[vc_row][vc_column][vc_column_text]A inteligência artificial (IA) está transformando a indústria de TI de maneira radical. O treinamento em soluções de inteligência artificial da Fast Lane oferece às empresas de TI a oportunidade de revolucionar suas operações, da produção criativa aos processos operacionais e tecnológicos. Com a IA, é possível automatizar tarefas, processar grandes volumes de dados e aprender com eles, o que permite que empresas de TI otimizem suas operações para acompanhar as demandas do mercado.
Vantagens das Soluções de Inteligência Artificial da Fast Lane para Empresas de TI
No setor de TI, as soluções de IA da Fast Lane melhoram a eficiência operacional e a segurança de infraestruturas tecnológicas. Ferramentas baseadas em IA, como assistentes virtuais, automação de processos e análise preditiva, são essenciais para o desenvolvimento de soluções tecnológicas avançadas.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
Exemplos de Empresas Que Implementam IA com a Fast Lane
Muitos de nossos parceiros já utilizam a inteligência artificial em seus processos, com resultados notáveis. Conheça alguns exemplos:
Cisco: A Cisco aplica IA para otimizar a gestão de redes, o que melhora a detecção de ameaças e automatiza a configuração de infraestruturas complexas. Com IA, a Cisco desenvolveu redes que se ajustam às demandas, reduzindo o tempo de inatividade e aumentando a segurança.
Google: O Google utiliza IA para otimizar seu motor de busca e personalizar o YouTube. A IA também é essencial no Google Cloud, fortalecendo sua liderança em áreas como processamento de linguagem natural, análise de dados e aprendizado de máquina.
Microsoft: A Microsoft, por meio de sua plataforma Azure, oferece ferramentas avançadas de análise e serviços cognitivos. A IA impulsiona a experiência em serviços como Microsoft 365 e Dynamics 365, além de melhorar o desenvolvimento de aplicativos empresariais.
Como a Inteligência Artificial da Fast Lane Transforma a Indústria de TI
A Fast Lane demonstra como a IA é um motor de inovação. Ao implementá-la, as empresas otimizam suas operações e aumentam a segurança, criando experiências personalizadas para seus clientes.
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Com o objetivo de compartilhar soluções inovadoras, tendências em tecnologia e principalmente se o seu parceiro na caminhada ruma a certificação, o projeto Co-pilot foi apresentado no Cisco Connect Brasil com grande sucesso. O evento de forma geral contou com sessões técnicas e a participação de executivos, parceiros de negócios e líderes do setor da Cisco, além das palestras e apresentações.
Como patrocinado do evento a Fast Lane trouxe o projeto Co-pilot que proporcionou uma oportunidade única de interagir com profissionais que compartilham da mesma paixão pela evolução de suas carreiras. No evento também levamos atividades interativas, como um quiz que desafiava os participantes a responderem perguntas sobre a Cisco. Ao final, 5 pessoas foram selecionadas para ganhar 2 horas de consultoria com um especialista Cisco, oferecido pela Fast Lane.
Com um público engajado e interessado em aprender mais sobre as soluções da Cisco, o Cisco Connect Brasil foi um sucesso absoluto. Para aqueles que participaram do evento, fica a lembrança de momentos valiosos e a oportunidade de se manterem atualizados com as tendências e inovações em tecnologia para impulsionar ainda mais suas carreiras.
Para aqueles que não puderam comparecer ao evento, é possível acompanhar as novidades da Cisco através do site oficial e dos perfis nas redes sociais. Com uma abordagem inovadora e soluções tecnológicas de ponta, a Cisco é uma empresa que se destaca no mercado e oferece diversas oportunidades para profissionais que buscam evoluir em suas carreiras.
