, a plataforma é muito utilizada em grandes organizações, ambientes corporativos e setores que precisam integrar cloud, identidade, segurança, produtividade e infraestrutura.

Entre os principais diferenciais do Azure estão:

  • integração nativa com soluções Microsoft;
  • forte presença em grandes empresas;
  • boa opção para profissionais de infraestrutura e administração de sistemas;
  • alta demanda em ambientes corporativos e governamentais;
  • conexão com temas como segurança, identidade e produtividade.

Nesse contexto, se você trabalha com tecnologias Microsoft ou deseja crescer em ambientes corporativos, Azure pode ser o melhor ponto de partida.

Google Cloud: dados, inteligência artificial e inovação

Já o Google Cloud vem se destacando principalmente em áreas como análise de dados, machine learning, inteligência artificial, automação e tecnologias modernas de nuvem.

A plataforma também tem forte relação com contêineres, Kubernetes e projetos orientados à inovação digital. Portanto, para profissionais interessados em dados, IA e desenvolvimento cloud moderno, Google Cloud representa uma excelente oportunidade de especialização.

Entre seus principais pontos fortes estão:

  • destaque em inteligência artificial e análise de dados;
  • ferramentas avançadas para ciência de dados e machine learning;
  • forte relação com Kubernetes e contêineres;
  • crescimento em projetos de transformação digital;
  • boa opção para quem deseja atuar com inovação e automação.

Assim, Google Cloud pode ser uma escolha estratégica para quem deseja se aproximar de áreas como dados, IA, engenharia de dados e soluções digitais mais modernas.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

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Qual plataforma cloud escolher primeiro?

Não existe uma única resposta certa. AWS, Azure e Google Cloud compartilham conceitos fundamentais, como máquinas virtuais, redes, armazenamento, segurança, gestão de identidades, automação e infraestrutura como código.

Por essa razão, aprender uma plataforma facilita o aprendizado das outras depois.

Ainda assim, algumas recomendações podem ajudar na decisão:

Escolha AWS se você busca:
uma plataforma amplamente adotada no mercado, uma base cloud mais abrangente e oportunidades em diferentes setores.

Azure se você trabalha ou quer trabalhar com:
ambientes Microsoft, infraestrutura corporativa, administração de sistemas, segurança e grandes organizações.

Google Cloud se seu interesse está em:
dados, inteligência artificial, machine learning, automação, Kubernetes e tecnologias modernas de nuvem.

No fim, a melhor escolha é aquela que se conecta com o seu momento profissional e com o tipo de projeto em que você deseja atuar.

Certificações cloud também fazem diferença

Além de aprender uma plataforma, buscar uma certificação oficial pode fortalecer seu posicionamento no mercado.

Certificações AWS, Microsoft Azure e Google Cloud são reconhecidas globalmente e ajudam a validar conhecimentos técnicos para empresas, recrutadores e lideranças de tecnologia.

No entanto, mais do que decorar conceitos, uma boa trilha de aprendizagem permite entender como aplicar cloud computing em cenários reais, conectando infraestrutura, segurança, dados, automação e inovação.

Para empresas, profissionais certificados também ajudam a acelerar projetos, reduzir riscos e aumentar a maturidade tecnológica das equipes. Consequentemente, investir em capacitação contínua se torna uma decisão estratégica para acompanhar a evolução do mercado.

Conclusão

AWS, Azure e Google Cloud são plataformas líderes e oferecem excelentes oportunidades para quem deseja crescer na área de tecnologia.

Enquanto AWS pode ser uma boa escolha para quem busca maior amplitude de mercado, Azure se destaca em ambientes corporativos e no ecossistema Microsoft. Por outro lado, Google Cloud é uma alternativa forte para quem deseja se especializar em dados, inteligência artificial e inovação.

O mais importante é começar.

Depois de dominar os fundamentos de uma plataforma cloud, será muito mais fácil expandir seus conhecimentos para outras tecnologias e construir uma carreira mais sólida em computação em nuvem.

Em um mercado cada vez mais guiado por cloud, dados, IA, cibersegurança e automação, aprender continuamente deixou de ser apenas um diferencial. Tornou-se parte essencial da evolução profissional em tecnologia.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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A competição entre AWS, Azure e Google não é mais só cloud… é uma batalha para liderar a IA

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Durante anos, falar de computação em nuvem significava falar de infraestrutura, armazenamento e capacidade de processamento. AWS, Microsoft Azure e Google Cloud competiam principalmente para oferecer os serviços cloud mais robustos, escaláveis e eficientes do mercado. Porém, o cenário tecnológico mudou rapidamente.

Hoje, a verdadeira competição entre esses gigantes da tecnologia não gira mais apenas em torno do cloud computing. O novo cenário é marcado por uma corrida estratégica muito mais ambiciosa: liderar o desenvolvimento e a adoção da Inteligência Artificial.

A nuvem continua sendo o centro das operações, mas agora funciona como a base que impulsiona modelos de IA, automação, análise avançada de dados e inovação empresarial em larga escala. Em outras palavras, cloud e inteligência artificial já não podem ser entendidos separadamente.

A nuvem evoluiu: agora é o motor da IA

A explosão de tecnologias como IA generativa, machine learning e assistentes inteligentes mudou as prioridades das empresas. Atualmente, as organizações buscam plataformas que não apenas armazenem informações ou executem aplicações, mas que também permitam treinar modelos, analisar dados em tempo real e automatizar processos críticos.

É nesse contexto que AWS, Azure e Google Cloud iniciaram uma nova etapa de competição.

Cada provedor está construindo ecossistemas completos de IA integrados diretamente aos seus serviços cloud. O objetivo é claro: tornar-se a plataforma principal onde as empresas desenvolvam suas futuras soluções inteligentes.

AWS: liderança consolidada com foco em escalabilidade

A Amazon Web Services segue sendo uma das líderes do mercado cloud graças à sua enorme infraestrutura global e à amplitude dos seus serviços. No campo da inteligência artificial, a AWS fortaleceu ferramentas voltadas a machine learning, automação e análise avançada de dados.

Serviços como o Amazon SageMaker permitem desenvolver e treinar modelos de IA de forma escalável, enquanto a integração de capacidades generativas reflete como a AWS busca se manter competitiva diante do crescimento acelerado da IA empresarial.

