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Cisco Connect Brasil: Conheça o projeto Co-pilot

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Com o objetivo de compartilhar soluções inovadoras, tendências em tecnologia e principalmente se o seu parceiro na caminhada ruma a certificação, o projeto Co-pilot foi apresentado no Cisco Connect Brasil com grande sucesso. O evento de forma geral contou com sessões técnicas e a participação de executivos, parceiros de negócios e líderes do setor da Cisco, além das palestras e apresentações.

Como patrocinado do evento a Fast Lane trouxe o projeto Co-pilot que proporcionou uma oportunidade única de interagir com profissionais que compartilham da mesma paixão pela evolução de suas carreiras. No evento também levamos atividades interativas, como um quiz que desafiava os participantes a responderem perguntas sobre a Cisco. Ao final, 5 pessoas foram selecionadas para ganhar 2 horas de consultoria com um especialista Cisco, oferecido pela Fast Lane.

Com um público engajado e interessado em aprender mais sobre as soluções da Cisco, o Cisco Connect Brasil foi um sucesso absoluto. Para aqueles que participaram do evento, fica a lembrança de momentos valiosos e a oportunidade de se manterem atualizados com as tendências e inovações em tecnologia para impulsionar ainda mais suas carreiras.

Para aqueles que não puderam comparecer ao evento, é possível acompanhar as novidades da Cisco através do site oficial e dos perfis nas redes sociais. Com uma abordagem inovadora e soluções tecnológicas de ponta, a Cisco é uma empresa que se destaca no mercado e oferece diversas oportunidades para profissionais que buscam evoluir em suas carreiras.

Em resumo, o projeto Co-pilot apresentado no Cisco Connect Brasil foi um sucesso absoluto, reunindo profissionais apaixonados por soluções inovadoras e tecnologia de ponta. Com atividades interativas e sessões técnicas, o evento proporcionou uma experiência única de aprendizado e networking para todos os participantes. Veja agora imagens do nosso estande.[/vc_column_text][us_separator][us_image_slider ids=”8771,8772,8773,8774,8775,8777,8778,8779″ img_size=”us_600_600_crop”][/vc_column][/vc_row]

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Inteligência Artificial: Só moda ou uma verdadeira inovação?

[vc_row][vc_column][vc_column_text]Historicamente, a tomada de decisão no contexto de produção nas fábricas e no ambiente de desenvolvimento de negócios tem permitido a criação de modelos de serviço inovadores e tem sido fundamental para o crescimento das empresas em alguns casos, enquanto em outros, acaba sendo um fator para o fracasso.

Hoje, responder de forma rápida e eficiente a certas questões essenciais nesses ambientes pode nos permitir gerar economias significativas e novas receitas, ou até mesmo dar origem a uma próxima disrupção de mercado que vá colocar a empresa em uma posição privilegiada, além de ajudar a evitar riscos.

Nas áreas responsáveis ​​pelos processos operacionais e de produção (OT), as perguntas que precisam ser respondidas para otimizar os processos e reduzir os custos a eles associados são, entre outras:

Quanto produzimos?

Qual é o nível de retração?

Qual é a eficiência do processo?

Quanto uma unidade gasta de energia na produção?

Quais são as condições do maquinário?

É possível aumentar a produção com as máquinas que já temos?

A resposta perfeita para essas perguntas possibilita tomar decisões como:

– Aumentar ou reduzir o volume de produção de acordo com a demanda, para implementar um modelo just-in-time com o mínimo de necessidade de estoque.

– Mudar ou não a infraestrutura de produção para aproveitar ao máximo os insumos e reduzir ou eliminar o desperdício (custo) e ter maior capacidade de produção.

– Optar por investir em energias renováveis, ou projetos energeticamente sustentáveis.

– Decidir promover iniciativas que gerem disrupção no mercado e que confiram à empresa uma significativa vantagem competitiva.

É nos pontos mencionados anteriormente que a análise de dados e as tecnologias desenvolvidas com esse intuito têm o seu maior impacto. Por isso, tecnologias como machine learning (ML) ou deep learning (DL) tornaram-se nos últimos dois anos os pilares da inovação tecnológica e das grandes disrupções de mercado nos setores industrial, de consumo em massa, comércio eletrônico, financeiro e serviços.

Apenas para exemplificar, o Gartner estima que até 2025, 60% das câmeras de vigilância de segurança vão integrar funções de monitoramento e análise em tempo real no mesmo dispositivo, em comparação com 21% em 2020.