Em resumo, o projeto Co-pilot apresentado no Cisco Connect Brasil foi um sucesso absoluto, reunindo profissionais apaixonados por soluções inovadoras e tecnologia de ponta. Com atividades interativas e sessões técnicas, o evento proporcionou uma experiência única de aprendizado e networking para todos os participantes. Veja agora imagens do nosso estande.[/vc_column_text][us_separator][us_image_slider ids=”8771,8772,8773,8774,8775,8777,8778,8779″ img_size=”us_600_600_crop”][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Aposto que você está pensando em alguém ou em algo que foi atingido – para citar o clássico do Grande Bardo: “Ser ou não ser, eis a questão: se é mais nobre na mente sofrer as fundas ou flechas da fortuna ultrajante, ou pegar em armas contra um mar ou problemas e, opondo-se, acabar com eles.” (Hamlet)”, mas tem a força e a audácia para se tornar ainda mais forte.
Essa é uma definição perfeitamente aceitável e apoio o espírito dela. Mas quando você está falando sobre proteção de empresas de grande, médio e pequeno porte, apenas ser resiliente o suficiente para se recuperar após uma queda pode não ser bom o suficiente. Afinal, as violações de segurança cibernética bem-sucedidas, como ransomware ou roubo de propriedade intelectual, podem causar danos consideráveis a empresas, colaboradores, parceiros e clientes. No Relatório de resultados de segurança de 2021(1), 41% das empresas entrevistadas afirmaram que sofreram um grande incidente de segurança ou uma perda nos últimos dois anos, o que mostra a amplitude desse problema.
A Cisco define resiliência de segurança como a capacidade de proteger a integridade de todos os aspectos dos negócios para que possam resistir a ameaças ou mudanças imprevisíveis e se tornar mais fortes. Como você aprenderá neste terceiro volume de nosso Relatório de resultados de segurança, há um consenso quase unânime entre os executivos entrevistados de que obter resiliência de segurança é fundamental para os negócios. E não é de admirar que, à medida que mais empresas estão interconectadas atualmente, uma violação em uma delas na cadeia de valor pode ter um efeito cascata dramático sobre os outros. Nenhum executivo quer ser conhecido como aquele que não fez o suficiente.
Então, faço o convite para que você use e abuse deste relatório. Espero que você ache útil no desenvolvimento das estratégias e soluções para alcançar a medida de resiliência de segurança. Resiliente a ameaças. Resiliente à mudança. Resiliente ao desconhecido. O setor de segurança certamente tem jargões da moda suficientes. No entanto, tenho a sensação de que a palavra resiliente estará presente por um bom tempo. Talvez não tanto quanto uma grande peça de Shakespeare como Hamlet, mas o suficiente.
O que há de novo neste estudo?
Neste terceiro volume do Relatório de resultados de segurança, dividimos a resiliência de segurança em insights fáceis de entender e acionáveis. (Tenho certeza de que você tem o suficiente com que se preocupar, sem precisar dificultar o entendimento da resiliência.) Nenhum relatório pode abranger tudo o que há para saber sobre um assunto tão importante; mas destacamos alguns tópicos para você considerar ao criar e refinar sua estratégia de segurança cibernética para o futuro.
Usando os dados coletados de mais de 4.700 profissionais de segurança em 26 países, incluindo o Brasil, descobrimos os sete fatores de sucesso que podem aumentar a resiliência cibernética. O relatório também analisa exatamente o que significa resiliência de segurança, por que ela é importante e como as empresas a classifica.
Esperamos que esses dados sirvam como um recurso e forneçam mais confiança à medida que você prepara a empresa para o sucesso, não importa o que aconteça.
Entre o risco e a resiliência, há uma ponte. Sabemos que a jornada pode ser árdua às vezes e estamos aqui para ajudar.
Principais descobertas
A resiliência de segurança é prioridade entre os executivos; 96% deles consideram muito importante para os negócios.
Quase dois terços das empresas relatam que passaram por grandes incidentes de segurança com comprometimento das operações comerciais.
A prevenção de incidentes e a mitigação de perdas são as duas principais prioridades da resiliência de segurança em geral.
Reter talentos de segurança é classificado como a menor prioridade de resiliência, mas também é o mais desafiador para empresas de todos os tipos.
Identificamos sete fatores de sucesso que, se alcançados, aumentam nossa medida de resiliência de segurança geral do 10º percentil inferior para o 10º percentil superior.