A vantagem da AWS continua sendo sua maturidade tecnológica, capacidade de escalabilidade e adoção empresarial global.

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Microsoft Azure: a grande aposta empresarial pela IA

A Microsoft conseguiu se posicionar rapidamente como um dos atores mais fortes na corrida da IA, graças à sua integração estratégica com a OpenAI e à incorporação de ferramentas inteligentes dentro do seu ecossistema empresarial.

O Azure não oferece apenas infraestrutura cloud, mas também soluções de inteligência artificial integradas a produtos amplamente utilizados como Microsoft 365, Dynamics e GitHub.

Essa estratégia permitiu que muitas empresas começassem a incorporar IA de forma mais acessível em suas operações diárias. De assistentes inteligentes à automação avançada e análise preditiva, a Microsoft aposta em democratizar o uso empresarial da IA.

Além disso, o Azure se tornou uma plataforma-chave para organizações que buscam acelerar processos de transformação digital utilizando inteligência artificial de forma segura e escalável.

Google Cloud: dados, IA e análise como vantagem competitiva

O Google Cloud encontrou uma posição especialmente forte nas áreas relacionadas a dados, análise e inteligência artificial avançada.

A experiência histórica do Google em IA permitiu desenvolver ferramentas altamente competitivas para machine learning, processamento de linguagem natural e análise massiva de informações. Tecnologias como Vertex AI e BigQuery representam uma combinação poderosa para empresas que buscam trabalhar com dados e inteligência artificial em ambientes modernos.

Um dos principais diferenciais do Google Cloud é seu foco em inovação, automação e ecossistemas abertos baseados em tecnologias como Kubernetes e contêineres.

Além disso, o crescimento da IA generativa reforçou ainda mais o posicionamento do Google nessa nova disputa tecnológica.

A verdadeira batalha: talentos especializados

Embora a competição tecnológica seja enorme, existe um fator igualmente importante por trás dessa corrida: o talento.

As empresas precisam de profissionais capazes de implementar, administrar e otimizar ambientes cloud com capacidades de inteligência artificial. Isso aumentou significativamente a demanda por especialistas nas seguintes áreas:

  • Cloud Computing
  • Engenharia de Dados
  • Machine Learning
  • Cibersegurança Cloud
  • DevOps
  • FinOps
  • Arquitetura Cloud

Atualmente, as certificações em AWS, Azure e Google Cloud tornaram-se uma vantagem competitiva para profissionais que buscam crescer no setor de tecnologia.

O mercado não busca mais apenas conhecimentos básicos de infraestrutura. As organizações precisam de perfis preparados para trabalhar com automação, IA, análise de dados e plataformas cloud modernas.

O futuro do cloud será impulsionado pela IA

Tudo indica que a inteligência artificial continuará transformando o mercado cloud nos próximos anos.

AWS, Azure e Google Cloud seguirão expandindo suas capacidades de IA generativa, automação inteligente e processamento avançado de dados. As empresas, por sua vez, buscarão plataformas que lhes permitam inovar com mais rapidez, otimizar custos e desenvolver soluções cada vez mais inteligentes.

A conclusão é clara: o cloud computing continua sendo fundamental, mas agora funciona como a infraestrutura que alimenta a próxima grande revolução tecnológica.

E nessa nova etapa, a verdadeira competição não será apenas sobre quem tem mais servidores ou serviços… mas sobre quem vai liderar o futuro da Inteligência Artificial.

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AWS re:Invent 2025: Trainium3, agentes de IA e fábricas de IA para empresas

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O AWS re:Invent 2025 deixou claro que a próxima fase da nuvem é nativa em IA. Em Las Vegas, a AWS apresentou o novo chip Trainium3, uma geração de agentes de IA mais autônomos e um conceito de “fábricas de IA” em data centers próprios de clientes, pensadas para quem precisa escalar inteligência artificial com governança e soberania de dados. 

Para empresas que já usam ou avaliam AWS, o recado é direto: IA deixa de ser experimento e passa a ser infraestrutura crítica – de hardware a agentes que automatizam processos complexos.

Por que o AWS re:Invent 2025 é um marco para líderes de tecnologia

O re:Invent é o principal evento anual da AWS e reúne dezenas de milhares de engenheiros, executivos e pesquisadores. Em 2025, o foco foi como levar IA generativa e agentes autônomos para o centro das operações empresariais, com mais controle de segurança, custo e confiabilidade. 

Em vez de falar apenas de modelos, a AWS mostrou um stack completo:

  • Infraestrutura de IA: novo chip Trainium3 e servidores otimizados para treinamento de modelos avançados. 

  • Plataformas de modelos: Bedrock e novas camadas de configuração e políticas corporativas. 

  • Agentes de IA: ferramentas para criar agentes que executam fluxos de trabalho de ponta a ponta, não só respostas pontuais.

  • Entrega em qualquer lugar: conceito de fábricas de IA em data centers de clientes, com integração a Nvidia e Trainium3. 

Para quem lidera TI, arquitetura ou segurança, isso significa novas possibilidades – mas também a necessidade de novas competências na equipe.

Agentic AI na prática: AgentCore e o ecossistema de agentes

Um dos anúncios mais estratégicos foi o reforço em AgentCore, framework da AWS para criar e supervisionar agentes de IA em produção. Em vez de apenas bots de chat, falamos de agentes capazes de:

  • Orquestrar várias ferramentas e serviços da AWS;

  • Registrar contexto, decisões e histórico de interação;

  • Operar de forma mais autônoma, mas com trilhas de auditoria.

Entre as novidades, a AWS destacou:

  • Policies em AgentCore: camadas de regras e limites de atuação para os agentes, ajudando a restringir o que podem fazer, com quais dados e em quais sistemas. 

  • Ferramentas de avaliação pré-configuradas: um conjunto de testes para medir qualidade, segurança e aderência dos agentes às políticas internas, acelerando o caminho do protótipo para produção. 

  • Integração com Nova Forge: serviço pensado para coordenar pipelines complexos de múltiplos agentes e modelos, permitindo cenários como modernização automática de código, resposta a incidentes ou atendimento ao cliente com múltiplas etapas. 

A mensagem é clara: agentes de IA passam a ser “membros do time”, automatizando tarefas de alto volume, enquanto pessoas focam em decisões estratégicas.

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Bedrock mais configurável: IA generativa com políticas corporativas

O Amazon Bedrock, plataforma gerenciada de modelos fundamentais da AWS, também ganhou camadas mais robustas de configuração e governança para empresas.