Além disso, estima-se que até 2025, as empresas que interagem com seus clientes por meio de máquinas devam ver a oportunidade total de faturamento com serviços ​​aumentar em 20% como resultado de uma maior conscientização das necessidades dos clientes.

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Assim como ocorreu com o desenvolvimento de ML e IA, as tecnologias de processamento de dados leves, como edge computing (computação de borda), que utilizam os recursos de computação dos equipamentos de acesso que conectam dispositivos de IoT, também estão permitindo que os recursos de ML sejam explorados rapidamente. Isso acontece principalmente no ambiente operacional para viabilizar a tomada de decisão sobre aspectos relacionados à otimização dos processos e negócios, permitindo, por exemplo, ter a resposta para perguntas como:

Quais métodos de divulgação impulsionam mais as vendas?

Que segmento de cliente vai comprar um novo produto?

Quando o estoque precisa ser reabastecido com um modelo push/pull?

Como podemos ver a seguir no radar de tecnologia do Gartner, nos próximos meses esses recursos de computação de borda serão, assim como a IA e o ML, os mais adotados, junto com a integração das comunicações de TI/OT com arquiteturas padronizadas, como o modelo ISA-95, que estabelece as bases para o avanço rumo à implementação do modelo de produção 4.0.

Nesse contexto, a Cisco oferece suporte às empresas com soluções que integram IA e computação de borda, para atender a diversas necessidades dos setores de manufatura, energia, petróleo e gás, consumo, financeiro e empresarial. Essas soluções incluem:

– Cybervision – Uma solução de segurança cibernética para ambientes industriais que utiliza tecnologia avançada de IA para detectar, conter e eliminar ameaças conhecidas e desconhecidas.

– App Dynamics – Utiliza tecnologias avançadas de IA para analisar e otimizar os fluxos de informação nos processos digitais, melhorando a experiência do cliente e ajudando a identificar e resolver problemas rapidamente, além de permitir a análise de desempenho das aplicações.

– IoT Operations Dashboard: Permite conectar dispositivos (gateways) a recursos de computação de borda para extrair dados de dispositivos de IoT, e utiliza ML para analisar dados e projetá-los em um painel digital de fácil interpretação, utilizando um modelo de consumo flexível na nuvem.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Cisco Brasil[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Fast Lane em parceria com Fundación Arte y Cultura para el Desarrollo

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A Fast Lane tem a prioridade de proporcionar educação de alto desempenho para todos e por isso busca sempre contribuir com instituições com o mesmo fim.

Com isso teve o orgulho de apoiar, participação, ajuda e patrocinar o Concurso Internacional de Discurso da Diáspora Africana, que faz parte do Festival das Flores da Diáspora Africana, uma organização sem fins lucrativos devidamente registrado pelas leis da Costa Rica, dedicado à investigação, promoção e divulgação de herança, história e cultura afrodescendente.

Este projeto promove e estimula a cultura e a educação dos jovens, eliminando barreiras e promovendo a união de diversas pessoas de diferentes nações através da língua, sendo este um dos principais motivos para a Fast Lane ter patrocinado a quinta edição do Concurso em 2020.

Carol Britton da Fundação Arte y Cultura para el Desarrollo contou para nós como os patrocínios colaboram com o crescimento da fundação. 

Qual foi a evolução da “Fundação Arte y Cultura para el Desarrollo” nos últimos anos?

 A Fundação Arte e Cultura para o Desenvolvimento desenvolve, há 23 anos, diversos projetos baseados na temática afrodescendente.

Começou com o Festival das Flores da Diáspora Africana, em que se realizam atividades de moda / estética, música, dança, cinema, seminários, exposições, conferências, concursos e espetáculos gastronómicos, etc.

Da mesma forma, da Fundação criamos vários concursos, o de maior impacto é o Concurso Internacional de Discurso Flores da Diáspora Africana e Outras Culturas em que se promove o conhecimento sobre história, cultura afro-descendente, Direitos Humanos e Agenda 2030 entre 13 e 20 anos de idade de 15 países latino-americanos.

Este projeto requer patrocinadores nacionais (em cada país que compõe o Concurso) e outra categoria ao nível internacional. Essa diferenciação é feita para atender às necessidades de cada etapa: nacional e internacional.

Que razões e fatores você leva em consideração ao escolher um meio (empresa) adequado que possa patrocinar seus projetos?