A cultura é importante. As empresas que promovem uma cultura de segurança tiveram um aumento de 46% na resiliência.
A arquitetura é importante. Empresas com implementações Zero Trust, XDR e SASE apresentam pontuações de resiliência significativamente mais altas.
[vc_row][vc_column][vc_column_text]E se eu te disser que você pode ter um consultor de personal training ao longo da sua carreira? A vida não seria mais fácil? Este consultor de treinamento pode não apenas ajudá-lo a descobrir quais habilidades sua equipe precisa aprender, mas também fornecer esse treinamento. Parece irreal. E ainda por cima, você pode realmente pagar pelo treinamento com créditos especiais de aprendizado que você já acumulou. Esse consultor de treinamento seria, de certa forma, seu parceiro no aprendizado. Que conceito!
Acredite ou não, essas pessoas realmente existem. Eles são chamados Cisco Learning Partners. Aqui estão mais alguns motivos pelos quais os Cisco Certified Learning Partners são o caminho a seguir ao planejar o treinamento de sua equipe.
Nº 1: Cisco Learning Partners são autorizados e confiáveis pela Cisco.
Os Cisco Learning Partners fornecem uma experiência de aprendizado de ponta a ponta sobre certificações, treinamento baseado em soluções, desenvolvimento de conteúdo, personalização e planos de treinamento personalizados. Juntamente com anos de experiência ajudando nossos clientes a gerenciar caminhos de treinamento para atender às suas necessidades específicas, seus instrutores de sistemas certificados Cisco (CCSIs) designados são autorizados pela Cisco a oferecer treinamento que suporte nossas principais tecnologias e certificações de carreira.
Portanto, quando se trata de treinamento de equipe em tudo relacionado à Cisco, você pode recorrer a um Learning Partner como seu especialista de confiança para fornecer treinamento que pode aprimorar as habilidades técnicas e comerciais de sua equipe, liberando todo o potencial das soluções Cisco.
Nº 2: você pode pagar pelo treinamento da equipe com os Cisco Learning Credits.
Os Cisco Learning Credits (CLCs) são uma das melhores maneiras de planejar o treinamento e os exames da Cisco para sua equipe. Melhor ainda, você pode usar esses vouchers de treinamento pré-pagos para pagar aulas com Cisco Learning Partners.
Quando você planeja seu treinamento com seu parceiro de aprendizado confiável e resgata seus créditos de aprendizado diretamente com a Cisco, você está no caminho certo para o continuum de aprendizado ideal, abrindo caminho não apenas para as metas de treinamento imediatas e futuras de sua equipe, mas também para seu crescente conhecimento sobre produtos Cisco.
Você também pode resgatar Learning Credits para pagar pelo registro no Cisco Live, onde os clientes e parceiros da Cisco têm a oportunidade perfeita de aprender uns com os outros e promover essa comunidade de aprendizado tecnológico.
Visite o Cisco Learning Partner Program para saber como aproveitar seus CLCs para treinamento de equipe. Você também encontrará uma lista de Learning Partners, níveis de especialização e o catálogo de cursos de treinamento da Cisco.[/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
Nº 3: os Cisco Learning Partners fornecem treinamento virtual e personalizado.
Na atmosfera pós-pandêmica de hoje, é um conforto saber que você pode recorrer ao seu Learning Partner para treinamento virtual e treinamento presencial, dependendo de sua preferência. De qualquer forma, eles podem ajudá-lo a projetar e fornecer a combinação adequada para sua equipe, suas necessidades de treinamento e as metas de sua organização.
Quando se trata de treinamento de equipe, a solução que funciona para outras pessoas pode não funcionar para sua equipe. É por isso que os Learning Partners podem personalizar um programa de treinamento especificamente adaptado à sua equipe. Por exemplo, digamos que você queira saber mais sobre treinamentos alinhados à certificação CCNA, mas com foco específico em automação. Bem, seu Parceiro de Aprendizagem trabalhará com você para desenvolver um currículo que o coloque na trajetória para cumprir a visão maior de sua equipe. Em seguida, você pode continuar a desenvolver esse currículo para acelerar o sucesso de sua empresa por meio de treinamento contínuo com seu parceiro de aprendizagem.