Entre os ganhos para o mundo corporativo:

  • Controles finos de políticas: é possível definir como o modelo usa dados proprietários, limites de resposta e critérios de segurança;

  • Melhor auditabilidade: logs mais detalhados ajudam a explicar decisões e respostas em ambientes regulados, como finanças e saúde;

  • Menos risco operacional: a combinação de políticas, monitoramento e avaliações reduz o risco de uso inadequado de dados sensíveis.

Para setores altamente regulados, isso viabiliza casos de uso de IA generativa com mais segurança jurídica e técnica.

Trainium3: o novo chip de IA da AWS para modelos maiores e mais rápidos

No coração da estratégia de IA está o Trainium3, terceira geração de chips de IA da AWS, projetado para treinamento de modelos de grande porte, incluindo modelos multimodais e de longo contexto.

Segundo a AWS, os servidores com Trainium3 entregam: 

  • Até 4x mais desempenho em relação à geração anterior;

  • Redução de cerca de 40% no consumo de energia;

  • Clusters com dezenas a centenas de chips interconectados, voltados a cargas de treinamento de LLMs e modelos de visão em escala de nuvem.

Para equipes de IA, isso significa:

  • Mais ciclos de experimento em menos tempo;

  • Menor custo de treinamento por modelo;

  • Capacidade de rodar modelos proprietários de alta complexidade dentro da nuvem AWS.

Empresas como Anthropic já utilizam a infraestrutura com Trainium3 em produção, via Amazon Bedrock, o que reforça a maturidade da plataforma para workloads reais. 

“Fábricas de IA”: nuvem da AWS dentro do seu data center

Outra peça importante do anúncio foi a ideia de “Fábricas de IA”: ambientes dedicados de IA que podem rodar dentro do data center do cliente, mantendo dados sensíveis on-premises, mas com tecnologia AWS e Nvidia. 

Essas fábricas combinam:

  • Serviços de IA da AWS (como Bedrock e SageMaker);

  • Infraestrutura especializada com GPUs Nvidia ou chips Trainium3;

  • Rede de baixa latência e storage de alto desempenho;

  • Operação e manutenção gerenciada pela AWS, enquanto o cliente provê espaço físico e energia.

Na prática, isso equilibra:

  • Soberania e confidencialidade de dados, mantendo-os no próprio data center;

  • Acesso a hardware e software de ponta, sem o cliente precisar cuidar da complexidade de instalação, atualização e suporte.

Para governos e grandes corporações, abre-se um caminho para adotar IA em escala sem abrir mão de requisitos rígidos de compliance.

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Migração de VMware, serverless e redução de dívida técnica

Além da camada de IA, a AWS também anunciou novas ferramentas de migração para clientes que ainda rodam VMware on-premises, com foco em redução de riscos de compatibilidade e de tempo de indisponibilidade durante a migração para AWS. 

Em paralelo, houve atualizações para workloads serverless, reforçando o movimento de:

  • Automatizar mais tarefas de operação;

  • Reduzir custos de manutenção de infraestrutura;

  • Atacar a dívida técnica, especialmente em ambientes legados.

Em conjunto com as capacidades “agentic” (como agentes de DevOps e segurança anunciados em outros releases), a mensagem é que modernização de aplicações e operações será cada vez mais impulsionada por IA.

O que tudo isso significa para sua estratégia de nuvem

Para empresas de todos os portes, os anúncios do AWS re:Invent 2025 apontam três movimentos estratégicos:

  1. IA como infraestrutura padrão
    Chips como o Trainium3 e serviços como Bedrock e AgentCore mostram que IA deixa de ser projeto paralelo e passa a fazer parte da base da nuvem.

  2. Agentes de IA como “times digitais”
    Em vez de apenas chatbots, falamos de agentes capazes de escrever código, apoiar segurança, responder a incidentes e atender clientes com autonomia crescente.

  3. Híbrido e soberania de dados
    Com fábricas de IA e integração com data centers próprios, fica mais fácil equilibrar compliance, desempenho e inovação.

Para capturar esse valor, porém, não basta ter a tecnologia. É preciso ter pessoas preparadas para projetar, operar e governar essas soluções.

Como a Fast Lane ajuda sua equipe a se preparar para essa nova fase da AWS

Como parceira oficial da AWS, a Fast Lane apoia empresas e profissionais a transformar esses anúncios em resultados práticos, combinando:

  • Treinamentos oficiais AWS, desde fundamentos de nuvem até trilhas avançadas de IA, MLOps e arquitetura;

  • Roteiros personalizados de certificação, alinhados aos objetivos de negócio da sua organização;

  • Consultoria em nuvem e IA, ajudando a desenhar estratégias com Bedrock, Trainium, agentes de IA e migrações complexas.

Se sua empresa está avaliando como usar Trainium3, agentes de IA ou fábricas de IA na prática, esse é o momento ideal para estruturar uma trilha de capacitação e um roadmap técnico consistente.

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O que a “Olimpíada de Robôs” na China diz sobre o futuro das habilidades digitais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Quando mais de 500 robôs humanoides entram em uma arena olímpica para correr, jogar futebol, praticar boxe e até cumprir tarefas “do mundo real”. Não estamos apenas diante de um espetáculo curioso, estamos vendo, ao vivo, a convergência entre inteligência artificial, visão computacional, robótica e computação em nuvem sair do laboratório para ganhar escala.

Entre 15 e 17 de agosto de 2025, Pequim recebeu a primeira edição dos World Humanoid Robot Games, popularmente chamada de “Olimpíada de Robôs”, reunindo 280 equipes de 16 países no National Speed Skating Oval (instalação construída para os Jogos de Inverno de 2022). O evento alternou tropeços cômicos e avanços reais, como a prova de 1.500 m, vencida por um humanoide da Unitree em 6min29s, e provas de atletismo, futebol e kung fu. e terminou deixando uma mensagem clara: a corrida por talento digital está mais estratégica do que nunca.

Para a China, a competição é também um statement industrial: o país já é, de longe, o maior mercado de robôs industriais do mundo, respondendo por 51% das instalações globais em 2023, e acumula um estoque recorde operando em suas fábricas. IFR International Federation Robotics

Em 2025, Pequim ainda anunciou a criação de um fundo de capital de risco de cerca de 1 trilhão de yuans para impulsionar startups de robótica e IA, um movimento de longo prazo que reforça a aposta no desenvolvimento de “hard tech” e amplia a competição global por engenheiros, cientistas de dados e profissionais de segurança.