Vários fatores são levados em consideração ao selecionar patrocinadores em potencial.

Em primeiro lugar, visamos empresas que tenham programas de responsabilidade social corporativa e tenham interesse em apoiar o setor da educação. Por exemplo: bancos, etc.

Em segundo lugar, buscam-se instituições de acordo com o tema que está sendo desenvolvido no Concurso, por exemplo, se houver questões relacionadas ao meio ambiente, direitos humanos, imigrantes, entre outros, buscam-se instituições em cada país ou organismos internacionais, relacionados aos temas que estão sendo desenvolvidos.

Terceiro, devido à situação atual que vivemos devido ao COVID-19, a edição 2020 do nosso Concurso Internacional de Fala foi desenvolvida na modalidade virtual, na área de patrocínios, o que nos levou a buscar empresas na área de tecnologia, interessadas em transmitir uma mensagem positiva no meio da incerteza em que nos encontramos na ocasião e incentivar os jovens a participarem, apesar do medo que se vivia no momento.

Como esses tipos de projetos impactam a sociedade? Porque nossa participação é importante?

Esse tipo de projeto em que você trabalha com jovens, tem um grande impacto social, por um lado, trabalhar com falar em público é fortalecer o pensamento crítico dos jovens, é desenvolver narrativas e sensibilidades de todos  que muito provavelmente, ele não teriam a oportunidade de se dirigir, devido aos temas que estão envolvidos no currículo do concurso.

Em segundo lugar, este é um concurso que fortalece a liderança das pessoas participantes, enfrentando e superando seus medos. Temos testemunhos de jovens que mostram como esse projeto mudou suas vidas para melhor.

Do espaço do espectador, este tipo de projeto também tem sido de grande valor porque motiva outros jovens, os ouvintes aprendem com os participantes.

Ter o apoio de empresas como a Fast Lane é de grande importância para a nossa organização e para todo o Comitê Organizador, pois esta empresa nos alcançou todos os anos com parte dos prêmios, e sempre nos mostrou seu compromisso e responsabilidade social com o tema que abordamos e com o setor de educação. É uma empresa que entende a necessidade de apoiar os jovens como um motor social pelo qual somos extremamente gratos por eles fazerem parte de nossa equipe.

O apoio e incentivo a esse lindo projeto continuará buscando sempre incentivar todos os estímulos educacionais. Cada pessoa participante, vencedor ou não, terá a oportunidade de se identificar, se expressar e ampliar seus horizontes por meio do discurso e da linguagem pública.

Foto do evento:[/vc_column_text][us_separator][us_image_slider ids=”7265,7268,7266,7267″][us_separator size=”small”][us_image image=”7129″ onclick=”custom_link” link=”url:https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Ffestivaldiasporacr%2F%3Fref%3Dpage_internal|target:_blank”][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Fast Lane em parceria com Concurso Internacional de Oratoria – Flores de la Diáspora Africana y Otras Culturas de 2020[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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Por que organizações deveriam considerar uma abordagem de cibersegurança integrada

[vc_row][vc_column][vc_column_text]O avanço acelerado da transformação digital e o crescimento ainda mais acentuado das ameaças virtuais levaram as organizações do mundo todo a uma corrida rumo às soluções de segurança cibernética. Muitas vezes, no entanto, esta indústria cria uma solução para cada desafio identificado, o que estimula a construção de uma Babel da segurança cibernética, pois as ferramentas não se integram e, consequentemente, isso cria obstáculos para a troca de informações e a garantia efetiva da segurança.

Estas soluções pontuais, as ameaças em maior número e mais sofisticadas e a escassez de profissionais qualificados juntas resultam na tempestade perfeita para o crime cibernético. Em um relatório recente da ESG (Enterprise Strategy Group, Inc.), 76% das empresas afirmaram que a detecção e a resposta a ameaças são mais difíceis hoje do que há dois anos, um desafio crescente que é impulsionado por mudanças externas e internas, conforme avalia a consultoria.

Externamente, os profissionais de segurança precisam lidar com um cenário de ameaças dinâmicas e sofisticadas enquanto monitoram e mantêm a segurança em uma superfície de ataque crescente (nuvem, IoT, celular, SaaS etc.) impulsionada por novas iniciativas de TI, como a transformação digital. Internamente, muitos CISOs enfrentam os desafios da segurança cibernética com processos informais manuais, uma equipe de segurança cibernética com poucos funcionários e um exército de ferramentas pontuais diferentes e de diversos fornecedores.