Nº4: Learning Partners pode ajudar a proteger seu investimento.
Investir em tecnologia pode ser assustador. Afinal, uma vez que você se compromete a integrar esta nova solução, você quer ter certeza de que sua equipe está utilizando todo o seu potencial. E, por sua vez, você quer ter certeza de que o treinamento selecionado atende às necessidades de sua equipe, bem como às de sua organização. Resumindo, você deseja encontrar um treinamento que proteja seu investimento.
É aqui que um Cisco Learning Partner atua como seu maior aliado. Lá estão eles, ao seu lado, ajudando você a organizar seu treinamento desde o início. Ao desenvolver esse relacionamento, você pode ter certeza de que, quando encontrar a solução Cisco que funciona para você, terá um advogado para orientá-lo no treinamento certo para essas soluções. Além disso, eles podem ajudá-lo a navegar pelas tecnologias adjacentes que são importantes para executar toda uma solução Cisco.
Ao criar confiança no conhecimento de seu parceiro sobre as soluções da Cisco, você aumentará o conhecimento de sua equipe . E no futuro, você saberá onde procurar quando buscar orientação e experiência em treinamento da Cisco no futuro. [/vc_column_text][vc_row_inner][vc_column_inner][us_separator][vc_column_text]
Nº 5: Mais oportunidades para Learning Partners, mais benefícios para você .
Na Cisco, sempre soubemos que o aprendizado é o portal para o sucesso. Também sabemos que a relação entre nossos parceiros e clientes gira em torno do aprendizado contínuo. E agora, para fortalecer ainda mais esse relacionamento, estamos capacitando nossos Learning Partners com ferramentas mais eficientes para agilizar o processo de aprendizado para você. Uma das maneiras pelas quais estamos simplificando esse processo é com um novo portal Learning Partner (LP). Eles não precisarão mais perder tempo navegando em diferentes ferramentas e programas para fazer negócios com a Cisco. O novo portal LP oferece aos parceiros um único local para todos os programas, ferramentas e informações atualizadas.
Aprendemos muito sobre como podemos capacitar ainda mais nossos Parceiros de Aprendizagem com a capacidade de ministrar cursos da maneira mais flexível possível. E ainda não terminamos. Nossos Learning Partners podem procurar processos mais simplificados e um portal ainda mais detalhado para obter as informações de que precisam na ponta dos dedos. Eles também verão melhores ferramentas de vendas sobre o resgate do CLC, bem como o currículo da Cisco e as melhores maneiras de fornecer treinamento. Esta é apenas a ponta do iceberg do que planejamos entregar.
No final das contas, você e sua empresa estão no centro dessas parcerias, construindo um relacionamento hiperfocado em um continuum de aprendizado para gerar resultados de sucesso para sua empresa. E não é isso que todos queremos em um parceiro – confiança para nos ajudar a construir um futuro de sucesso? Com certeza torna a vida muito mais fácil.
Convido você a colocar sua equipe no caminho de treinamento que libera seu potencial trabalhando com um Cisco Learning Partner.[/vc_column_text][us_separator][us_btn label=”Saiba mais sobre treinamentos Cisco” link=”url:https%3A%2F%2Fwww.flane.com.pa%2Fpt%2Fcisco|target:_blank”][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Monique Rosa[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Quando pensamos no Catalyst, podemos ficar seguros de que se trata de uma plataforma robusta, com os requisitos tecnológicos necessários para oferecer segurança de acesso, escalabilidade de conectividade e proteção do investimento. Quando falamos de Catalyst, falamos de confiabilidade, disponibilidade e granularidade.
Quando pensamos na Meraki, a primeira coisa que vem à cabeça é a simplicidade nas operações da rede, a escalabilidade da plataforma de nuvem e a agilidade na implementação e no monitoramento dos serviços. Quando falamos de Meraki, falamos de uma TI enxuta (Lean IT), de velocidade e acesso seguro à rede de qualquer lugar.