Mas por que isso importa para quem forma times, lidera áreas de tecnologia ou busca certificações para acelerar a carreira? Porque cada prova da “Olimpíada de Robôs” esconde a mesma arquitetura que já suporta produtos digitais nas empresas: edge capturando sinais de sensores e câmeras em milissegundos; modelos de IA (e agentes) orquestrando decisões; nuvem oferecendo escala, armazenamento e observability; pipelines de dados garantindo governança; e camadas de segurança protegendo propriedade intelectual e integridade operacional. Em outras palavras, robôs competindo ajudam a traduzir, para o grande público, o que o mercado B2B já percebeu: não existe inovação sustentada sem times capacitados para conectar IA + cloud + dados + segurança.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

[/vc_column_text][us_separator][/vc_column_inner][/vc_row_inner][vc_column_text]O que vimos em Pequim também ajuda a calibrar expectativas. A performance ainda está distante de recordes humanos em várias modalidades, e houve muitas quedas. Só que esse é exatamente o ponto: quando dezenas de universidades e empresas testam juntos, a curva de aprendizado acelera. Organizadores e imprensa internacional ressaltaram que a utilidade prática — coletar dados, medir confiabilidade, avaliar ergonomia e colaboração homem-máquina — vale tanto quanto os pódios.

Na Fast Lane, acompanhamos essa virada com um foco simples: preparar profissionais e empresas para entregar valor no mundo pós-piloto. Isso significa formar competências que “conversam” entre si. Para um caso aplicado de robótica, por exemplo, você combina fundamentos de IA/ML e MLOps, serviços de nuvem (AWS, Google Cloud, Microsoft), redes e edge (com parceiros como Cisco), observabilidade e análise (como Splunk), além de práticas de security by design. Essa malha de habilidades é a base para que protótipos virem operação, seja num robô na linha de produção, seja em um agente de IA no backoffice.

Se a primeira “Olimpíada de Robôs” inaugura um calendário anual, a próxima temporada deve intensificar a disputa por profissionais certificados que consigam integrar essas camadas sem perder de vista custo, confiabilidade e compliance.

Nossa recomendação é objetiva: comece mapeando as jornadas de certificação que melhor se conectam ao seu roadmapde produto e aos seus SLOs. por exemplo, uma trilha de fundamentos de nuvem + IA aplicada ao negócio, seguida por especializações (dados, segurança, redes, observabilidade) que consolidem a operação. Você reduz atrito na adoção, acelera time-to-value e constrói autoridade técnica num mercado que, como vimos em Pequim, está virando a página do “hype” para a execução.
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Cisco AI Summit 2025: O futuro da IA e segurança digital

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A inteligência artificial (IA) está transformando os negócios. O Cisco AI Summit 2025, realizado em Palo Alto, Califórnia, reuniu especialistas para discutir tendências, cibersegurança e inovação. Quer entender o impacto da IA e como proteger sua empresa? Continue lendo!

O crescimento da IA e seus desafios

Nos últimos anos, a IA cresceu rapidamente. Segundo Chuck Robbins, CEO da Cisco, apenas 13% das empresas possuem uma estratégia de IA, enquanto 90% precisam definir uma abordagem nos próximos 18 meses. Essa urgência surge da busca por eficiência, automação e segurança digital.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

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Cisco AI Defense: IA e segurança caminham juntas

Um dos grandes destaques do evento foi o lançamento do Cisco AI Defense, uma solução inovadora que protege tanto o desenvolvimento de aplicações de IA quanto a segurança contra vulnerabilidades externas. Essa ferramenta funciona em larga escala, com rapidez e alta eficiência, utilizando testes algorítmicos avançados e diretrizes rigorosas para garantir que as aplicações de IA sejam seguras desde a criação até a implementação.

Segundo Jeetu Patel, vice-presidente executivo e diretor de produtos da Cisco, a segurança não pode ser sacrificada em prol da velocidade, e a chave para uma adoção eficaz da IA é encontrar um equilíbrio entre proteção e inovação.

O futuro da IA: Crescimento e oportunidades

Durante o evento, Aaron Levie, CEO da Box, destacou que a IA abrirá portas para crescimento exponencial e inovação, impactando setores como saúde, tecnologia autônoma, energia renovável, ciências biológicas e muito mais. Segundo Levie, nos próximos 20 anos, testemunharemos transformações radicais impulsionadas pela combinação de IA e grandes volumes de dados.

A hora de investir em IA é agora

O Cisco AI Summit 2025 deixou claro que a IA não é apenas uma tendência passageira, mas sim o futuro da inovação empresarial. Empresas que desejam se destacar no mercado precisam adotar estratégias bem estruturadas de IA, garantindo segurança e conformidade com as melhores práticas do setor.

Se deseja conferir o material original e completo, acesse aqui.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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As 7 Habilidades de cibersegurança mais procuradas para 2025

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A evolução das estratégias de TI e o surgimento de novas tecnologias e ameaças estão redefinindo as necessidades de habilidades em cibersegurança. Um estudo recente da ISC2, realizado com gestores de segurança da informação, revelou quais são as competências mais procuradas pelos profissionais da área.

O cenário atual da cibersegurança

As equipes de cibersegurança enfrentam desafios crescentes: falta de pessoal, aumento da carga de trabalho e um ambiente de ameaças em constante mudança. Com os cibercriminosos inovando continuamente suas táticas e as organizações adotando rapidamente novas tecnologias, os profissionais de segurança precisam aprimorar constantemente suas habilidades.

Mas quais habilidades são mais valiosas para o mercado hoje? Para responder a essa pergunta, a ISC2 entrevistou 7.698 gestores de contratação e 8.154 profissionais de cibersegurança ao redor do mundo. A pesquisa identificou as habilidades mais demandadas, destacando lacunas críticas de talentos.