No estudo da ESG, 31% das empresas afirmaram usar mais de 50 produtos de segurança diferentes, enquanto 60% usam mais de 25. A consultoria avalia que isto não só leva ao aumento dos desafios como amplia o custo e a complexidade dos ambientes, conforme informam 40% dos profissionais de segurança ouvidos por ela. E não se pode esquecer que a falta global de habilidades em segurança cibernética afeta 75% das operações de segurança.

Outro ponto levantado pelo estudo é a dificuldade de obter um retrato sem distorções do status do ambiente de segurança cibernética de uma organização, o que é considerado um problema grave para 35% dos entrevistados.

Pensando em uma solução para este cenário caótico, 54% dos profissionais ouvidos pela ESG disseram que seria fundamental a integração entre os produtos de segurança, enquanto 33% afirmaram ser importante que ao menos os melhores produtos se integrem a outras tecnologias.

Claramente, os CISOs querem a interoperabilidade das tecnologias e não vão medir esforços, mesmo que a resposta não venha do mercado. A pesquisa da ESG indica que 35% das empresas já estão consolidando ativamente o número de fornecedores de segurança cibernética com os quais fazem negócios em grande escala e 38% vêm reduzindo o número de fornecedores com os quais negociam de forma limitada.

A pesquisa indica que os profissionais de segurança cibernética têm expectativas claras sobre o valor de compra de mais tecnologias de segurança de um número reduzido de fornecedores. Para 58%, esta prática aumenta a eficácia de prevenção/detecção de ameaças, 51% dizem que buscam obter eficiências operacionais e 46% afirmam que esperam um período mais curto para a resolução de problemas ao contar com um único contato de suporte.

Considerando a consolidação das plataformas de segurança cibernética como um caminho irreversível, o estudo também identificou os atributos de maior relevância para aqueles fornecedores que entregam soluções de nível empresarial, ou seja, ferramentas mais completas e preparadas para barrar um leque mais amplo de ameaças.

Entre os atributos mais citados estão:

  • Experiência em segurança cibernética do setor;
  • Inteligência e pesquisa de ameaças de nível internacional;
  • Amplo portfólio de produtos de segurança cibernética;
  • Histórico comprovado de controle de execução.

Do ponto de vista da plataforma, os cinco principais atributos são:

  • Cobertura de segurança nos principais vetores de ameaças e pontos de acesso;
  • Dados analíticos;
  • Integração de inteligência de ameaças;
  • Ampla cobertura;
  • Prevenção, detecção e resposta.

A ESG afirma que a transição de um produto pontual para plataformas de segurança cibernética não é uma visão distante; ao contrário, ela já está em andamento. Por exemplo, 38% das empresas já compraram vários produtos de um único fornecedor em vez de optar pelos melhores produtos de vários fornecedores, 34% usaram software de código aberto como uma camada de integração entre produtos independentes e 34% incentivaram vários fornecedores de produtos de tecnologia de segurança cibernética a trabalhar juntos na integração de soluções.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Artigo por Ghassan DreibiCisco Brasil
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A importância da capacitação formal

[vc_row][vc_column][vc_column_text]A capacitação é um elemento “intangível” que eventualmente pode fazer uma grande diferença.

O conteúdo de um curso pode-se ver e entender de diferentes formas. Pode ser em grande parte o conhecimento que o instrutor tem do tema, mas tem outros elementos importantes como o conteúdo das apresentações, o suporte prático durante os exercícios, as demonstrações, as notas e leituras complementares que acompanham o material, as perguntas e os outros alunos e suas respectivas respostas, entre outros.

Em minha opinião, o autor (ou os autores) desde o momento em que elabora o material inicial próprio de um curso define em alguma medida sua estrutura básica, e cada um de seus componentes já mencionados podem ajudar um pouco mais.

Na capacitação de tecnologia um curso pode ser uma porta para o que os participantes tenham um grau maior de contato com os produtos, tendo assim um foco e comprovação mais clara dos termos e conceitos importantes. É uma oportunidade de agir com os produtos sem a responsabilidade de um ambiente de operacional com clientes e usuários de produção e em alguns casos para ter um feedback direto ou indireto dos fabricantes do produto, ou as recomendações especialistas representadas nesse caro com o próprio instrutor.