Agora, imagina tudo isso junto na mesma plataforma! Pois é, o desejo de muitos profissionais de TI se tornou realidade, e anunciamos em julho no Cisco Live de Las Vegas a primeira de muitas integrações do Catalyst com a Meraki, reunindo a maior plataforma de gerenciamento de nuvem e a maior plataforma de rede. Entre os principais anúncios para a América Latina podemos citar:
Monitoramento dos Catalyst 9200, 9300 e 9500 no dashboard Meraki. Isso significa poder acessar sua infraestrutura de distribuição e acesso de qualquer lugar, com visibilidade do que está acontecendo na rede, nas aplicações e nos usuários.
Um hardware Wifi6E comum por meio do portfólio Catalyst Wireless – você escolhe o hardware e decide se quer usá-lo por meio da Meraki ou da nossa solução com controladores de LAN sem fio. Não há necessidade de usar um portfólio de hardware diferente.
Com certeza você deve estar se perguntando, mas então vou ter que comprar um novo switch Catalyst para poder ter acesso ao Meraki? A resposta é NÃO! Basta que você já tenha algum dos switches dessa família com licença de DNA (que vem por padrão na compra da solução) para poder usar o dashboard Meraki. Ficou sem a licença de DNA e não renovou? Não se preocupe! Vamos te dar um ano grátis para testar o dashboard.
Agora que pensamos em Catalyst e Meraki como uma só solução, você vai ter sempre o melhor dos dois mundos.[/vc_column_text][us_separator][us_btn label=”Saiba mais sobre treinamentos Cisco” link=”url:https%3A%2F%2Fwww.flane.com.pa%2Fpt%2Fcisco|target:_blank”][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Cássia Alves – Cisco Brasil[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Historicamente, a tomada de decisão no contexto de produção nas fábricas e no ambiente de desenvolvimento de negócios tem permitido a criação de modelos de serviço inovadores e tem sido fundamental para o crescimento das empresas em alguns casos, enquanto em outros, acaba sendo um fator para o fracasso.
Hoje, responder de forma rápida e eficiente a certas questões essenciais nesses ambientes pode nos permitir gerar economias significativas e novas receitas, ou até mesmo dar origem a uma próxima disrupção de mercado que vá colocar a empresa em uma posição privilegiada, além de ajudar a evitar riscos.
Nas áreas responsáveis pelos processos operacionais e de produção (OT), as perguntas que precisam ser respondidas para otimizar os processos e reduzir os custos a eles associados são, entre outras:
Quanto produzimos?
Qual é o nível de retração?
Qual é a eficiência do processo?
Quanto uma unidade gasta de energia na produção?
Quais são as condições do maquinário?
É possível aumentar a produção com as máquinas que já temos?
A resposta perfeita para essas perguntas possibilita tomar decisões como:
– Aumentar ou reduzir o volume de produção de acordo com a demanda, para implementar um modelo just-in-time com o mínimo de necessidade de estoque.
– Mudar ou não a infraestrutura de produção para aproveitar ao máximo os insumos e reduzir ou eliminar o desperdício (custo) e ter maior capacidade de produção.
– Optar por investir em energias renováveis, ou projetos energeticamente sustentáveis.
– Decidir promover iniciativas que gerem disrupção no mercado e que confiram à empresa uma significativa vantagem competitiva.
É nos pontos mencionados anteriormente que a análise de dados e as tecnologias desenvolvidas com esse intuito têm o seu maior impacto. Por isso, tecnologias como machine learning (ML) ou deep learning (DL) tornaram-se nos últimos dois anos os pilares da inovação tecnológica e das grandes disrupções de mercado nos setores industrial, de consumo em massa, comércio eletrônico, financeiro e serviços.
Apenas para exemplificar, o Gartner estima que até 2025, 60% das câmeras de vigilância de segurança vão integrar funções de monitoramento e análise em tempo real no mesmo dispositivo, em comparação com 21% em 2020.
Além disso, estima-se que até 2025, as empresas que interagem com seus clientes por meio de máquinas devam ver a oportunidade total de faturamento com serviços aumentar em 20% como resultado de uma maior conscientização das necessidades dos clientes.