Agora, confira a lista das sete habilidades mais requisitadas, apresentadas da menos para a mais demandada.[/vc_column_text][vc_column_text]

7. Inteligência Artificial (IA) e Aprendizado de Máquina (ML)

  • Preferência dos gestores de contratação: 24%
  • Preferência dos profissionais de segurança: 33%

Embora a Inteligência Artificial esteja em alta, ela ainda não lidera o ranking de habilidades mais buscadas. O motivo? Os gestores priorizam competências que geram impacto imediato, e IA e ML são vistas como habilidades de longo prazo. Segundo a Gartner, apenas em 2027 cerca de 17% dos ataques cibernéticos envolverão IA generativa.

No entanto, a IA já desempenha um papel crítico na cibersegurança. Hackers usam modelos de linguagem para automatizar ataques de engenharia social, como spear phishing. Por outro lado, empresas utilizam IA para detectar ameaças e agir preventivamente, reduzindo erros humanos e otimizando a segurança digital.

6. Governança, gerenciamento de riscos e conformidade (GRC)

  • Preferência dos gestores de contratação: 24%
  • Preferência dos profissionais de segurança: 33%

O que envolve a GRC?

A GRC é um conjunto de processos que garante que as estratégias de cibersegurança estejam alinhadas aos objetivos empresariais e regulações do setor. Isso inclui:

  • Governança: Definição de políticas de segurança, como controle de acesso e resposta a incidentes.
  • Gerenciamento de Riscos: Avaliação e mitigação de riscos cibernéticos.
  • Conformidade: Adaptação às normativas regulatórias, como GDPR e HIPAA.

Com o crescimento da IA e regulações cada vez mais rigorosas, especialistas em GRC são essenciais para orientar empresas sobre os desafios legais e tecnológicos emergentes.[/vc_column_text][vc_column_text]

5. Análise de segurança

A importância da análise de segurança

A análise de segurança envolve avaliações de vulnerabilidades, testes de penetração, revisões de arquitetura de segurança e análise de logs. Profissionais dessa área ajudam empresas a identificar fraquezas em seus sistemas antes que hackers possam explorá-las.

Essa habilidade se destaca porque une o pensamento de um hacker com a estratégia empresarial, permitindo que organizações lançem produtos e plataformas sem falhas críticas de segurança.

4. Segurança de aplicações

Segundo a Gartner, os investimentos em segurança de aplicações crescerão 15,7% entre 2023 e 2024, alcançando US$ 6,6 bilhões.

Empresas precisam proteger seus sistemas contra vulnerabilidades de software, APIs e bibliotecas de terceiros. A segurança deve ser incorporada desde o desenvolvimento até a monitorização contínua e gestão de patches.

3. Avaliação, análise e gerenciamento de riscos

Diferente da GRC, que trata a gestão de riscos de forma ampla, essa habilidade exige conhecimento técnico aprofundado para identificar, avaliar e mitigar ameaças cibernéticas. Profissionais dessa área utilizam ferramentas como criptografia, gestão de patches e arquitetura de confiança zero.

Com a crescente sofisticação dos ataques, especialistas em análise de riscos tornam-se essenciais para antever e prevenir ameaças.

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2. Engenharia de segurança

Engenheiros de segurança são responsáveis por criar soluções técnicas, sistemas de controle de acesso e processos de resposta a incidentes. Essa é uma das áreas mais bem remuneradas da cibersegurança, com salários médios de US$ 127.094 nos EUA.

A demanda por engenheiros de segurança é enorme: a estimativa é de um crescimento de 33% na área até 2033. Empresas investem nesses profissionais para reduzir brechas de segurança e evitar custos com violações de dados e ataques cibernéticos.

1. Segurança em computação em nuvem

  • Preferência dos gestores de contratação: 36%
  • Preferência dos profissionais de segurança: 48%

Com a computação em nuvem sendo o mercado de tecnologia que mais cresce, a segurança em nuvem é a habilidade mais procurada. Profissionais dessa área garantem a proteção de plataformas como AWS, Azure e Google Cloud, cobrindo:

  • Segurança de infraestrutura e plataformas na nuvem.
  • Proteção de dados e acessos.
  • Arquitetura e design seguros para ambientes em nuvem.

A nuvem se tornou o principal alvo de ataques cibernéticos em 2024, tornando esta a competência mais valiosa para o mercado de trabalho.[/vc_column_text][us_separator][vc_column_text]

Fonte: “The 7 most in-demand cybersecurity skills today” – ISC2

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Sustentabilidade em TI: práticas verdes e o papel estratégico dos treinamentos empresariais

[vc_row][vc_column][vc_column_text]No cenário atual, a sustentabilidade não é apenas uma tendência, mas uma prioridade estratégica para empresas que desejam se manter competitivas e alinhadas às expectativas globais. Gestores, empresários, CISOs, CIOs e líderes de TI estão cada vez mais conscientes da necessidade de integrar práticas ecológicas às suas operações, não apenas para atender às demandas ambientais, mas também para reduzir custos e melhorar a reputação da empresa.

Práticas como a adoção de data centers ecológicos e a implementação de políticas de responsabilidade social corporativa (RSC) têm se tornado indispensáveis. No entanto, capacitar equipes para gerenciar e implementar essas iniciativas é essencial para alcançar resultados consistentes.

Neste artigo, abordaremos como o setor de TI pode alavancar práticas sustentáveis e como os treinamentos empresariais multivendor da Fast Lane são uma solução estratégica para líderes que buscam consolidar a sustentabilidade como vantagem competitiva.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]

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Sustentabilidade no setor de TI: um desafio para os líderes

Segundo a International Energy Agency (IEA), o setor de TI é responsável por 1% a 2% das emissões globais de gases de efeito estufa, e esse número tende a crescer com a digitalização acelerada. Data centers, serviços em nuvem e dispositivos conectados são fundamentais para os negócios modernos, mas sua operação tem um alto custo ambiental.

Ao mesmo tempo, regulamentações mais rígidas e consumidores mais conscientes estão pressionando as empresas a adotar práticas de TI mais sustentáveis. Gestores e tomadores de decisão enfrentam o desafio de equilibrar eficiência operacional, inovação e responsabilidade ambiental.

Data centers ecológicos: inovação e eficiência para o futuro

Data centers são o coração das operações de TI, mas também estão entre os maiores consumidores de energia no mundo. Para líderes de TI, a transição para data centers ecológicos representa uma oportunidade de reduzir custos e alcançar metas ambientais. Esses centros oferecem:

  • Eficiência energética avançada: uso de resfriamento natural e otimização do consumo.
  • Fontes de energia renovável: integração de painéis solares e turbinas eólicas para suprir demandas de energia.
  • Certificação LEED: garantia de que as operações seguem altos padrões de sustentabilidade.