E por fim, adquirir um nível de conhecimento pouco similar que pode conseguir com um bom curso é algo que talvez se pode fazer de forma autodidata sem necessidade de incluir gastos, sem realizar contratações e sem separa os funcionários de seu trabalho, devemos levar em conta que talvez a melhor formar de aproveitar ao máximo essa ferramenta seja possível, aprendendo a usa-la corretamente desde o início e que um bom curso pode acelerar significativamente e tornar o processo de aprendizagem mais rápido e fluido. Este é o valor do treinamento formal e estruturado.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Coluna escrita por:[/vc_column_text][us_person image=”6900″ name=”Kenneth Corradine” role=”Instrutor de IBM” img_size=”thumbnail” linkedin=”https://www.linkedin.com/in/kenneth-corradine-164a8311/” css=”%7B%22default%22%3A%7B%22width%22%3A%2220%25%22%2C%22height%22%3A%2220%25%22%7D%7D”][/us_person][/vc_column][/vc_row]

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Como alcançar novos clientes quando você não pode conhecê-los pessoalmente

[vc_row][vc_column][vc_column_text]À medida que a pandemia persiste as empresas B2B estão descobrindo que vender para clientes já não é a mesma coisa, mudou para métodos virtuais, onde todos se conectam de forma remota com chamadas de vídeo com uma facilidade surpreendente. Mas a aquisição de novos clientes segue extremamente difícil nesse ramo.

Com uma oportunidade limitada e muitas vezes nula de se reunir com as pessoas, os compradores recorrem naturalmente a fornecedores conhecidos e confiáveis que já entendem as necessidades do seu negócio. Para os vendedores, isso torna o acesso aos compradores em potencial o primeiro ponto de dificuldade. Se os vendedores tiverem acesso aos seus clientes apenas de forma virtual se torna complicado enfrentar os desafios adicionais de conquistar um novo cliente. Esses incluem:

– Conseguir compreender as necessidades do comprador. A venda virtual torna mais difícil de investigar e fazer perguntas, especialmente na hora de descobrir as necessidades complexas ou latentes.

– Ganhar confiança. Os compradores são mais propensos a ser abertos e direto com os vendedores que conhecem, especialmente com as decisões de alto risco. Um vendedor que construiu uma reputação e uma história tem uma vantagem.

– Demonstração de valor diferenciado. Isso requer compreender realmente as necessidades de um comprador e os critérios de compra. Novamente um vendedor já conhecido tem a vantagem.

– Entender a tomada de decisão. As influências de compra são difíceis de determinar virtualmente quando a organização e o processo de compra são obscuros.

Existem mecanismos através de serviços Cloud que podem te ajudar a realizar estas tarefas.

Ao encontrar maneiras de aliviar esses deságios, os profissionais de marketing devem responder a uma pergunta básica. Onde deveriam estar gastando (ou não) o seu tempo? Três pontos impulsionam o crescimento de um ambiente de vendas totalmente virtual.

1- Concentre-se na expansão dos clientes existentes.

Os profissionais de venda com uma base de clientes estabelecida percebem que existem maior benéficos quando se concentram em cuidar dos clientes já existentes. À medida que os vendedores têm sucesso com clientes em potencial, os concorrentes começam a enfrentar dificuldades para alcançar esses consumidores que já “pertencem” a um vendedor. Portanto é um bom momento para dobrar os clientes atuais que tem necessidades não atendidas. Os vendedores podem procurar novas oportunidades para expandir o uso de produtos e serviços existentes, ofertas em unidades de negócios dentro da organização do cliente. A experiencia e confiança criadas ao longo do tempo vão render muito agora.

 

2- Fique longe de clientes em zona com “falta de oxigênio”.

É sempre verdade que o tempo de vendas é desperdiçado com o cliente em potencial que não tem necessidade de urgência. As chances de sucesso são baixas quando as ofertas não são diferenciadas das alternativas. No mundo de vendas virtuais estas situações se tornam zonas “sem oxigênio”, onde o sucesso limitado não se transformou em nenhum sucesso. Além disso, enviar produtos sem necessidade aos compradores enfraquece a reputação do vendedor, tornando menos provável que os clientes em potencial se envolvam no futuro, mesmo que as ofertas se tornem relevantes.

Então com base em seus contatos atuais de um único produto, confie neles para obter os grupos de novos contatos de sua lista telefônica de vários produtos.

 

3- Alcance os clientes em potenciais com ofertas diferenciadas e um manual de vendas atualizado.