Anunciante
Assim como ocorreu com o desenvolvimento de ML e IA, as tecnologias de processamento de dados leves, como edge computing (computação de borda), que utilizam os recursos de computação dos equipamentos de acesso que conectam dispositivos de IoT, também estão permitindo que os recursos de ML sejam explorados rapidamente. Isso acontece principalmente no ambiente operacional para viabilizar a tomada de decisão sobre aspectos relacionados à otimização dos processos e negócios, permitindo, por exemplo, ter a resposta para perguntas como:
Quais métodos de divulgação impulsionam mais as vendas?
Que segmento de cliente vai comprar um novo produto?
Quando o estoque precisa ser reabastecido com um modelo push/pull?
Como podemos ver a seguir no radar de tecnologia do Gartner, nos próximos meses esses recursos de computação de borda serão, assim como a IA e o ML, os mais adotados, junto com a integração das comunicações de TI/OT com arquiteturas padronizadas, como o modelo ISA-95, que estabelece as bases para o avanço rumo à implementação do modelo de produção 4.0.
Nesse contexto, a Cisco oferece suporte às empresas com soluções que integram IA e computação de borda, para atender a diversas necessidades dos setores de manufatura, energia, petróleo e gás, consumo, financeiro e empresarial. Essas soluções incluem:
– Cybervision – Uma solução de segurança cibernética para ambientes industriais que utiliza tecnologia avançada de IA para detectar, conter e eliminar ameaças conhecidas e desconhecidas.
– App Dynamics – Utiliza tecnologias avançadas de IA para analisar e otimizar os fluxos de informação nos processos digitais, melhorando a experiência do cliente e ajudando a identificar e resolver problemas rapidamente, além de permitir a análise de desempenho das aplicações.
– IoT Operations Dashboard: Permite conectar dispositivos (gateways) a recursos de computação de borda para extrair dados de dispositivos de IoT, e utiliza ML para analisar dados e projetá-los em um painel digital de fácil interpretação, utilizando um modelo de consumo flexível na nuvem.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][vc_column_text]Por: Paco Bolaños – Cisco Brasil[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Nos últimos meses, com certeza você tem ouvido da Cisco e do mercado em geral sobre “Full-stack observability”, e com certeza, assim como nós, você está se perguntando do que se trata.
A palavra “observability” nos remete a pensar em monitoramento e, embora se baseie nisso, o termo “full-stack” indica funcionalidades mais completas que incluem visibilidade, obtenção de informações e poder executar ações em soluções de ambiente multi-cloud, melhorando e otimizando a experiência de todos os usuários.
Em suma, “Full-stack observability” é ter uma visão geral das informações coletadas por uma ampla gama de aplicativos, oferecendo benefícios como:
Acompanhe e otimize o desempenho de sua infraestrutura
Detecção rápida de falhas ou perda de conexão
Fornecer o status atual da rede e seu ecossistema de nuvem em uma base constante
E como sabemos, quanto melhor a visibilidade, melhor a capacidade de tomar decisões que auxiliem nosso negócio, pois não se pode resolver o que não se vê.
Como alcançar a “Full-stack observability hoje”?
A Cisco está levando isso adiante com o uso das seguintes soluções:
AppDynamics – Adiciona o contexto de negócios e a correlação que permite que as equipes se alinhem e priorizem com base no que é mais importante para seus resultados.
ThousandEyes: As integrações permitem que o desempenho do aplicativo seja correlacionado com a rede e a Internet conectando usuários e serviços.
Os serviços de otimização de desempenho de aplicativos do Cisco Intersight garantem proativamente o desempenho das experiências de aplicativos, minimizando os custos de nuvem.
O Cisco Secure Application on AppDynamics protege os aplicativos essenciais aos negócios, não importa onde eles sejam executados, de dentro para fora em tempo de execução, para manter a velocidade e o tempo de atividade, ao mesmo tempo em que equilibra os riscos.[/vc_column_text][us_separator size=”small”][vc_column_text]Acesse os cursos relacionados a uma das soluções que permitem aplicar o que é conhecido como “observabilidade full-stack”
[vc_row][vc_column][vc_column_text]Por muitos anos, a solução Catalyst da Cisco tem sido a mais amplamente implantada no setor de rede, sendo a plataforma de comutação de escolha para clientes com necessidades de rede complexas.