Empresas como Google, Amazon e Microsoft estão liderando o movimento com investimentos bilionários, enquanto outras organizações precisam adotar soluções viáveis para acompanhar essa evolução.

Políticas de responsabilidade social corporativa (RSC): um diferencial competitivo

Para gestores e tomadores de decisão, implementar políticas de RSC robustas vai além da conformidade com regulamentações ambientais. Trata-se de demonstrar compromisso com:

  • Redução do impacto ambiental: desde o descarte adequado de equipamentos eletrônicos até a otimização da cadeia de fornecimento.
  • Engajamento social: inclusão de diversidade e bem-estar dos funcionários como parte do modelo de negócios.
  • Transparência ESG: atender a métricas de governança ambiental e social, cada vez mais exigidas por investidores e clientes.

Empresas que integram a sustentabilidade em suas estratégias corporativas ganham vantagem competitiva, fortalecendo sua reputação no mercado e atraindo stakeholders estratégicos.[/vc_column_text][us_separator][us_image image=”10857″ align=”center” link=”%7B%22url%22%3A%22%22%7D”][us_separator][vc_column_text]

Capacitação como alicerce da sustentabilidade

Embora tecnologia e políticas sejam fundamentais, é o capital humano que garante o sucesso dessas iniciativas. Para CIOs, CISOs e gestores de TI, investir em treinamento empresarial é uma decisão estratégica para capacitar equipes a:

  1. Gerenciar operações de TI sustentáveis: com foco em eficiência energética e conformidade regulatória.
  2. Integrar práticas de sustentabilidade: alinhando objetivos ambientais às metas empresariais.
  3. Maximizar o retorno sobre investimento (ROI): através da redução de desperdícios e implementação de soluções tecnológicas inovadoras.

Treinamentos empresariais, como os oferecidos pela Fast Lane, tornam-se ferramentas indispensáveis para líderes que desejam transformar sustentabilidade em um diferencial de mercado.

Fast Lane: capacitação estratégica para líderes e equipes de TI

A Fast Lane é reconhecida globalmente por sua excelência em treinamentos empresariais, oferecendo programas que combinam expertise técnica com visão estratégica. Entre os destaques para líderes de TI estão:

  • Treinamentos multivendor: cursos que abrangem tecnologias de parceiros líderes como AWS, Microsoft, Google e Cisco, focados em eficiência operacional e sustentabilidade.
  • Capacitações em computação em nuvem e otimização energética: ideais para gestores que buscam modernizar infraestruturas sem comprometer o meio ambiente.

Os programas da Fast Lane são customizáveis, permitindo que cada organização desenvolva competências alinhadas às suas metas específicas, sejam elas reduzir custos, atender a normas ESG ou melhorar a eficiência das operações.

Benefícios para tomadores de decisão

Para CIOs, CISOs e gestores, os benefícios de investir em práticas sustentáveis vão além da redução de custos. Eles incluem:

  1. Maior conformidade regulatória: com a crescente pressão por parte de órgãos reguladores e investidores, estar preparado é essencial.
  2. Fortalecimento da marca: práticas sustentáveis são um atrativo para clientes, investidores e parceiros estratégicos.
  3. Retenção de talentos: profissionais qualificados preferem trabalhar em empresas que valorizam responsabilidade social e ambiental.
  4. Eficiência operacional: data centers otimizados e equipes treinadas aumentam a produtividade e reduzem riscos.

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O futuro da sustentabilidade em TI

O setor de TI está em constante transformação, e líderes que se anteciparem às mudanças terão vantagens competitivas significativas. Tendências como:

  • Computação de borda (Edge Computing): reduzindo a dependência de data centers centrais.
  • IA otimizada: promovendo processamento mais eficiente e menos impactante.
  • Blockchain sustentável: adaptando tecnologias para reduzir consumo energético.

Essas inovações reforçam a necessidade de capacitação contínua para gestores e equipes, garantindo que as empresas estejam preparadas para liderar a próxima onda de sustentabilidade.

Conclusão: Fast Lane, sua parceira para a sustentabilidade

Para gestores, empresários e líderes de TI, a sustentabilidade não é apenas uma meta, mas uma estratégia essencial para inovação e crescimento. A adoção de data centers ecológicos e políticas de RSC deve ser complementada por treinamentos empresariais que transformem equipes em agentes de mudança.

Com a Fast Lane, você terá acesso a programas multivendor que capacitam sua organização a implementar práticas sustentáveis com excelência. Prepare-se para liderar o futuro com inovação e responsabilidade.

Conheça os treinamentos empresariais da Fast Lane e torne-se referência em TI sustentável.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Como o Google Cloud e os parceiros podem acelerar o sucesso da migração

[vc_row][vc_column][vc_column_text]À medida que as empresas aceleram sua migração para a nuvem, elas enfrentam desafios de migração mais notáveis ​​nas fases intermediária e tardia. Especificamente, 41% enfrentam desafios ao otimizar aplicativos na nuvem após a migração e 38% enfrentam problemas de desempenho em cargas de trabalho migradas para a nuvem. Além disso, as organizações também aumentaram a dependência de consultores externos e outros provedores de serviços para tarefas de migração de nuvem em estágio inicial para pós-implementação de gerenciamento contínuo. 1

Para ajudar os clientes a superar esses desafios com um caminho simples e rápido para uma migração para a nuvem bem-sucedida, o Google Cloud criou nosso abrangente Programa de avaliação e migração rápida (RAMP). E temos alguns desenvolvimentos interessantes para compartilhar com nossos clientes e parceiros:

Foco expandido no TCO/ROI pós-migração

Dada a natureza complexa das migrações para a nuvem , estamos comprometidos em atender nossos clientes onde eles estão em suas jornadas para a nuvem e fazer parceria com eles para atingir suas metas de negócios – seja criando valor para o cliente por meio da inovação, gerando eficiências de custo ou aumentando a diferenciação competitiva e produtividade. RAMP é uma estrutura holística baseada em análises tangíveis de TCO e ROI do cliente, que oferece suporte às jornadas de nossos clientes em todo o processo: desde a avaliação de seus cenários digitais em várias fontes, incluindo on-prem e outras nuvens, e identificação de cargas de trabalho de destino priorizadas até a criação de um abrangente plano de migração e modernização.