Se você tem um portfólio de produtos múltiplos, esse é o seu lucro! Por mais obvio que seja, na prospecção é fundamental liderar com ofertas diferenciadas das alternativas. A partir daí, o sucesso exige a reformulação do manual de vendas.

Vender pessoalmente é muito mais indulgente do que vender online. Vendedores qualificados podem se recuperar de deficiências e contratempos ao trabalhar cara a cara com o cliente em potencial. Mas a recuperação é muito mais difícil no mundo virtual. As seguintes práticas de vendas eficazes tronam-se ainda mais importantes.

  • Concentre-se em “ser encontrado”: e não apenas em “encontrar” novos clientes. Mesmo antes da pandemia os compradores estavam cada vez mais usando informações digitais para se educar sobre problemas, soluções e fornecedores antes de se envolverem com os vendedores. A pandemia acelerou essa tendência, aumentando ainda mais a importância da presença digital do vendedor. Os profissionais de vendas aumentam a presença digital ao analisar e melhorar continuamente o conteúdo online, de modo que agora é valioso e relevante para clientes em potencial. Outras estratégias incluem aumentar a visibilidade do conteúdo por meio da otimização do mecanismo de pesquisa (SEO), postagem consiste nas mídias sociais e construção de relacionamento por meio de comunidades online.
  • Alavancar remessas: A eficácia das referências é bem reconhecida, especialmente agora. A referencias são as únicas ferramentas poderosas para passar pelo ponto de acesso. Elas podem transferir a confiança conquistada de um cliente para um em potencial. Os depoimentos de clientes e estudos de casos podem ser eficazes, ainda mais quando são discussões de mesas redondas virtuais que conectam clientes e possíveis clientes, por meio de uma rede de negócios de vendedores.
  • Personalize a conexão: Com o acesso restrito a novos clientes os vendedores dificilmente terão uma segunda chance de impressionar um cliente em potencial. Consequentemente, os vendedores devem trazer o seu jogo. Para começar isso significa fazer sua lição de casa para aprender o máximo possível sobre os compradores em potencial e sua empresa antes de você chegar. Também significa aprender sobre o que funcionou para clientes atuais em circunstâncias semelhantes e trazer ideias relevantes para o cliente em potencial. Significa ligar a câmera para reuniões virtuais (mesmo que o cliente não ligar) e ouvir mais falar. Significa acompanhar as solicitações de informações com agilidade e valor que se diferenciam da concorrência.
  • Agregar valor além do produto: Quando a incerteza é abundante a oportunidade para os vendedores de agregar valor aumenta. Os compradores estão preocupados com outras coisas além das necessidades comerciais comuns, tanto racional quanto emocionalmente. Os clientes em potenciais estão mais dispostos a conversar com vendedores que tenham novos insights sobre seu negócio ou setor, ou possam compartilhar o que os clientes em situações semelhantes estão fazendo. Quando os vendedores agregam valor antes da venda, os clientes em potencial ficam mais abertos para compartilhar suas preocupações que ajudam a superar necessidades latentes. Na nuvem temos serviços que atendem e cobrem todo tipo de expectativas.
  • Alavancar defensores dentro da organização de compra: Ao adquirir novos clientes, os vendedores geralmente começam construindo a confiança de uma pessoa dentro da organização de compras do cliente. Essas pessoas ajuda o vendedor a se conectar com os outros tomadores de decisão em toda a organização. À medida que a rede de relacionamentos cresce, o vendedor ganha novas perspectivas sobre as necessidades do cliente, a concorrência, o processo de compra e a autoridade para tomar decisões.

Ao seguir essas práticas de vendas sempre boas, os vendedores podem utilizar alguns benefícios adicionais que a venda virtual traz para o cliente em potencial e clientes existentes. A geografia não é mais uma barreira. Os vendedores podem conectar especialistas de locais distintos, incluindo aqueles de organizações de compradores e vendedores. Além disso, os vendedores podem conectar mais facilmente cliente em potencial com clientes existentes que transmitirão confiança. Isso é especialmente valioso se o cliente atual trouxer valor de marca. A conexão virtual também permite que as compras e vendas progridam por meio de uma série de vídeo conferências mais curtas e focadas (em vez de uma reunião presencial mais longa), que geralmente é mais valiosa para os compradores.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Escrito por Diego Felipe Rodriguez Velez Cloud BD Manager – adaptado por Mayara Pimentel e com revisão final de Raphael Silva.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

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