Por outro lado, o painel de gerenciamento de nuvem da Meraki ganhou muita popularidade nos últimos anos devido às suas capacidades de gerenciamento e visualização de rede, mas até agora os clientes tinham que escolher entre as duas soluções, pois não era possível visualizar e gerenciar os switches Catalyst do Painel de Meraki.
Durante o Cisco Live em junho passado, a integração de ambos foi finalmente anunciada, permitindo que os clientes obtenham o melhor dos dois mundos.
Inicialmente, os clientes terão visibilidade das estatísticas do appliance Catalyst no painel da Meraki, o que auxiliará na manutenção e solução de problemas dos appliances Catalyst, aparecendo no painel como “Monitor Only”. Espera-se que algumas configurações sejam integradas, embora a administração completa ainda esteja em desenvolvimento. Inicialmente, esta opção estará disponível para a família Catalyst 9.000 e 9.300.
Isso se traduz, sem dúvida, em simplificação e flexibilidade da administração da rede, permitindo que os engenheiros responsáveis respondam mais rapidamente às demandas desta, desde que habilitados na utilização dessas soluções.
Na Fast Lane temos um amplo portfólio de treinamentos focados em prepará-lo para responder a essas demandas, entre os quais as aulas de Implementing Cisco Catalyst 9000 Switches e Engineering Cisco Meraki Solutions Part 2.[/vc_column_text][us_separator size=”small” show_line=”1″][us_btn label=”Conheça nossas ofertas” link=”url:https%3A%2F%2Fwww.flane.com.pa%2Fpt%2Fcisco”][/vc_column][/vc_row]
[vc_row][vc_column][vc_column_text]A Fast Lane tem o prazer de anunciar que, a partir deste momento, toda a oferta de treinamento e certificação SUSE está disponível no mercado latino-americano, como parte de nossa aliança global com a marca SUSE Platinum Learning Partner.
A SUSE é líder global em soluções de código aberto para empresas, usadas por mais de 60% das empresas da Fortune 500 para dar suporte a suas cargas de trabalho críticas. Ela é especializada em soluções Enterprise Linux, Kubernetes Management e Edge, colaborando com parceiros e a comunidade para ajudar seus clientes a inovar em todos os lugares.
Entre seus principais aliados estão outros líderes do setor como Cisco, IBM, SAP, VMware, AWS, Microsoft e Huawei, entre outros.
A SUSE aproveita ao máximo o código e o software provenientes da comunidade, que são refinados e testados por seus engenheiros para torná-lo mais eficiente e, assim, certificar sua operação durante as implementações de seus clientes.
Portfolio SUSE
[/vc_column_text][us_image image=”8176″ align=”left”][us_image image=”8172″ align=”left”][us_image image=”8168″ align=”left”][us_separator size=”small”][vc_column_text]Agora na Fast Lane você poderá se capacitar em todas essas soluções no idioma e lugar que precisar, com nossa presença em 8 países da região (México, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Peru, Argentina, Chile, Brasil) atendemos todas as demandas de nossos clientes no formato que melhor se adequa às suas necessidades e projetos.[/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]
A indústria brasileira vem sofrendo constante pressão nos últimos 20 anos, seja por políticas fiscais inadequadas, altos encargos sobre a folha salarial, caminhos tortuosos para fontes de financiamento à inovação ou simplesmente a acirrada competição global. Independentemente dos motivos, o resultado é único: a indústria brasileira vem se tornando menos competitiva a cada ano, embora alguns setores ainda se destaquem, como a cadeia da agroindústria por exemplo.
Neste contexto global, o Brasil não pode ficar para trás e várias iniciativas de associações, sindicatos e do governo buscam em um primeiro momento compreender a situação atual, as principais dores e quais os remédios mas, ao contrário de soluções paliativas, o desafio agora é como não dar novos passos para trás daqui a alguns anos.