Acelere os resultados positivos com parceiros especializados

Os clientes também podem esperar uma experiência de migração mais simplificada por meio de nosso ecossistema de parceiros que concluíram sua especialização em migração para a nuvem . Na semana passada, anunciamos atualizações líderes do setor para nossos programas de financiamento de parceiros com novos pacotes de avaliação e consumo que simplificam e aceleram a jornada de nossos clientes para o Google Cloud , com pouco ou nenhum custo. Esses pacotes oferecem caminhos prescritivos para iniciativas de modernização de infraestrutura e aplicativos, capacitando nossos parceiros a oferecer suporte a nossos clientes em todas as etapas — desde a descoberta e planejamento até a migração e modernização.

Por meio de nosso ecossistema de parceiros, nossos clientes podem esperar:

  • Pacotes de financiamento distintos para avaliação, planejamento e migração
  • Processos de aprovação mais rápidos para implantações aceleradas
  • Mais parceiros elegíveis para participar do RAMP e acessar esses novos pacotes de financiamento

Sustentabilidade através da migração

Outra área de foco importante para o RAMP é ajudar as empresas a otimizar seu planejamento de migração e maximizar seu ROI, incluindo seus negócios e considerações técnicas no início do processo e incluindo quaisquer metas de sustentabilidade que possam ter. Para ajudar em seus esforços de sustentabilidade, temos o prazer de compartilhar que os clientes agora podem receber um Relatório de Sustentabilidade Digital junto com suas avaliações de TI – permitindo que a sustentabilidade seja incorporada em suas estratégias de migração . O relatório fornece insights acionáveis ​​para medir e reduzir seu impacto ambiental e é baseado em algumas das práticas recomendadas do próprio Google Cloud, sendo neutro em carbono há décadas e buscando funcionar com energia livre de carbono até 2030.

Estamos comprometidos em resolver problemas complexos para nossos clientes e parceiros, e essas atualizações são um reflexo do feedback que recebemos. Simplifique sua estratégia de migração para a nuvem hoje mesmo solicitando sua avaliação gratuita , encontrando um parceiro para trabalhar ou conversando com seu parceiro existente para começar.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Erwan Menard Diretor, Gerenciamento de Soluções de Modernização de Infraestrutura e Aplicativos – Google Cloud[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Governança de dados na nuvem – Pessoas e processos

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Neste blog, abordaremos a governança de dados relacionada ao gerenciamento de dados na nuvem. Discutiremos o modelo operacional que é independente de tecnologias on-prem ou cloud, processos para garantir a governança e, finalmente, as tecnologias disponíveis para garantir a governança de dados na nuvem. Este é um blog de duas partes sobre governança de dados. Nesta primeira parte, discutiremos o papel da governança de dados, por que é importante e os processos que precisam ser implementados para executar um programa de governança de dados eficaz.

Na segunda parte, vamos mergulhar nas ferramentas e tecnologias disponíveis para implementar processos de governança de dados, por exemplo, qualidade de dados, descoberta de dados, linhagem de rastreamento e segurança.

Para um texto aprofundado e abrangente sobre governança de dados, consulte Governança de dados: pessoas, processos e ferramentas para operacionalizar a confiabilidade de dados .

O que é Governança de Dados?

A governança de dados é uma função de gerenciamento de dados que cria valor para a organização, implementando processos para garantir alta qualidade de dados e fornece uma plataforma que facilita o compartilhamento de dados com segurança em toda a organização, garantindo a conformidade com todos os regulamentos.

O objetivo da governança de dados é maximizar o valor derivado dos dados , construir a confiança do usuário e garantir a conformidade implementando as medidas de segurança necessárias.

A governança de dados precisa estar em vigor desde o momento em que um factóide de dados é coletado ou gerado até o momento em que esses dados são retirados. Ao longo do caminho, neste ciclo de vida completo dos dados, a governança de dados concentra-se em disponibilizar os dados a todas as partes interessadas de uma forma que eles possam acessar e usar prontamente de uma maneira que gere os resultados de negócios desejados (insights, análises) e, se relevante, está em conformidade com as normas regulamentares. Esses padrões regulatórios são muitas vezes uma interseção de regras e códigos de comportamento da indústria (por exemplo, saúde), governo (por exemplo, privacidade) e da empresa (por exemplo, apartidários).

Por que a governança de dados é importante?

Na última década, a quantidade de dados gerados por usuários usando telefones celulares, dispositivos de saúde e fitness e IOT, beacons de varejo etc. causaram um crescimento exponencial nos dados. Ao mesmo tempo, a nuvem tornou mais fácil coletar, armazenar e analisar esses dados a um custo menor. À medida que o volume de dados e a adoção da nuvem continuam a crescer, as organizações são desafiadas com o duplo mandato de democratizar e incorporar dados em todas as tomadas de decisão, garantindo que estejam protegidos e protegidos contra uso não autorizado.

Um programa eficaz de governança de dados é necessário para implementar esse duplo mandato para tornar a organização orientada por dados, por um lado, e proteger os dados contra uso não autorizado, por outro. Organizações sem um programa de governança de dados eficaz sofrerão violações de conformidade que levam a multas, baixa qualidade de dados que leva a insights de qualidade inferior que afetam as decisões de negócios, desafios para encontrar dados que resultam em análises atrasadas e oportunidades de negócios perdidas, modelos de dados mal treinados para IA que reduz a precisão do modelo e os benefícios do uso de IA.

Uma estratégia eficaz de governança de dados abrange pessoas, processos, ferramentas e tecnologias . Ele impulsiona a democratização de dados para incorporar dados em todas as tomadas de decisão, aumenta a confiança do usuário, aumenta o valor da marca, reduz as chances de violações de conformidade que podem levar a multas substanciais e perda de negócios.

Componentes da Governança de Dados

Pessoas e Funções na Governança de Dados

Um programa abrangente de governança de dados começa com um conselho de governança de dados composto por líderes que representam cada unidade de negócios da organização. Este conselho estabelece os princípios de governança de alto nível sobre como os dados serão usados ​​para orientar as decisões de negócios. O conselho, com a ajuda de pessoas-chave em cada b funções de negócios, identifica os domínios de dados, por exemplo, cliente, produto, paciente e provedor. O conselho então atribui funções de propriedade e administração de dados para cada domínio de dados. Essas são funções de nível sênior e cada proprietário é responsável e recompensado por conduzir as metas de dados definidas pelo conselho de governança de dados. Os proprietários e administradores de dados são atribuídos pela empresa, por exemplo, o proprietário dos dados do cliente pode ser de marketing ou vendas, o proprietário dos dados financeiros das finanças, enquanto o proprietário dos dados de RH do RH.