E nesse cenário as tecnologias da Indústria 4.0 vieram para ficar, alinhadas com o programa do Governo Federal Brasil Mais Produtivo 4.0 com foco em reduções de custos produtivos, aumento de produtividade, ganhos de qualidade no processo e retorno financeiro (https://brasilmais.economia.gov.br/ ).
E a Internet das Coisas?
Dentre as tecnologias que suportam a 4ª Revolução Industrial ou Indústria 4.0, a Internet das Coisas tem papel de destaque na Indústria, cobrindo diversas aplicações alinhadas com as verticais do Brasil mais produtivo 4.0:
Sensores para monitoramento de equipamentos remotamente aliado a algoritmos de predição de falhas, permitindo que os gestores de manutenção tenham uma visão global do status de cada motor, bomba, painel elétrico, apenas para citar alguns; reduzindo o tempo de resposta e evitando quebras inesperadas, já que paradas não programadas significam perda de produção, horas extras, falhas de abastecimento e custos não previstos, entre outros.
Monitoramento de processos produtivos através do sensoriamento e análises de padrões é possível entender como os processos, que foram em algum momento definidos e simulados, estão funcionando no mundo real onde existem paradas não programadas, falta de energia, falta de componentes, rotatividade de funcionários, etc.. Tudo isso em tempo real que em conjunto com painéis de gestão e visualização proporcionam ao gestor da fábrica uma visão em tempo real de gargalos, ociosidades e falhas operacionais.
Sensoriamento e controle de ambientes com sensores inteligentes de monitoramento de temperatura local, níveis de monóxido e dióxido de carbono e particulado em suspensão, tornando os processos produtivos que envolvem geração de calor (processos de fundição por exemplo) ou então partículas em suspensão (usinas de cimento) muito mais seguros, reduzindo riscos aos funcionários e podendo até impactar em seguros menores para a empresa devido a diminuição de riscos trabalhistas.
E como a Indústria Brasileira está se reinventando?
O Governo Brasileiro em conjunto com várias entidades e associações vem desenvolvendo programas de excelência para capacitar toda a cadeira produtiva e um exemplo de sucesso é o ROTA 2030, que abrange a Indústria Automobilística e seus fornecedores, um segmento importantíssimo para a economia brasileira. O objetivo principal do ROTA 2030 é ampliar a competividade, a inovação, a segurança veicular, a proteção ao meio ambiente, a eficiência energética, a qualidade dos automóveis e a capacidade produtiva da indústria automotiva nacional.
Regulado pela lei nº 13.755/2018, o programa Rota 2030 promove o fortalecimento do setor automotivo e incentiva a inovação, com foco nos próximos quinze anos de operação da indústria automotiva.
Dentro deste programa o destaque fica para a Linha IV – Ferramentarias Brasileiras Mais Competitivas, que visa solucionar as dificuldades de empresas com baixa produtividade e defasagem tecnológica, capacitando a cadeia de ferramental de produtos automotivos e correlatos para atingir competitividade em nível mundial através da implantação de Provas de Conceito implantadas por startups de base tecnológica.
Os resultados desse programa foram apresentados no “Demoday Rota Challenge”, no espaço Ágora Tech Park em Joinville – SC e transmitido on-line, marcando o encerramento desta do primeiro ciclo do Rota Challenge.
Jade Alves, da equipe de coordenação de programas da Fundep, cita: “o Rota Challenge é uma iniciativa que veio para agregar valor para as ferramentarias, proporcionando um avanço tecnológico capaz de solucionar os principais desafios mapeadas nas indústrias, tais como: controle e gerenciamento de processos, gestão de matéria prima e controle de produção, e assertividade de orçamentos.”
Mauricio Finotti, Coordenador do Comitê de Manufatura da ABINC complementa: “Iniciativas como esta, além de servirem como demonstradores de tecnologia para empresas de todos os portes, trazem competitividade ao segmento” e complementa: “A Indústria 4.0 e suas tecnologias ainda estão em fase embrionária no Brasil, e quanto mais difundidas, maior o impacto em aumento de produtividade e reduções significativas de custos.”