O papel da TI é o de guardião de dados. A TI garante que os dados sejam adquiridos, protegidos, armazenados e compartilhados de acordo com as políticas especificadas pelos proprietários dos dados. Como guardiões de dados, a TI não toma as decisões sobre acesso ou compartilhamento de dados. O papel da TI é limitado ao gerenciamento de tecnologia para dar suporte à implementação de políticas de gerenciamento de dados definidas pelos proprietários dos dados.

Processos em Governança de Dados

Cada organização estabelecerá processos para conduzir à implementação das metas estabelecidas pelo conselho de governança de dados. Os processos são estabelecidos por proprietários de dados e administradores de dados para cada um de seus domínios de dados. Os processos se concentram nos seguintes objetivos de alto nível:

1. Os dados atendem aos padrões de qualidade de dados especificados – por exemplo, 98% de integridade, não mais de 0,1% de valores duplicados, 99,99% de dados consistentes em diferentes tabelas e o que constitui entrega no prazo

2. Políticas de segurança de dados para garantir a conformidade com as políticas internas e externas

    1. Os dados são criptografados em repouso e em fio
    2. O acesso aos dados é limitado apenas a usuários autorizados
    3. Todos os campos de dados confidenciais são redigidos ou criptografados e descriptografados dinamicamente apenas para usuários autorizados
    4. Os dados podem ser unidos para análise de forma não identificada , por exemplo, usando criptografia determinística ou hash
    5. Auditorias estão disponíveis para acesso autorizado , bem como tentativas não autorizadas

3. O compartilhamento de dados com parceiros externos está disponível com segurança por meio de APIs

4. Conformidade com regulamentos específicos da indústria e geo, por exemplo, HIPAA, PCI DSS, GDPR, CCPA, LGPD

5. A replicação de dados é minimizada

6. Descoberta de dados centralizada para usuários de dados por meio de catálogos de dados

7. Rastreie a linhagem de dados para identificar problemas de qualidade de dados, fontes de replicação de dados e ajude com auditorias

Tecnologia

A implementação dos processos conforme especificado no programa de governança de dados requer o uso de tecnologia. Desde a proteção de dados, retenção e relatórios de auditorias, até monitoramento e alertas automatizados, várias tecnologias são integradas para gerenciar o ciclo de vida dos dados.

No Google Cloud, um conjunto abrangente de ferramentas permite que as organizações gerenciem seus dados com segurança e impulsionem a democratização dos dados. O Data Catalog permite que os usuários encontrem dados facilmente em um local centralizado no Google Cloud. O Data Fusion rastreia a linhagem para que os proprietários de dados possam rastrear dados em todos os pontos do ciclo de vida dos dados e corrigir problemas que possam estar corrompendo os dados. Os registros de auditoria do Cloud   retêm as auditorias necessárias para conformidade. O Dataplex oferece gerenciamento inteligente de dados, segurança e governança centralizadas, descoberta automática de dados, coleta de metadados, gerenciamento do ciclo de vida e qualidade de dados com inteligência integrada orientada por IA.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Imad Quresh – Engenheiro de clientes, Google Cloud[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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O que é Big Data?

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Big data é um termo usado para descrever o grande volume de dados que as empresas recebem em seu dia a dia.  Sendo assim, os dados podem ser analisados para gerar insights levando decisões e estratégias de negócios para as organizações.

Referente ao volume total de dados, não importa necessariamente a sua quantidade, mas sim o que as empresas fazem com eles.

Resumindo, Big Data é um conjunto de dados complexos e extensos, com maior variedade que chegam em volumes crescentes e velocidade cada vez maior. Porém podem e devem ser usados para resolver problemas da corporação que você não iria conseguir sozinho. Sendo conhecido também pelos 3V’s:

Volume: A quantidade de dados importa. Com o big data, você terá que processar grandes volumes de dados não estruturados de baixa densidade. Podem ser dados de valor desconhecido, como feeds de dados do Twitter, fluxos de cliques em uma página web ou em um aplicativo para dispositivos móveis, ou ainda um equipamento habilitado para sensores. Para algumas empresas, isso pode utilizar dezenas de terabytes de dados. Para outras, podem ser centenas de petabytes.

Velocidade: Velocidade é a taxa mais rápida na qual os dados são recebidos e talvez administrados. Normalmente, a velocidade mais alta dos dados é transmitida diretamente para a memória, em vez de ser gravada no disco. Alguns produtos inteligentes habilitados para internet operam em tempo real ou quase em tempo real e exigem avaliação e ação em tempo real.

Variedade: Variedade refere-se aos vários tipos de dados disponíveis. Tipos de dados tradicionais foram estruturados e se adequam perfeitamente a um banco de dados relacional. Com o aumento de big data, os dados vêm em novos tipos de dados não estruturados. Tipos de dados não estruturados e semiestruturados, como texto, áudio e vídeo, exigem um pré-processamento adicional para obter significado e dar suporte a metadados.

História do Big data

O big data não é um conceito considerado antigo, porem a origens de grandes dados armazenados datam à alguma décadas atrás (1960 e 1970), onde o mundo dos dados se iniciava.

Por volta de 2005, os usuários do Facebook, YouTube e outros serviços online foram crescendo e com isso os dados gerados por eles. Com isso no mesmo ano foi criado o Hadoop, uma estrutura para armazenar e analisar grandes dados. Durante esse período o NoSQL começou a ganhar popularidade.

Apesar da sua evolução o Big Data ainda está no começo da sua utilidade. Com a nuvem oferecendo uma escalabilidade elástica e expandindo ainda mais suas possibilidades. Os bancos de dados grafos estão se tornando cada vez mais importantes, pela sua capacidade de exibir grandes quantidade de dados de uma forma que a análise se torne ainda mais rápida e abrangente.

Como o Big Data possui muitas informações podemos a partir delas obter respostas mais completas, significando para empresas mais confiança nos dados.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Escrito por Mayara Pimentel –  com revisão final de Raphael Silva.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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